segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Dê um UP na sua vida!

O filme "UP" é tudo na vida da pessoa. Fala de amor, de amizade, de sonhos. O velhinho bravo é divertidíssimo, e o gordinho japonês é inesquecível.

Conheça a vida do casal Carl e Ellie e seu sonho de conhecer as cachoeiras da América do Sul. A vida passa, passa... E eles nunca conseguem viajar até a Venezuela... Até que... Bem, não posso falar muito mais ou começo a chorar, ou conto o final da história.

Este filme vale muito a pena ser visto nas salas de cinema com 3D. Fica ainda mais lúdico.

Não esqueça de levar uma caixa - da bem grande - de lenços de papel.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

HARMONIZE!

Pessoas,

Participei do "Harmonize", um programa do GNT. Passou na última terça, 22/09, e repete hoje, sexta, às 18h30; Sábado às 12:30 e Domingo às 17:30. Gostei do programa. Minhas bochechas é que parecem mesmo que vão estourar. Mas... É o que temos mesmo para o momento.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Vida de artista

Michael Jackson morreu. Dizem que de morte estranha, mas, depois de ler o livro "Michael Jackson - da magia à loucura", é impossível não perceber que esse seria o fim do maior superstar que o mundo já teve. Maior, sim, que Elvis Presley e Madonna. E olha que eu nem gosto tanto assim do moço.

Michael teve uma vida bem da chata. Muito dinheiro e muita fama não resolvem a falta de um vida própria. O pai, um carrasco. A mãe, uma coitada. Os irmãos, uns encostados.

A biografia escrita pelo jornalista americano J. Randy Taraborrelli é incrivelmente bem escrita. Pena que acaba em 2004... Tenho certeza que, em breve, chegará às livrarias uma edição atualizada com os últimos anos de bizarrice do único talento da família Jackson.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

EMMY 2009 goes to...

"Mad Men" e "30 Rock"!!! As duas séries-inspiração para o seriado Poder S.A. levam o Emmy de melhor série dramática e de comédia, respectivamente! Saravá, meu pai! Poder S.A. está mais que no caminho certo!

Veja abaixo a lista dos premiados e seus concorrentes:

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA

"Mad Men"
"Big Love"
"Breaking Bad"
"Damages"
"Dexter"
"House"
"Lost"


MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

"30 Rock"
"Entourage"
"Family Guy"
"Flight Of The Conchords"
"How I Met Your Mother"
"The Office"
"Weeds"

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Viajar de avião é CILADA!

Gente, olha só o "Cilada" sobre avião. MARAVILHOSO! Tá tudo alí, toda parte irritação de ir para o aeroporto. Destaque para a parte que ele diz: "onde essas aeromoças aprendem a falar inglês?", or something like that.


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Brega é tudo!

Amo meu lado brega. Olha o que achei: Fafá de Belém 30 anos atrás! Ela tinha acabado de voltar de "uma temporada nos Estados Unidos". Imagina a vergonha de quem estava na pedra vendo a moça cantando! "Meu pescador é filho de uma sereiaaaaaaaa!"

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Odeio o câncer...

Adeus gato GHOST!Patrick Swayze, o ator-gato-ícone de toda uma geração - da minha - se foi... Aos 57 anos, morreu ontem, 14/09/09, vítima do câncer no pâncreas. Desde 2008 lutava contra essa doença desnecessária. Odeio o câncer. Odeio.

Fica "Ghost". Fica "Dirty Dance". Quem não chorou com o marido-fantasma? Quem não dançou igual a ele escondido no banheiro?

Triste.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Foi e VEM!

"Adeus amor, eu vou partir", cantou a lonnnnggggaaaaaa "Caminho das Índias". Foi. Acabou. Ufa! Até que os últimos capítulos foram bem.

Mas, desculpa a Maya, a grande protagonista da novela das 20h está chegando: HELENA! Tem melhor heroína que as Helenas de Manoel Carlos? Real, às vezes até imoral, Helena é a reivenção da personagem principal das telenovelas. A mocinha sofredora se aposentou lá do outro lado do mundo e continua cantando e dançando o dia inteiro. Ficou na Índia. Agora, no lindo Leblon carioca, acontece "Viver a Vida"!

Liliam Lemertz, Maitê Proença, Cristiane Torloni, Vera Fischer e Regina Duarte (3 vezes!) já foram Helena. E, agora, é chegada a hora da minha amiga-irmã-camarada, TAIS ARAÚJO. Ela tá linda, melhor atriz a cada dia e anda numa felicidade de dar orgulho. Taís merece esta e todas as próximas Helenas!

Em tempo: ninguém lembra, mas Helena Ranaldi foi "quase" uma Helena em Presença de Anita. Ela era a sofredora-traída por José Mayer e se chamava Ana Helena.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Nazismo em 2009...?

Filme alemão A ONDASim. Nazismo em 2009. É esse o alerta do filme "A Onda". Medo.

O longa alemão traz a história de um professor de "Autocracia" e sua turma de lindas e lindos jovens alemães. A discussão central da aula é: "Seria possível, em pleno século XXI, o nascimento de um novo ditador?". E completando a pergunta: "Na Alemanha?". A revolta inicial dos alunos que gritam NÃO é inteiramente apagada pelo teste que o professor resolve colocar na sala. Em apenas uma semana, um novo regime batizado de "A Onda" toma conta de todos. Um verdadeiro regime fascista nasce e invade a escola. E, claro, que o pior acontece... A história é baseada em fatos reais, o que faz do filme um verdadeiro alerta.

As discussões dos jovens é muito interessante. Ainda mais que eles fazem parte da Alemanha e, até hoje, sofrem as consequências de seus antepassados terem dado poder a Hitler. Um misto de vergonha, cansaço e baixa auto-estima permeiam todos os alemães do longa. Interessante.


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

GOSSIP GUY

Beto Ribeiro e o livro Poder S.A. no Meio e MensagemPara quem não sabe, em inglês, "Gossip Guy" significa, digamos, "garoto fofoqueiro". Para quem não sabe, "Gossip Guy" é uma alusão direta ao best-seller que é sucesso no mundo e que já virou seriado na telinha: "Gossip Girl", ou "garota fofoqueira".

AMOOOO "Gossip Girl", amo o livro, amo a série de TV. E amo ter recebido o título de "Gossip Guy" no perfil que acaba de sair no jornal-bacana Meio&Mensagem (edição de 7 de setembro de 2009) sobre a pessoa que aqui escreve. Adorei tudo. Adorei a entrevista, o texto e o que se falou sobre o livro Poder S.A.. Só não gostei da minha foto, mas não por culpa do fotógrafo. A culpa das bochechonas são da minha mãe e do meu pai que me fizeram do jeito que sou. Mas fazer o quê, não é? É o que temos para o momento. O que importa mesmo é que a matéria ficou bem divertida e muito bem escrita.Beto Ribeiro e o livro Poder S.A. no Meio e Mensagem

Obrigado Gabriel Navarro - o repórter - e obrigado Meio&Mensagem - o jornal.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Salve Fernanda Torres

Os Normais 2"Os Normais 2" vale a pena ver porque é sempre bom reencontrar bons e velhos amigos, não é? Mas só compre seu ingresso se você já for fã da série e já estiver acostumado com a loucura do casal mais divertido da TV. Aliás, "Os Normais 2" está mais para um ótimo especial de TV do que para cinema.

O filme podia ser mais curto - toda a sequencia da francesa e do bicho-preguiça serveria como um bom "extra" no DVD e não é necessária para a história. O longa, assim, ficaria com uns 20 minutos a menos, mais enxuto, mais divertido, sem tanta barriga e sem tanto tempo sem rir. Haveria uma piada mais engata na outra. Aliás, existe um problema na extensão da piada. A piada explicita às vezes irrita. Ela, a piada, é mais engraçada quando está subentendida - como a do paciente em exame de prostata. E isso acontece várias vezes, o que é uma pena.

Drica Moraes e Claudia Raia estão maravilhosas. A linda Daniela Suzuki não diz muito a que veio e Danielle Winnits faz, de novo, Danielle Winnits - o que não chega a ser ruim. É apenas uma constatação.

Fernanda Torres é a que toma a tela. Impossível não rir com ela. Impossível não fixar o olhar naOs Normais 2 filha da Fernandona. É genético, não tem jeito. Talento passou pelo sangue nessa família. O Rui, o Luis Fernando Guimarães, faz bem o papel. Mas... Gente... Como o tempo passa... Não vou ser aqui maldoso, nem dizer que o homem envelheceu pra caceta - como diriam "Os Normais". Não, não vou escrever isso... Mas que o tempo passa, ah, isso passa. Para todos nós, inclusive. Meda!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A Grande Dama do Champagne

Livro Viúva ClicquotPara quem gosta de Champanhe e vinhos, leia "A Viúva Clicquot". Para quem gosta de livros, leia "A Viúva Clicquot". E para quem é do mercado corporativo, leia "A Viúva Clicquot".

O livro conta a história de uma das mulheres mais fascinantes do mundo dos vinhos e do mundo dos negócios. A famosa viúva, que dá nome ao champanhe mais famoso do mundo, foi uma das mulheres que não só revolucionou a forma de se fazer e vender champanhe, como acabou abrindo caminho para as mulheres poderem ficar à frente de um negócio sem precisar de um homem junto.

O livro é muito interessante não só porque conta a saga da pequena e nada bela Barbe-Nicola, a viúva, que perdeu o marido aos 27 anos. Mas também porque todo o cenário da história vai de Maria Antonieta a Napoleão III. Essa mulher viveu os anos mais importantes e marcantes da História da França, e mostra como um país sobrevivia - ou não - a tantas guerras e subidas e quedas de Poder.


Um brinde à viúva!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Bebendo ou não, não perca SE BEBER, NÃO CASE

SE BEBER, NÃO CASE!Êta filme do bom esse "Se Beber, Não Case". Divertido, despretensioso, bem feito, engraçado. Os atores - todos - mandam muito bem, e o roteiro é redondo, sem falhas, apesar de o final ser meio óbvio. Mas tudo bem, não estraga nada já adivinhar o fim logo na chegada à Las Vegas.

Quatro amigos vão para a despedida de solteiros de um deles. A noite acaba sendo tão boa que o noivo some e ninguém da turma tem a mais vaga ideia do que aconteceu na noite anterior. Amnésia alcoólica, digamos assim. Um chega ao ponto de perder um dente!
Sem pistas, os três amigos remanescentes saem em busca do noivo fujão. Ou terá sido sequestrado? Hum... O que terá acontecido? Compre seu chocolate - pipoca faz barulho demais na sala de cinema - abra sua lata de coca light pra não engordar, e brinque de detetive durante 2 horas de filme. Vai valer a pena.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ser dono de um lugar é ser dono dos empregados?

Claro que não.

Mas acho que poucas pessoas sabem disso. No meu livro, Poder S.A., mostro presidentes, diretores, donos de empresas que vão além de qualquer limite e usam e abusam do (mal)humor para "estimular" os empregados. Claro que sempre com o acordo do funcionário-colaborador.


Tem gente que acha até que minhas histórias podem ser um pouco, digamos, exageradas. Mas, como sempre digo, o cotidiano é o melhor autor, ele sempre escreve uma história muito melhor que qualquer escritor. Leia abaixo a matéria que saiu na Exame sobre o Mário Gazin, fundador do grupo Gazin. Dizem que é uma empresa de varejo importante. Nunca ouvi falar. E nunca gastaria 1 centavo nessa empresa. O dono da empresa - e não do mundo - joga bombinhas nos empregados para eles "acordarem" e dá cuecas e calcinhas para os funcionários. Nas peças intimas, nada menos que as metas do ano bordadas. É pra ser engraçado? Como é que esses associados-colaboradores aceitam isso!!!???

MATÉRIA RETIRADA DO SITE EXAME.COM. SE PREFERIR, CLIQUE AQUI PARA LER NA EXAME.


exame/negócios

As bombinhas e o bilhão
Na esteira do agronegócio e com métodos de motivação folclóricos (como jogar bombinhas nos funcionários), o empresário Mário Gazin construiu uma rede de varejo bilionária

Márcio Juliboni 06.08.2009 00h01

Lee Iacocca, lendário executivo que comandou a montadora americana Chrysler nos anos 80, costumava dizer que "administração nada mais é do que motivar pessoas". Mário Gazin, fundador do grupo Gazin, 13a maior rede de varejo do país, pouco ouviu falar de Iacocca, mas leva sua máxima ao paroxismo -- e de um jeito bem peculiar. Nas festas de fim de ano, Gazin distribui calcinhas e cuecas a seus aproximadamente 3 400 funcionários. Em todas as peças, manda bordar as metas da empresa para o ano seguinte. Além de estarem folcloricamente gravados na roupa íntima dos empregados, os objetivos estão fixados em cartazes coloridos espalhados por todos os cantos da sede do grupo Gazin -- o que inclui as portas dos banheiros. Há anos, durante o período de festas juninas, uma tradição de Douradina, cidade onde a rede paranaense nasceu, Gazin estoura bombinhas para despertar as pessoas durante o expediente. Os estampidos são acompanhados de gritos: "Vamos mexer o doce, pessoal. Vamos mexer o doce!" Cada cafezinho tomado na empresa é pago -- inclusive os consumidos pelo presidente. "Se não for assim, o pessoal abusa", diz Gazin. Os 6 500 habitantes de Douradina parecem não se incomodar com seu jeito excêntrico. Gazin é uma espécie de ídolo local, o empresário de origem humilde que construiu um negócio bilionário, um sujeito que ajuda a movimentar a economia local com suas técnicas de motivação. Em 2008, o grupo Gazin distribuiu aos funcionários que mais se destacaram 12 automóveis Corolla, diversos carros menores, quase 50 motos, viagens e prêmios em dinheiro. "A pressão para atingir as metas só seria ruim se eu não desse nada em troca", afirma Gazin, um paranaense de 59 anos. Em 2008, sua rede cresceu 27%. Na virada do ano, ele distribui calcinhas e cuecas bordadas com a fórmula 103 = 3% = 16% = 1,7% (ou seja, 103 milhões de reais de vendas ao mês, 3% de aumento do lucro líquido, 16% de retorno do patrimônio e máximo de 1,7% de inadimplência). Nos seis primeiros meses deste ano, 90% das metas foram batidas. Mas o faturamento cresceu 20% em relação ao mesmo período do ano passado.

As calcinhas, as cuecas e, principalmente, as bombinhas ajudam a construir uma versão caricata do empreendedor, mas não explicam seu sucesso. Na esteira do agronegócio, o grupo Gazin fatura atualmente cerca de 1,1 bilhão de reais. São mais de 150 lojas, seis centros de distribuição, centro atacadista, uma fábrica de móveis e outras três de estofados e colchões. O mérito de Gazin foi crescer em mercados em que as grandes redes de varejo têm pouca ou nenhuma presença. Enquanto cadeias como Casas Bahia, Ponto Frio e Magazine Luiza lutam pelos consumidores das grandes capitais, Gazin estendeu sua atuação por áreas bem menos disputadas. Seus móveis e eletrodomésticos são vendidos em lugares tão minúsculos quanto Alto do Taquari, em Mato Grosso, com 6 300 habitantes, ou Cerejeiras, em Rondônia, com pouco mais de 16 000 habitantes. Somente sete dos 100 municípios atendidos pelo grupo contam também com uma loja da Casas Bahia. "A estratégia de Gazin é comer pelas bordas", afirma Eugênio Foganholo, diretor da Mixxer, consultoria especializada em varejo. "Assim, fica protegido contra a concorrência."

A estratégia de crescer nos mercados do Centro-Oeste e do Norte do Brasil começou quase por acaso. As primeiras filiais da Móveis Gazin foram abertas para acompanhar a trajetória de migração dos douradinenses. Seduzidos por terras mais baratas em Mato Grosso do Sul ou empurrados pela forte geada de 1975, que devastou as plantações de café do norte do Paraná, muitos produtores rurais da região saíram rumo ao Norte. A população de Douradina, que tinha 30 000 habitantes quando Gazin abriu sua primeira loja, foi reduzida a um quinto no período de 30 anos. (Hoje, milhares de cidadãos e seus descendentes podem ser encontrados em cidades que vão do Paraná a Rondônia.) Com o tempo, explorar pequenas cidades na fronteira agrícola deixou de ser uma questão de sobrevivência para se tornar um modelo de negócios. Para crescer nesses mercados, antes desprezados pelos grandes varejistas, Gazin explorou a tripla condição de fabricante, atacadista e varejista. De suas próprias fábricas saem os artigos que abastecem os pontos de venda da rede. Como atacadista, Gazin reúne os pedidos de pequenos comerciantes das regiões onde está presente e os soma às encomendas de sua rede, o que lhe confere escala nas negociações com os fornecedores de eletroeletrônicos. No ano passado, os serviços prestados a pequenos comerciantes foram responsáveis por 8% do faturamento do grupo Gazin.

Primogênito de cinco filhos de um casal de lavradores, Gazin faz parte do grupo de empreendedores brasileiros que podem bater no peito e dizer que se fizeram sozinhos. Sua infância e juventude foram marcadas por privações. Ele interrompeu a escola no primeiro ano do ensino fundamental para ajudar nas despesas da casa. Colheu café, foi sapateiro e motorista de parteira. Aos 15 anos, depois de outras tantas ocupações temporárias, passou a trabalhar numa loja de móveis. "Era o melhor negócio do mundo: o pessoal saía feliz e, se não pagasse, a gente podia pegar o produto de volta", diz. Quando o dono decidiu fechá-la, Gazin, então com 17 anos, convenceu o pai a vender o jipe da família e a comprá-la. No começo, ele morava nos fundos da própria loja, cozinhava lá mesmo e durante as tardes, quando o movimento era normalmente baixo, realizava bicos para complementar o orçamento. Nesse período, chegava a vender fiado ou em troca de comida e mercadorias. Somente quando o dinheiro da primeira safra começou a circular na cidade, Gazin teve certeza de que tinha comprado o negócio certo. "Eu sabia que as pessoas me pagariam quando a colheita viesse", diz. Hoje, o grupo Gazin é controlado por dez pessoas, o próprio Mário Gazin mais nove parentes, entre eles seus quatro irmãos. Todos já indicaram seus sucessores na administração do negócio. "Meus três filhos serão meus herdeiros", afirma Gazin. "Mas nenhum deles fará parte da administração. Eles não sabem gastar menos do que ganham."

sábado, 22 de agosto de 2009

Quem conta um conto aumenta um ponto... É isso?

Filme O CONTADOR DE HISTÓRIAS."O Contador de Histórias" é um filme nacional bem feito, bem contado. A chata da Maria Medeiros, a atriz portuga, manda bem - pela primeira vez na vida. O único "porém" - ADOOOOROOOOO quem diz que há um "porém" - fica pra direção de arte. Exagerada demais, às vezes atrapalha, e erra ao misturar objetos da década de 80, quando tudo passa na de 70. Mas vale a pena ver. Corra, porque, como tudo que é bom dura pouco, o longa não deve ficar mais nem uma semana em cartaz.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Morte ao Bruno!

Bruno: uma bobagem que não vale a pena. Infelizmente fui ver o filme "Bruno". Não entendi por que algumas pessoas riam tanto. Realmente brasileiro adora rir quando se fala de cocô, bunda, pinto, cu. Um saco. Uma falta de bom-humor no sentido de bom - espaço - humor. Humor do bom, entendeu?

Esse cara que fez esse personagem Bruno é de uma desnecessidade que chega a irritar. O filme não faz nada. Não critica, não faz rir do real, não é diversão. Uma bobagem da muito cara. Não entendo um estúdio como a Universal investir nesse tipo de coisa.

Não digo, ou melhor, escrevo tudo isso porque não gosto de bicha do mal. Muito pelo contrário. Bicha do mal é muito sarcástica, inteligente. Bruno é um equivoco. Não ajuda nada, nem ninguém. Tira sarro de coisas idiotas, e transforma o nazismo numa brincadeira, o preconceito numa bobagem, o gay num palhaço. E pior é que os gays palhaços vão lá, pagam o ingresso e riem. Não do seu espelho, mas da sua própria caricatura. Uma pena.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A Partida...

Filme A PARTIDA: perfeito!O filme "A Partida" mereceu mesmo todos os prêmios que recebeu. Merecia ainda mais. Merecia ter recebido o Oscar de melhor filme e não só de melhor filme estrangeiro. Lindo. Lindo. E, mais uma vez: Lindo!

Feito no Japão e por japoneses, o longa trata da morte. De todos os ícones e ritos de passagem para encontrar o cara lá de cima, como diria Xuxa. Péssima esta. Desculpe... Bem, mas o filme trata do que é morrer. De todas as mortes numa vida: do trabalho, do amor, do orgulho e, claro, da morte da vida. Fala de preconceito. Fala de doação. E fala também de generosidade.

A trilha sonora é impecável, as atuações incrivelmente exatas, o roteiro perfeito. Aliás, "A Partida" talvez seja o filme mais perfeito que este que aqui escreve já viu. E olha que teria comprado uma cobertura em Nova Iorque com o dinheiro que já gastei em ingressos de cinema e compras de DVDs. Exagerado? Talvez. Tudo bem, dava para comprar um livro sobre as coberturas de Nova Iorque, está bem assim? A brincadeira pode ser exagerada e até o entusiasmo com filme também. Mas não é exagero dizer que você deveria parar tudo agora mesmo e assistir ao filme. No mínimo, você vai gostar...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Código Gaudi: fuja dele!

livro chato esse CÓDIGO GAUDÍAdoro Barcelona. Amo. Quero morar lá A-GO-RA! E foi esse amor puro que fez com que eu me rendesse a uma das maiores bobagens que já li na vida: o romance "O Código Gaudi". Uma cópia bem da mal feita do best-seller "O Código DaVinci". No caso do livro espanhol, Gaudi é o mestre-artista misterioso que liderava uma seita do bem, que esconde um segredo que vai, mais uma vez, mudar o mundo. Ai, que sono...

E dale mais de 300 páginas com uma heroína besta, com um herói bobo, com uma japonesa chata, com uma congregação secreta cheia de mistérios com Jesus Cristo por trás de tudo. O cenário é Barcelona. Os autores (sim, mais de uma pessoa escreveu esta bela porcaria) são historiadores... Dormi... Boa noite...

E desisto de escrever mais alguma coisa sobre essa história - existe de fato alguma?- insossa e mal cheirosa. Não perca tempo. Poupe seu dinheiro. Nem encoste no Gaudi. Depois não diga que não sabia...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

30 anos depois... A Melissinha cresceu!

Como é bom ver uma boa campanha no ar. O sapato-plástico-mulher Melissa - que na minha época tinha nome no diminutivo, a Melissinha - chega aos 30 anos com uma PUTA campanha no ar. Uma historinha muito da bem contada, de 1 minuto, sobre 3 amigas e suas inseparáveis Melissinhas. Vale a pena apertar, ou melhor, clicar, no play: