No mundo corporativo tem cobra... Muita cobra... E pior é que mesmo quem a gente tem certeza que é cobra, ainda assim, dá bote e assusta a gente. De verdade! Isto inspirou os criadores de um dos melhores videos pontocom premiado pelo Ibest. Veja abaixo. ATENÇÃO: PESSOAS ASSUSTADAS DEMAIS E COM PROBLEMAS CARDIORESPIRATÓRIOS, NÃO VEJAM.
Beto Ribeiro, escritor, diretor, roteirista e produtor executivo de TV. Autor de Poder S/A e Eu Odeio Meu Chefe. Na TV, tem mais de 40 séries no ar: Série A3 (Amazon Prime Video), Filme B (Canal Brasil); Terra Brasil (Animal Planet/TV Cultura); Força de Elite e Muito Além do Medo (AMC); Prato do Dia (TLC); Investigação Criminal (AXN); Anatomia do Crime (Discovery).
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O iniciante e o expert, o novo e o velho
Falaram e falaram esta semana sobre Suzana Vieira tirando o microfone da gata-apresentadora do Video Show, a Geovanna Tominaga. Pelo que a imprensa disse e escreveu parecia até que a Suzana tinha batido na coitada da japonesa. Bobagem. O vídeo abaixo mostra que Suzana foi apenas... Suzana. Destemperada? Sim. Falando o que pensa? Sim. Mas divertida e honesta como sempre.
Se a moça de 60 anos não anda bem, o problema é dela. Mas que ela não foi grossa, estúpida com a colega de trabalho, não foi. Não mesmo.
Aconteceu na frente das câmeras apenas o que acontece todos os dias com os que estão começando num emprego e encontram pela frente os bons e velhos dinossauros. É até um teste para ver se "o novo" segura o tranco para um dia se tornar "o velho". Se o pessoal visse o que fazem com estagiários no mundo corporativo... Achariam Suzana uma lady.
Não tem quem nunca tenha querido tirar o "microfone" do NOVO. O NOVO irrita mesmo. Eu mesmo já tirei o microfone de muita gente que estava começando. Simplesmente por não aguentar a falta de ritmo - normal para quem está no "primeiro dia". E tiraram muito o microfone da minha mão nos meus velhos e antigos tempos do começo.
Só para deixar claro: entenderam que o "microfone" é uma figura de linguagem, não é?
Se a moça de 60 anos não anda bem, o problema é dela. Mas que ela não foi grossa, estúpida com a colega de trabalho, não foi. Não mesmo.
Aconteceu na frente das câmeras apenas o que acontece todos os dias com os que estão começando num emprego e encontram pela frente os bons e velhos dinossauros. É até um teste para ver se "o novo" segura o tranco para um dia se tornar "o velho". Se o pessoal visse o que fazem com estagiários no mundo corporativo... Achariam Suzana uma lady.
Não tem quem nunca tenha querido tirar o "microfone" do NOVO. O NOVO irrita mesmo. Eu mesmo já tirei o microfone de muita gente que estava começando. Simplesmente por não aguentar a falta de ritmo - normal para quem está no "primeiro dia". E tiraram muito o microfone da minha mão nos meus velhos e antigos tempos do começo.
Só para deixar claro: entenderam que o "microfone" é uma figura de linguagem, não é?
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Vampiros e Lobisomens
Tem spoiler logo abaixo sobre a saga Crepúsculo. Não quer saber o que vai acontecer? Não leia.
Foram mais de 2500 páginas de muito sangue, vampiros e lobisomens bonzinhos e apaixonados pela mesma songa da mocinha estabanada, a tal da Bella. E, finalmente, terminei a saga que conquistou os mais vendidos de todos os países, os quatro volumes da série "Crepúsculo".
Foram mais de 2500 páginas de muito sangue, vampiros e lobisomens bonzinhos e apaixonados pela mesma songa da mocinha estabanada, a tal da Bella. E, finalmente, terminei a saga que conquistou os mais vendidos de todos os países, os quatro volumes da série "Crepúsculo".O primeiro livro já virou filme. O segundo, o "Lua Nova", vem vindo aí. "Eclipse" já está em pré-produção e o quarto, o ainda inédito no Brasil guaranil, "Breaking Dawn", está em fase de roteirização. O último e decisivo dos quatro livros li em inglês - quase 800 páginas. Mas valeu a pena. Pelo menos vou fazendo um improving do meu English.
Claro que não eram necessários quatro volumes para contar a história da Bella. Aliás, é nítida a falta de trama nos livros. Bastavam 3. Mas por que não embolsar mais alguns milhões de dólares, não é mesmo? Tá certa a Sthephenie Meyer, a autora.
No "Lua Nova", a chatinha Bella se vê abandonada pelo vampirão bonitão do Edward e acaba consolada pelo melhor-amigo-te-amo, o Jacob, o lobisomem bobão. E, quando tudo está bem, Bella descobre que Edward acha que ela morreu. E, pronto, ele resolve se matar com a família italiana de vampiros. É um corre-corre entre os continentes que só americanos para inventarem tamanho absurdo. Mas Bella, infelizmente, salva Edward. Culpa da irmã vampira, a Alice. E mais: Bella é indestrutível! Os italo-vampiros não conseguem fazê-la sofrer com seu mágicos poderes. Uau!!!
Em "Eclipse", a sanguessuga-ruiva-má do primeiro livro finalmente aparece. Lobisomens e vampiros se aliam para acabar com a moça e seus comparsas-chupa-sangues-recém-formados. Uma chatice. Principalmente o dar-ou-não-dar-eis-a-questão da protagonista - virgem aos 18 anos! Dá logo!
O melhor de todos os livros, "Breaking Dawn", é escrito com o olhar de Bella e de Jacob. Neste, a
autora se superou. Finalmente se explica o porquê de tanto sucesso. Ela conseguiu fazer muito bem o suspense e as transformações dos persongens. Tem Bella casando com Edward; tem Bella passando lua de mel no BRASIIIIL; tem Bella deixando de ser virgem; tem Bella virando vampirona da boa; e tem Bella grávida! E tem bebê meio vampiro, meio humano, a lindinha da Renesmee - nome feio, não? E mais: Jacob apaixonado, o tal imprinting, pela filha da Bella. Coisa de louco!!! O resto não conto.
autora se superou. Finalmente se explica o porquê de tanto sucesso. Ela conseguiu fazer muito bem o suspense e as transformações dos persongens. Tem Bella casando com Edward; tem Bella passando lua de mel no BRASIIIIL; tem Bella deixando de ser virgem; tem Bella virando vampirona da boa; e tem Bella grávida! E tem bebê meio vampiro, meio humano, a lindinha da Renesmee - nome feio, não? E mais: Jacob apaixonado, o tal imprinting, pela filha da Bella. Coisa de louco!!! O resto não conto. Se você não se rendeu aos best-sellers vampirescos, ótimo. Vá ler coisa melhor. Isto não Harry Potter que vale cada linha. Não mesmo.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Segundo mais vendido!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Entre o Anjo e o Demônio
Êta felicidade sair do cinema depois de quase duas horas e meia de filme. E de ótimo filme. Como "Anjos e Demônios" é bom! É bom POR demais! Arrisco até em dizer que é melhor que o livro... Loucura, não é? Mas é verdade. No livro, há situações que beiram o ridículo, de tão absurdas. No filme, o roteirista resolveu melhor alguns momentos que Dan Brown, o escritor do livro.Pena que o cenário - a linda Roma - passa tão rápida. Mas, tudo bem. “Anjos e Demônios” exige ritmo, correria - O MUNDO VAI ACABAR, GENTE! E, afinal, não estamos sentados na poltrona do cinema para vermos Discovery Channel. Quer programa turístico, vá para o aeroporto.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Tocave NUNCA MAIS!
Era uma vez.......Uma mocinha nada muito lindinha que fazia um trabalho nada lá muito bonitinho. Ela atendia clientes na empresa de adegas, na tal da TOCAVE. E ela detestava vinhos. E ela detestava adegas. E ela detestava clientes. Mas, fazer o quê, se o Zé lá da rua não a pede em casamento e não a tira dessa vida sem graça, né?
E lá foi ELA para mais um dia em que prometeu infernizar e maltratar mais e mais os pingados clientes que ligam todos os dias - já que a marca que ela trabalha não é lá essas coisas e ninguém compra mesmo. ELA ia fazer da vida dos outros um pouco da sua: chata.
O primeiro cliente ligou e ela não atendeu. Preferiu assim. O segundo cliente apareceu e ela resolveu ser monossilábica. Dizia apenas "sim" e "não". O terceiro, horas depois, ligou. E a tirou de sua mais importante ação do dia: lixar as unhas. Ele vai ver só, prometeu ela com a lixa na mão, à la Scarlet Ohara, de “O Vento Levou”.
- Bom dia, minha adega quebrou.
- Senhor, o senhor, senhor, está no prazo de garantia?
- Não, comprei essa adega faz 13 meses.
- Então o senhor, senhor, deve estar levando para a assistência técnica que fica do outro lado da cidade, senhor.
- Como assim!? Vocês só têm uma assistência técnica!?
- Sim, senhor.
- Eles retiram aqui?
- Sim, senhor. Num prazo de 20 dias, senhor. Vou estar mandando, senhor, um questionário para o senhor estar respondendo e num prazo de 3 dias, respondemos com a embalagem, senhor.
- Que embalagem???
- A que o senhor, senhor, deve estar colocando a adega. Não aceitamos adegas sem estarem guardadinhas na caixa, senhor.
- Guardadinhas?
- Guardadas, senhor.
- Quero falar com seu supervisor.
- Eu sou o supervisor.
- Supervisor?
- Supervisora.
- Quero falar com o gerente de mkt da empresa, então.
- É só comigo que o senhor fala, senhor.
- Só você trabalha aí?
- Sim, senhor.
Silêncio.
- Quer estar fazendo um cadastro senhor? Para estar recebendo nossas novidades, senhor?
O cliente desligou, jogou a adega Tocave pela janela e comprou um outra linda, da GE. "Nunca mais compro marca desconhecida", prometeu o cliente.
A não tão bonitinha voltou a lixar as unhas e agradeceu a Deus por menos um cliente enchendo seus pacová.
E o futuro não espera... Anos depois... Em 2020
A adega GE está linda, maravilhosa. A praga do cliente deu certo: a marca Tocave fechou. A não tão bonitinha, ELA, continua lixando a unha e se lixando para clientes em outro telemarketing. Mas está ainda menos bonitinha, bem mais velha e continua solteira, solteira. O Zé virou travesti e já foi embora para a Itália. Feliz da vida.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
MAIS VENDIDO NA CULTURA!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Ele não vem mais!!!
VIVA!!!Já vai tarde.
Ou melhor, não vem cedo. Nem tarde.
Não entendo. Não entendo mesmo o Brasil abrir as portas pra besta iraniana Mahmoud Ahmadinejad. Homofóbico, fascista, racista. Não pode vir aqui. Não pode sair daquele lugar.
Não que no Brasil não exista todos os "istas" listados acima. Mas, pelo menos, tem lei aqui pra proteger.
Negócios entre os dois paises... Sei lá...
HOMEM BOBO!
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Leis e mais leis!
1- GUIA PRÁTICO DA CIÊNCIA MODERNA: Se mexer, pertence à Biologia.
Se feder, pertence à Química.
Se não funciona, pertence à Física.
Se ninguém entende, é Matemática.
Se não faz sentido, é Economia ou Psicologia.
Se mexer, feder, não funcionar, ninguém entender e não fizer sentido, é INFORMÁTICA.
2- LEI DA PROCURA INDIRETA:
O modo mais rápido de se encontrar uma coisa é procurar outra. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.
3- LEI DA TELEFONIA:
Quando te ligam: se você tem caneta, não tem papel. Se tiver papel, não tem caneta. Se tiver ambos, ninguém liga. Quando você liga para números errados de telefone, eles nunca estão ocupados.
Parágrafo único: Todo corpo mergulhado numa banheira ou debaixo do chuveiro faz tocar o telefone.
4- LEI DAS UNIDADES DE MEDIDA:
Se estiver escrito 'Tamanho Único', é porque não serve em ninguém, muito menos em você...
5- LEI DA GRAVIDADE:
Se você consegue manter a cabeça enquanto à sua volta todos estão perdendo, provavelmente você não está entendendo a gravidade da situação.
6- LEI DOS CURSOS, PROVAS E AFINS:
80% da prova final será baseada na única aula a que você não compareceu, baseada no único livro que você não leu.
7- LEI DA QUEDA LIVRE:
Qualquer esforço para se agarrar um objeto em queda, provoca mais destruição do que se o deixássemos cair naturalmente. A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.
8- LEI DAS FILAS E DOS ENGARRAFAMENTOS:
A fila do lado sempre anda mais rápido. Parágrafo único: Não adianta mudar de fila. A outra é sempre mais rápida.
9- LEI DA RELATIVIDADE DOCUMENTADA:
Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual.
10- LEI DO ESPARADRAPO:
Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda e o que não sai.
11- LEI DA VIDA:
Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada. Tudo que é bom na vida é ilegal, imoral, engorda ou engravida.
12- LEI DA ATRAÇÃO DE PARTÍCULAS:
Toda partícula que voa sempre encontra um olho aberto.
terça-feira, 28 de abril de 2009
De varejo para varejo...
MA-RI-SAAAAAAAA! As Lojas Marisa estão mostrando que é possível fazer campanha de varejo sem ser chata. Campanha sem ser só promoção. Um porre. Os dinossauros que habitam as companhias de varejo acham que só é possível fazer marca e vendas através de propagandas desgastadas, cansativas e nada marcantes. Os eternos "10 vezes sem juros", "Frete Grátis", "50% de desconto". Tudo fácil e já conhecido. Espero mesmo que o pessoal de mkt da Marisa consiga evitar a volta de modelos sem graça e o preço da peça. Vamos aqui rezar!
A nova campanha é muito divertida. Tais Araújo, Carolina Dieckman e Giovanna Antoneli são as estrelas. Amigas há décadas - e eu sei que é verdade. As lindas conversam e daí saem ótimos comerciais. Parabéns para o roteirista - um dos roteiros mais difíceis são esses sem textos pré-marcados.
Duas sugestões para a Marisa:
1) fazer um programa "Marisa" no GNT com as três conversando.
2) colocar os comerciais prolongados - 5 minutos, vai - no site.
Abaixo, o making of da campanha:
A nova campanha é muito divertida. Tais Araújo, Carolina Dieckman e Giovanna Antoneli são as estrelas. Amigas há décadas - e eu sei que é verdade. As lindas conversam e daí saem ótimos comerciais. Parabéns para o roteirista - um dos roteiros mais difíceis são esses sem textos pré-marcados.
Duas sugestões para a Marisa:
1) fazer um programa "Marisa" no GNT com as três conversando.
2) colocar os comerciais prolongados - 5 minutos, vai - no site.
Abaixo, o making of da campanha:
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Quem não confere, dança!
Uma das piores coisas para quem trabalha em Varejo é o muda-muda das campanhas. Principalmente quando envolve produto e preço em promoção. UM MEDO SÓ! E sempre acaba dando problema. Quem trabalha nos hoje chamados B2C que atire a primeira pedra nos coitados que aprovaram folheto errado... Ô dó... Graças a Deus já aposentei meu crachá do mundo corporativo.
MEIO&MENSAGEM
Multa ao Makro pode chegar aos R$ 3 milhões
Rede atacadista foi notificada pelo Procon; pena incorrerá por falha em anúncio publicado no final de semana passado
Andrea Martins
24/04/2009 - 15:21
A rede atacadista Makro foi notificada pelo Procon de São Paulo por causa de um anúncio com erro divulgado pela empresa no final de semana passado. A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor quer esclarecer os fatos ligados ao encarte de Dia das Mães - com vigência entre 21 de abril e 4 de maio e enviado pelo correio a consumidores cadastrados -, que anunciava a venda de um computador portátil por R$ 899. O problema é que, segundo a empresa, o preço real do produto era R$ 1.899 à vista e um erro gráfico teria tirado R$ 1 mil do valor da peça.
A digitação incorreta virou caso de polícia em algumas cidades. Em Ribeirão Preto, dezenas de consumidores foram à delegacia prestar queixa contra o atacadista por propaganda enganosa. Eles queriam comprar o notebook Philco com câmera, memória de 4 GB e HD de 250 GB pelo preço anunciado e não conseguiram. Protestos também foram registrados em Santo André e Bauru. Na capital paulista, 12 consumi dores procuraram o Procon-SP para consultas ou reclamações sobre o caso.
Segundo os artigos 30 e 35 do Código de Defesa do Consumidor, o fornecedor é obrigado a cumprir o que é veiculado nos anúncios e, no caso de recusa, o consumidor pode exigir o cumprimento forçado do que foi ofertado. "O código trabalha com o princípio da boa-fé: prometeu, cumpriu", destaca Paulo Góes, diretor de fiscalização do Procon-SP. Para ele, o erro não era perceptível ao consumidor e criou uma expectativa legítima de compra; por isso o fornecedor deveria cumprir a oferta.
O Makro não quis dar entrevista sobre o assunto. Em nota, divulgou que a empresa "lamenta os inconvenientes causados aos seus clientes e informa que já tomou todas as medidas legais junto aos órgãos de defesa do consumidor". A empresa também diz que divulgou o valor correto do produto em alguns dos principais veículos de comunicação do País (sem mencionar quais), e que utilizou os canais internos da rede para informar o preço certo.
Para Paulo Góes, a publicação de uma errata não desobriga a rede atacadista de cumprir a oferta. O Procon-SP está apurando o caso e já solicitou que o Makro apresente o anúncio de esclarecimento, os números de estoques do produto e outras informações. Segundo Góes, se for constatado desrespeito ao consumidor, a empresa pode ser multada em até R$ 3,19 milhões. "O consumidor que se sentir lesado pode também entrar na Justiça", avisa.
Casos de erros em anúncios não são novidade. Em novembro passado, um descuido na impressão de um encarte das Casas Bahia também irritou consumidores do Rio de Janeiro. No folheto, televisores de LCD de 26 polegadas eram ofertados por apenas R$ 119, quando o preço verdadeiro era R$ 1.399. No mesmo dia, a rede colocou uma errata na fachada das lojas para informar o equívoco, além de divulgar, no dia seguinte, um anúncio de esclarecimento nos 35 veículos que receberam o encarte. Em 2008, a rede varejista fez 27 mil anúncios impressos e mais de 214 milhões de encartes.
MEIO&MENSAGEM
Multa ao Makro pode chegar aos R$ 3 milhões
Rede atacadista foi notificada pelo Procon; pena incorrerá por falha em anúncio publicado no final de semana passado
Andrea Martins
24/04/2009 - 15:21
A rede atacadista Makro foi notificada pelo Procon de São Paulo por causa de um anúncio com erro divulgado pela empresa no final de semana passado. A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor quer esclarecer os fatos ligados ao encarte de Dia das Mães - com vigência entre 21 de abril e 4 de maio e enviado pelo correio a consumidores cadastrados -, que anunciava a venda de um computador portátil por R$ 899. O problema é que, segundo a empresa, o preço real do produto era R$ 1.899 à vista e um erro gráfico teria tirado R$ 1 mil do valor da peça.
A digitação incorreta virou caso de polícia em algumas cidades. Em Ribeirão Preto, dezenas de consumidores foram à delegacia prestar queixa contra o atacadista por propaganda enganosa. Eles queriam comprar o notebook Philco com câmera, memória de 4 GB e HD de 250 GB pelo preço anunciado e não conseguiram. Protestos também foram registrados em Santo André e Bauru. Na capital paulista, 12 consumi dores procuraram o Procon-SP para consultas ou reclamações sobre o caso.
Segundo os artigos 30 e 35 do Código de Defesa do Consumidor, o fornecedor é obrigado a cumprir o que é veiculado nos anúncios e, no caso de recusa, o consumidor pode exigir o cumprimento forçado do que foi ofertado. "O código trabalha com o princípio da boa-fé: prometeu, cumpriu", destaca Paulo Góes, diretor de fiscalização do Procon-SP. Para ele, o erro não era perceptível ao consumidor e criou uma expectativa legítima de compra; por isso o fornecedor deveria cumprir a oferta.
O Makro não quis dar entrevista sobre o assunto. Em nota, divulgou que a empresa "lamenta os inconvenientes causados aos seus clientes e informa que já tomou todas as medidas legais junto aos órgãos de defesa do consumidor". A empresa também diz que divulgou o valor correto do produto em alguns dos principais veículos de comunicação do País (sem mencionar quais), e que utilizou os canais internos da rede para informar o preço certo.
Para Paulo Góes, a publicação de uma errata não desobriga a rede atacadista de cumprir a oferta. O Procon-SP está apurando o caso e já solicitou que o Makro apresente o anúncio de esclarecimento, os números de estoques do produto e outras informações. Segundo Góes, se for constatado desrespeito ao consumidor, a empresa pode ser multada em até R$ 3,19 milhões. "O consumidor que se sentir lesado pode também entrar na Justiça", avisa.
Casos de erros em anúncios não são novidade. Em novembro passado, um descuido na impressão de um encarte das Casas Bahia também irritou consumidores do Rio de Janeiro. No folheto, televisores de LCD de 26 polegadas eram ofertados por apenas R$ 119, quando o preço verdadeiro era R$ 1.399. No mesmo dia, a rede colocou uma errata na fachada das lojas para informar o equívoco, além de divulgar, no dia seguinte, um anúncio de esclarecimento nos 35 veículos que receberam o encarte. Em 2008, a rede varejista fez 27 mil anúncios impressos e mais de 214 milhões de encartes.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Livro+Teatro+Novela=Divã
Tá difícil. Eu nessa empreitada de ver livros que viraram filmes - já contei que em breve Poder S.A. vira série de TV? - ando pagando para sofrer muito. O último sofrimento foi o brazuca "Divã". Deus meu... Que Poder S.A. não seja assim tão maltratado.O filme é ruim como cinema. Seria um bom especial de TV. Na telinha, talvez, os defeitos ficassem menores que na tela grande.
Pra começar, o texto é teatral demais. Pode funcionar no palco, mas não no cinemão. Frases e mais frases, diálogos imensos... desnecessários e cheios de mensagens bobinhas... Tipo: "Viver é doido, mas mais doido é não viver". Sabe coisa cabeção assim? UM PORRE.
Os enquadramentos do filme são de uma preguiça inacreditável do diretor. Tudo fácil, tudo mecânico. Tudo novela demais.
E ninguém acreditaria que uma mulher tão sem graça como a personagem da - ótima - Lilia Cabral conseguiria chamar a atenção dos três atores-gatos e ícones de suas gerações: José Mayer, Reinaldo Gianechinni e Cauã Raymond. Não, ninguém engole essa. A personagem, a doida do Divã, deveria descrever os homens com quem sai como esses três príncipes, e vê-los apenas através dos olhos dela como esses Deuses. Deu pra entender?
Em tempo: a sequência de Lilia Cabral dançando até estragar a coluna é de dar vergonha alheia. Nessa hora, feche os olhos!
Ai... como é fácil criticar...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Puta que pariu!
Desculpe o título, mas é impossível pensar em outro depois de ver os bastidores das gravações do inesquecível Paulo Francis. Se você não sabe quem é este homem, por favor, não conte a ninguém. Faça uma busca no Google e decore o currículo do jornalista.
domingo, 19 de abril de 2009
O nome dela é Susan Boyle
Essa inglesa que tá com tudo e não está prosa merece é mais e mais. Exemplo de quem não desiste de sonhar e de seu próprio sonho, Susan Boyle, a nova-velha-senhoUra de apenas 47 anos, foi lá no programa de TV "Ídolos", na Inglaterra, e arrebentou. Ganhou platéia e jurados por um único bom motivo: seu talento. Amo essa mulher. CLIQUE AQUI E VEJA O VIDEO DELA CANTANDO.A música não podia ser mais bem escolhida: "I dreamed a dream", do musical Les Miserables. Tradução rápida: Eu sonhei um sonho...
sexta-feira, 17 de abril de 2009
A chata que deveria pagar meu ingresso
"Os Delírios de Consumo de Becky Bloom", o longa baseado no livro de mesmo nome, é o pior filme da história do cinema.Precisa falar/escrever mais alguma coisa?
A atriz principal deveria se aposentar e fazer carreira em outra freguesia. Atuar não é a dela. O roteiro é tão ruim, mas tão ruim que comprei o livro para saber se o problema é a história ou a adaptação. Estou tão viciado em ver filmes baseados em livros que estou vendo de tudo - Poder S.A. em breve vira série de TV.
A trama conta a história de uma idiota-boba que dá sorte em conseguir um emprego numa revista importante. O universo fashion New York de "Sex And the City" é referência para a produção, mas os figurinos são apenas esquisitos e de baixa qualidade. Não tem o charme da nossa amada Carrie Bradshaw. Acredita que até os gritinhos da protagonista de SEX são copiados pela insossa da tal Becky Bloom? Uma chatice. Outros filmes claramente - mal - copiados: "Diabo Veste Prada", "Patricinhas de Beverly Hills" e "Legalmente Loira". Ridículo esse "Delírios..." e sem criatividade.
Numa boa, o filme é tão ruim, mas tão ruim que é impossível sair no meio. Você fica ali, paralisado na cadeira, achando que o que está na telona não existe. Acaba sendo risível o óbvio da trama. Aliás, existe alguma?
quarta-feira, 15 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Livro X Filme
Pela primeira vez um filme é melhor que seu livro. "Crepúsculo", a saga chatinha do vampiro bonitão e da mocinha sem graça, é muito mais interessante no escurinho do cinema do que nas suas mais de 300 páginas em formato de livro. A construção dos personagens e as amarrações da história são mais dinâmicas no roteiro do longa do que na literatura. A história em si já não é lá essas coisas. A velha fórmula do lobo mau em pele de cordeiro e a adolescente americana vivendo seus infernos na high school. Bobo. Claro que a trama prende o leitor/expectador - ou o livro não teria vendido tanto. Mas poderiamos, todos, termos vivido sem conhecer esses personagens.
Como a continuação da epopéia dos vampiros hyppes, os livros Lua Nova e Eclipse, já estão ao meu lado, vou ler tudo. Uma pena. Preferia apenas esperar as partes 2, 3 e 4 nos cinemas.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Piadinha boba
Definitivamente, detesto piada. Detesto que me contem e detesto contar. Olha só essa abaixo sobre entrevista de emprego que me mandaram... Alguém entendeu?

domingo, 5 de abril de 2009
Obrigado, Harvey Milk
Acabo de ver o filme "Milk". Incrível. Incrível roteiro, incríveis interpretações, incrível direção, direção de arte. Tudo. Absurdo o tal indiano milionário ganhar o Oscar de melhor filme. Mas, ainda bem, que os Oscar de roteiro e ator ficaram para Milk.Sean Penn, que dá vida-corpo-alma-coração ao lendário Harvey Milk, está de tirar o fôlego. É quase impossível lembrar que o Sr. Penn é ex-Madonna e um dos melhores protótipos do heterossexual - até bater na cantora ele batia. Sean Penn está gay. É gay. Não interpreta, apenas vive como um gay da década de 1970. E manda muito bem.
A história de Harvey Milk é daquelas raras e necessárias para o mundo. Aos 40 anos, este americano mudou sua vida e passou a exigir seus direitos como cidadão. Como cidadão gay. Se ele não tivesse existido, o arco íris ainda não brilharia e os gays não estariam hoje na moda e no dia-a-dia das cidades. Não haveria respeito e as famílias ainda continuariam a jogar para fora seus filhos "diferentes" e "errados".
Como está no título, obrigado Mr. Milk. Obrigado por não ter desistido e ter sido tão feliz em suas escolhas.
James Franco está mais gato e melhor ator do que nunca. Pena que não levou a estatueta de melhor ator coadjuvante. Merecia pelo menos ter sido indicado. Falhas da academia...
Não viu o filme ainda? Corra para o cinema. E leve a caixa de lenços.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
domingo, 29 de março de 2009
Ballet perfeito
Ah, como eu queria que o trabalho fosse tão perfeito e sincronizado como o que acabo de ver no Teatro Sergio Cardoso, em São Paulo. O espetáculo - usei a palavra certa e repito - o espetáculo é exato. Criativo, lindo de se ver. É fácil perceber o trabalho - árduo, por sinal - dos bailarinos, diretores, figurinistas. É óbvio que teve ensaio atrás de ensaio. Mas é incrível como os moços e moças passeiam pelo palco como se dele fossem realmente uma simples extensão. Indico e reindico. Geralmente falo de ARRRRTE mais pro fim da semana, mas como a São Paulo Companhia de Dança fica em cartaz só até dia 5 de abril, resolvi já deixar aqui a sugestão da semana. É baratinho , 20 reais, e o teatro é o Sérgio Cardoso, na Rui Barbosa, 153. Teatrão dos grandes esse Sérgio.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Notícias lá de fora
Pronto, chegamos. Uma pena... tava tudo tão bom... Não que aqui não esteja também, mas, vamos combinar, New York, Chicago, Washington e Canadá são muito mais interessantes que os nossos tristes skylines, não é? Bom, eu acho.E trazendo informações do lado de lá:
- O colete tá voltando com tudo. É a última moda. Espero que seja mesmo a última. Horror puro.
- A atriz Natasha Richardson fez o povo chorar. Aqui não devem ter falado muito da moça, que era atriz - muito boa e conhecida - na Broodway. A Times Square apagou por um minuto - e eu vi - sob o comando de Sara Jessica Parker, a eterna-tudo-de-bom Carrie, do "Sex And The City". Estavam lá também a mãe de Natasha, a atriz Vanessa Redgrave, e o marido, o ator Liam Neeson. Natasha caiu numa aula de esqui e morreu horas depois por traumatismo craniano. Triste.
- A série “Mad Men” (o da foto) e a quinta temporada de “The Office” tá que tá. Por isso que tenho certeza que a série Poder S.A. vai ser tudo na vida da gente.
- Fechei os olhos para não ver “Lost”. Quero ver aqui.
- Julia Roberts voltou para o cinema! Lá, ela estava em tudo que era programa de TV e revistas. Não sei quando o filme dá o ar da graça aqui, mas posso garantir que vale muito o ingresso.
- Só se fala no roteirista de "Milk". Nunca vi alguém sair do armário e, só por isso, ser considerado bacana. Inveja.
- O filme “Shoppingholic” é o novo “Diabo veste Prada” da vez. Vamos aguardar. Assim como dizem que o longa “I Love You, Man” vai roubar o Oscar de 2009. Duvido.
- Comprei um I-Touch e um Mini-Note. Impossível não se render ao pequeno computador.
- Vimos AngelinaJolie e Nicolas Cage filmando em New York. Luxo! Tenho fotos que comprovam, tá?
- A recessão tá forte e o povo tava bem bravo com os bônus da AIG. Estão certos eles.
- Nunca vi americano tão fofo. Nada como o emprego estar na berlinda, não é?
sexta-feira, 20 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Quem mata mais?
Para quem não sabe, explico o porquê de tanta imagem e quase nada de palavras. É que o escritor aqui está viajando. É... peguei o amor, o passaporte, a primeira classe e fugimos do calor para o Canadá e Estados Unidos. Ficaremos por lá por um bom tempo. E para não deixar isto daqui às moscas, tem um monte de posts já agendados. E, abaixo, vai mais uma piada produtiva!


segunda-feira, 9 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
Começo de ano na FIRMA!
Como dizem, o ano começa mesmo é depois do carnaval. por isso, um chefe sabido fez a primeira reunião de integração agora em março - depois que as marchinhas de carnaval se calaram. E lá estavam todos os funcionários da empresa reunidos nessa festa de integração da firma.
E o patrão se engraça e começa a contar piadinhas sem graça nenhuma. Ele conta a primeira, e todo mundo ri… Conta a segunda e a gargalhada é geral.
Quando já estava lá pela quinta piada, o chefão reparou que havia um único rapaz na sala que não riu de nenhuma piada que ele tinha contou. Intrigado, ele se aproxima do rapaz e pergunta:
- Escuta, está acontecendo alguma coisa com você ? Eu já estou na quinta piada e até agora eu não vi você rir!
- Ah, não é nada não… - diz o rapaz sorrindo - É que eu não trabalho nesta empresa!
E o patrão se engraça e começa a contar piadinhas sem graça nenhuma. Ele conta a primeira, e todo mundo ri… Conta a segunda e a gargalhada é geral.
Quando já estava lá pela quinta piada, o chefão reparou que havia um único rapaz na sala que não riu de nenhuma piada que ele tinha contou. Intrigado, ele se aproxima do rapaz e pergunta:
- Escuta, está acontecendo alguma coisa com você ? Eu já estou na quinta piada e até agora eu não vi você rir!
- Ah, não é nada não… - diz o rapaz sorrindo - É que eu não trabalho nesta empresa!
segunda-feira, 2 de março de 2009
Tudo é muito simples...
— Mestre, como faço para me tornar um sábio?
— Boas escolhas.
— Mas como fazer boas escolhas?
— Experiência — diz o mestre.
— E como adquirir experiência, mestre?
— Más escolhas…
— Boas escolhas.
— Mas como fazer boas escolhas?
— Experiência — diz o mestre.
— E como adquirir experiência, mestre?
— Más escolhas…
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Precisa dizer mais alguma coisa...?
E, daqui da ponta mais ao norte das Américas, diretamente do sofisticado Canadá, trago notícias da crise... Veja a foto abaixo... Uma imagem vale mesmo por mil palavras... Principalmente imagem com palavras.
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Vou sambar em outra freguesia!

E no "O balancê, balancê", eu que não quero dançar com você. Eu não. Acho Carnaval chato demais. Por isso, para os que ficam, muito AxÉ! Eu que não vou ouvir Ivete, Margareth, nem a dança da Mobilete. Eu vou é correr para a primeira classe da Continental e voar pra bem longe! Muita neve, muito vinho do bom, muita diversão com minha melhor companhia: meu casamento. Até a volta!
Beijos!!!
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Enquanto isso, na sala da justiça...
John Grisham traz mais uma história que conta os bastidores dos tribunais americanos. O novo livro, "O Recurso", tem ainda mais um atrativo. Um
bom atrativo: é possível também conhecer como se fazem os bilionários contemporâneos, e como vale tudo no mundo dos negócios em que o preço da ação de uma empresa nem sempre reflete seus verdadeiros valores. Tudo vale a pena, para alguns empresários. Tudo vale a pena se, no fim, as ações subirem. Mais e mais. Sempre.
bom atrativo: é possível também conhecer como se fazem os bilionários contemporâneos, e como vale tudo no mundo dos negócios em que o preço da ação de uma empresa nem sempre reflete seus verdadeiros valores. Tudo vale a pena, para alguns empresários. Tudo vale a pena se, no fim, as ações subirem. Mais e mais. Sempre.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Diz que diz no trabalho
No Rio de Janeiro chamam de Rádio-Corredor. Em São Paulo é Radio-Peão. Não importa o nome que leve, o que importa mesmo é saber o quanto a fofoca faz parte do dia-a-dia corporativo. DE-TES-TO! Quando era executivo, essa era uma das coisas mais chatas de administrar: os fofoqueiros de plantão. Não era difícil saber quem eram os Nelson Rubens da empresa. O saco era ter que esconder tudo deles. Fofoca atrapalha e muito.
Conheço muita gente que se utilizou da Radio Peão quando precisava que a empresa toda soubesse da última conquista da área em que trabalhava ou o quanto incompetente era o novo gerente do departamento rival. "Se as armas existem, por que não utilizá-las a seu favor?", era o que me diziam uns. Horrível.
A jornalista Viviane Macedo disserta - e muito bem - sobre o assunto da fofoca no trabalho. Vale a pena ler. Abaixo, a matéria.
Diga não à fofoca e ganhe pontos positivos
Viviane Macedo
Nem o excesso de trabalho, correria e competitividade do ambiente corporativo inibem algumas pessoas a soltarem o verbo - reclamarem, criticarem, fofocarem. Para alguns profissionais conter os ânimos e evitar comentários maldosos sobre os colegas e chefes é quase impossível. O que fazer se um desses "fofoqueiros de plantão" insistir em contar tudo para você? Fuja dele! "É preciso escapar dos fofoqueiros. Fazer parte de uma fofoca, mesmo como ouvinte, não é bom para o profissional", afirma a consultora da BPI RH, Laura Casteliano. Além disso, quem fala dos outros para você, também pode falar de você para as outras pessoas. "Com aquele perfil de frase: 'Soube da última?', o fofoqueiro não perdoa ninguém. E se hoje você é o seu ouvinte, amanhã pode ser sua vítima", alerta o coach de vida, Luiz Antônio Souza Neto.
A fofoca nem sempre começa com uma intenção maldosa, às vezes, um pequeno comentário já é motivo para muita repercussão. "Querendo ou não, a fofoca é uma coisa do ser humano. Acho que nós não vamos nos ver livres disso nunca. O que podemos e devemos é aprender a lidar com esse tipo de informação e usar a discrição", aconselha Laura. Para ela, independente do ambiente, sempre haverá casos desse tipo, por isso é necessário que cada um faça a sua parte. "O maior erro dos profissionais é passar a informação adiante. Todos sabem que é feio e errado, mas são poucos aqueles que quebram o circulo vicioso da fofoca", afirma.
Como ela nasce?
Para Souza Neto, uma chefia ou liderança precária é fator determinante para a proliferação de fofoca no ambiente de trabalho. "Acredito que muito da fofoca se dê por falta de uma boa liderança. O verdadeiro líder não deixa que a fofoca se espalhe, ele consegue ter certo controle da situação e de sua equipe de uma forma geral, então, mesmo que um da equipe queira fofocar, o resto do grupo vai contra isso." Mas, segundo o coach, quando o exemplo vem de cima é ainda pior. "Muitas vezes, o chefe é o grande fofoqueiro e, nesses casos, falta exemplo, ou melhor, o exemplo é negativo e não agrega, pelo contrário, leva o grupo para o mesmo caminho", considera.
Já Laura acredita que a fofoca simplesmente aconteça, muitas vezes, sem que o fofoqueiro tenha noção do tamanho do estrago que pode causar para a pessoa de quem fala. "Quem fala mal ou comenta, faz por algum motivo. Mesmo que não esteja de caso pensado ou disposto a derrubar alguém, o fofoqueiro sabe que isso não é certo, mas nem sempre enxerga a dimensão que um comentário pode ter", diz. E ela alerta "É preciso ter mais responsabilidade ao falar de alguém. Uma fofoca é capaz de destruir a reputação de uma pessoa".
Fique fora e ganhe pontos
Segundo os consultores, ficar fora das rodinhas onde a fofoca acontece só traz benefícios para o profissional. "As pessoas que não entram nesse jogo da fofoca ganham muito! Ganham credibilidade, respeito e a consideração dos superiores, que sabem que podem confiar", garante Laura. E Souza Neto completa. "Além disso, são fortes candidatos a cargos de confiança, pois transmitem seriedade e responsabilidade para as chefias".
Fuja da fofoca
Ela pode até ser atraente, por isso ganha tantos seguidores, mas o melhor que um profissional tem a fazer é se manter bem longe dos bastidores da fofoca, e também tomar os cuidados necessários para não ser o próximo alvo. Veja as dicas de Laura Casteliano e Souza Neto para se prevenir e não entrar no jogo dos fofoqueiros.
- Afaste-se de quem fala mal da organização, chefes e colegas
- Reflita sobre suas atitudes: como age diante de uma fofoca? Se costuma passar adiante, mude!
- Não comente de pessoas quando essas estiverem ausentes
- Não entre em detalhes sobre sua vida pessoal. Seja profissional e busque sempre separar as coisas
- Se for confrontar um fofoqueiro, o faça em particular e com sutileza
Conheço muita gente que se utilizou da Radio Peão quando precisava que a empresa toda soubesse da última conquista da área em que trabalhava ou o quanto incompetente era o novo gerente do departamento rival. "Se as armas existem, por que não utilizá-las a seu favor?", era o que me diziam uns. Horrível.
A jornalista Viviane Macedo disserta - e muito bem - sobre o assunto da fofoca no trabalho. Vale a pena ler. Abaixo, a matéria.
Diga não à fofoca e ganhe pontos positivos
Viviane Macedo
Nem o excesso de trabalho, correria e competitividade do ambiente corporativo inibem algumas pessoas a soltarem o verbo - reclamarem, criticarem, fofocarem. Para alguns profissionais conter os ânimos e evitar comentários maldosos sobre os colegas e chefes é quase impossível. O que fazer se um desses "fofoqueiros de plantão" insistir em contar tudo para você? Fuja dele! "É preciso escapar dos fofoqueiros. Fazer parte de uma fofoca, mesmo como ouvinte, não é bom para o profissional", afirma a consultora da BPI RH, Laura Casteliano. Além disso, quem fala dos outros para você, também pode falar de você para as outras pessoas. "Com aquele perfil de frase: 'Soube da última?', o fofoqueiro não perdoa ninguém. E se hoje você é o seu ouvinte, amanhã pode ser sua vítima", alerta o coach de vida, Luiz Antônio Souza Neto.
A fofoca nem sempre começa com uma intenção maldosa, às vezes, um pequeno comentário já é motivo para muita repercussão. "Querendo ou não, a fofoca é uma coisa do ser humano. Acho que nós não vamos nos ver livres disso nunca. O que podemos e devemos é aprender a lidar com esse tipo de informação e usar a discrição", aconselha Laura. Para ela, independente do ambiente, sempre haverá casos desse tipo, por isso é necessário que cada um faça a sua parte. "O maior erro dos profissionais é passar a informação adiante. Todos sabem que é feio e errado, mas são poucos aqueles que quebram o circulo vicioso da fofoca", afirma.
Como ela nasce?
Para Souza Neto, uma chefia ou liderança precária é fator determinante para a proliferação de fofoca no ambiente de trabalho. "Acredito que muito da fofoca se dê por falta de uma boa liderança. O verdadeiro líder não deixa que a fofoca se espalhe, ele consegue ter certo controle da situação e de sua equipe de uma forma geral, então, mesmo que um da equipe queira fofocar, o resto do grupo vai contra isso." Mas, segundo o coach, quando o exemplo vem de cima é ainda pior. "Muitas vezes, o chefe é o grande fofoqueiro e, nesses casos, falta exemplo, ou melhor, o exemplo é negativo e não agrega, pelo contrário, leva o grupo para o mesmo caminho", considera.
Já Laura acredita que a fofoca simplesmente aconteça, muitas vezes, sem que o fofoqueiro tenha noção do tamanho do estrago que pode causar para a pessoa de quem fala. "Quem fala mal ou comenta, faz por algum motivo. Mesmo que não esteja de caso pensado ou disposto a derrubar alguém, o fofoqueiro sabe que isso não é certo, mas nem sempre enxerga a dimensão que um comentário pode ter", diz. E ela alerta "É preciso ter mais responsabilidade ao falar de alguém. Uma fofoca é capaz de destruir a reputação de uma pessoa".
Fique fora e ganhe pontos
Segundo os consultores, ficar fora das rodinhas onde a fofoca acontece só traz benefícios para o profissional. "As pessoas que não entram nesse jogo da fofoca ganham muito! Ganham credibilidade, respeito e a consideração dos superiores, que sabem que podem confiar", garante Laura. E Souza Neto completa. "Além disso, são fortes candidatos a cargos de confiança, pois transmitem seriedade e responsabilidade para as chefias".
Fuja da fofoca
Ela pode até ser atraente, por isso ganha tantos seguidores, mas o melhor que um profissional tem a fazer é se manter bem longe dos bastidores da fofoca, e também tomar os cuidados necessários para não ser o próximo alvo. Veja as dicas de Laura Casteliano e Souza Neto para se prevenir e não entrar no jogo dos fofoqueiros.
- Afaste-se de quem fala mal da organização, chefes e colegas
- Reflita sobre suas atitudes: como age diante de uma fofoca? Se costuma passar adiante, mude!
- Não comente de pessoas quando essas estiverem ausentes
- Não entre em detalhes sobre sua vida pessoal. Seja profissional e busque sempre separar as coisas
- Se for confrontar um fofoqueiro, o faça em particular e com sutileza
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Dúvidas... e Poder...
O filme "Doubt", ou, em bom português, "Dúvida", é bom. Poderia ser incrivelmente bom se o roteirista/diretor não tivesse destruído, literalmente na última fala, um dos melhores personagens femininos do cinema americano. A Freira vivida por Merly Streep é perfeita. Arrogante, seca, fria, moralista. Mas humana, generosa, gentil, até. Impossível não ficar ao seu lado - até porque o roteiro nos leva a acreditarmos que o Padre, vivido pelo ótimo Philip Seymour Hoffman, fez coisa errada. Pena mesmo que o diretor faz tudo acabar no último segundo do filme... Não dá pra dar um jeito, como diria um amigo? Não dá para, de repente, editarmos o final? Por favor... O filme fala de PODER. De um dos poderes mais antigos do mundo - se não for O mais antigo. O poder da Igreja. O poder de seus padres fanfarrões e cheios de darksides estranhos e perigosos. As freiras que se calem e respeitem a hierarquia. As freiras que falem com seus confessores, mas que não façam nada se descobrirem qualquer escorregada dos padres. Mesmo se o padre estiver sodomisando garotinhos... As freiras que deixem de dormir. Os padres que continuem se divertindo. Numa analogia rápida com o universo executivo, a freira seria um gerente que não pode falar com o presidente caso descobrisse que seu diretor está roubando a empresa. O gerente que feche a boca e reze mil aves-marias.
O filme trabalha, basicamente, com três personagens. Além do padre e da freira-Streep, o vértice está numa freira jovem e inocente (interpretada por Amy Adams), influenciável e possivelmente uma boba nas mãos de um padre mau. Seria uma espécie de estagiário do mundo corporativo... E palmas para o diretor que deixa o espectador em dúvida o tempo todo. Quem é o mocinho? Quem é o bandido? Mesmo depois de tantos escândalos de pedofilia na Igreja, mesmo assim, ficamos horas com dúvida de uns, horas com dúvidas do outro.
Pena mesmo é o final do filme... Já falei disso?
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Quem quer empregooooo?
Deu na BBC: quem pede o menor salário ganha emprego. Nada de muito novo - claro que a pretensão salarial é fator decisivo na escolha de um candidato. No entanto, é a primeira vez que ouço falar em leilão de empregos, onde, quem pede pra ganhar pouco leva pra casa a vaga de trabalho. Ou seja, o único quesito em questão é não se importar em passar fome.
Veja a matéria abaixo, ou clique aqui.
Site dá chance de emprego para quem pede menor salário
BBC Brasil
Um site de empregos nos Estados Unidos está promovendo um "leilão" de vagas na internet em que candidatos podem dizer o quanto querem ganhar -quem pedir o menor salário tem mais chance de ser contratado.
O site Jobaphiles.com foi criado por estudantes recém-formados em Boston e está voltado, principalmente, para outros estudantes ou recém-formados que encontram dificuldades para entrar no mercado de trabalho.
O site atualmente oferece cerca de 180 vagas - na maioria temporárias ou com expediente reduzido - em várias áreas diferentes, como mídia, design e contabilidade, e ainda vagas em lojas e restaurantes e de babá, todas na área de Boston.
Os empregadores anunciam vagas no site, dizendo o tipo de trabalho, o tempo de duração e os requisitos. Os candidatos podem fazer "ofertas", informando suas qualificações e o salário desejado. O site afirma que não necessariamente a oferta de salário mais baixa vai ser a escolhida, mas que o pagamento será um dos fatores mais importantes na hora da decisão.
Uma vez escolhido o candidato, o site passa ao empregador os contatos dele, para que os dois estabeleçam o contrato. Depois de terminado o trabalho, o empregado pode dar uma "nota" ao empregador, que serve de referência em futuros anúncios. O chefe executivo do site, Thai Nguyen, disse ao site do The Boston Channel que a ideia é que ele seja usado como uma espécie de "páginas amarelas de trabalho para estudantes".
O site também tem um espaço para que os estudantes anunciem seu currículo, onde potenciais empregadores poderiam recrutá-los, dependendo de suas necessidades.
Veja a matéria abaixo, ou clique aqui.
Site dá chance de emprego para quem pede menor salário
BBC Brasil
Um site de empregos nos Estados Unidos está promovendo um "leilão" de vagas na internet em que candidatos podem dizer o quanto querem ganhar -quem pedir o menor salário tem mais chance de ser contratado.
O site Jobaphiles.com foi criado por estudantes recém-formados em Boston e está voltado, principalmente, para outros estudantes ou recém-formados que encontram dificuldades para entrar no mercado de trabalho.
O site atualmente oferece cerca de 180 vagas - na maioria temporárias ou com expediente reduzido - em várias áreas diferentes, como mídia, design e contabilidade, e ainda vagas em lojas e restaurantes e de babá, todas na área de Boston.
Os empregadores anunciam vagas no site, dizendo o tipo de trabalho, o tempo de duração e os requisitos. Os candidatos podem fazer "ofertas", informando suas qualificações e o salário desejado. O site afirma que não necessariamente a oferta de salário mais baixa vai ser a escolhida, mas que o pagamento será um dos fatores mais importantes na hora da decisão.
Uma vez escolhido o candidato, o site passa ao empregador os contatos dele, para que os dois estabeleçam o contrato. Depois de terminado o trabalho, o empregado pode dar uma "nota" ao empregador, que serve de referência em futuros anúncios. O chefe executivo do site, Thai Nguyen, disse ao site do The Boston Channel que a ideia é que ele seja usado como uma espécie de "páginas amarelas de trabalho para estudantes".
O site também tem um espaço para que os estudantes anunciem seu currículo, onde potenciais empregadores poderiam recrutá-los, dependendo de suas necessidades.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Mercearia do Francês NÃO, OK?
"Cuidado, em tempos de crise, o que diferencia um lugar é o atendimento", falou o cliente, irritado, depois de esperar por 70 minutos seu prato chegar."Eu não estou sentindo crise nenhuma. Aqui não tem crise", respondeu o francês com charme envelhecido e com um corte de cabelo que devia fazer algum sucesso em 1988.
Pois é... Essa é a descrição da conversa com o proprietário da Mercearia do Francês - restaurante sem muita atração, que fica em Higienópolis, em São Paulo. O dono do lugar, o tal francês de rugas fundas e olhos azuis já não tão jovens, bobo, adora fazer de conta que é chef bacana e esquece de cuidar da freguesia.
Foi assim, como já cantou Wanderleia, que aconteceu lá perto do cemitério da Consolação - onde, um dia, todos acabamos (claro que no Cemitério e não na Consolação):
21h - chegada animada e descontraída para o aniversário do amigo.
21h05 - pedido de uma porção de bolinho de bacalhau.
22h12 - garçom é questionado sobre a porção de bacalhau: "Cadê o danado?". Resposta do moço: "Mandei trocar o óleo porque ele - o óleo - já estava velho. Pedi para colocar um novo para deixar o bolinho mais gostoso". Ninguém, claro, acreditou no dito-cujo. E... pior ainda se for verdade. Óleo velho!?
22h14 - garçom volta à mesa e pede desculpas, "Mas o bacalhau acabou".
22h14 - cinco pessoas do primeiro grupo, vamos chamar aqui de grupo A, pede seus pratos.
22h34 - segundo grupo, o B, pede seus pratos.
22h44 - o segundo grupo, o B, recebe seus saborosos jantares.
22h45 - Beto, o que aqui escreve, e que fazia parte do grupo A, começa a perguntar: "Cadê minha comida?". Resposta do primeiro garçom: "Eu só tiro o pedido. Se quiser resolver alguma dúvida, fale com o matrie".
22h46 - Beto, ainda mais irritado, levanta e vai falar com o maitre. resposta: "Estamos vendo".
22h47 - Beto, que viu o dono-francês chegar às 21h07, pede para falar com o responsável-mor, o pode-pode, o tudo-tudo, o tal do homem de nariz aquilino cheio de marcas de acne. Resposta do maitre: "O dono está com amigos, e não posso incomodá-lo".
22h48 - Beto tem um piti daqueles, roda a baiana, e, mais que de repente, chega o dono acostumado a ser rei no país verde-amarelo. Discutimos, disse que seu atendimento era de terceiro mundo. A resposta do altão foi a melhor: "Mandei servir um espumante como pedido de desculpas" - claro que ele não ia falar Champagne, afinal, o já senhor é de lá da terra de Napoleão e sabe que Champagne é da região de Champagne. Coitado de nosso Chandon, criado aqui em terras sulistas... Chandon, este, não tocado. Como bom conquistador-europeu de terras distantes e mais pobres, acha que os índios aqui vão calar a boca com espelhinhos e afins. Ele que tome o espumante sozinho.
23h03 - Chegada dos pratos. Festa acabada, aniversariante triste, convidados sem graça. E o Beto aqui de vilão para uns, de herói para outros.
Tudo isso para quê? Pergunto, sinceramente, para que uma pessoa abre um restaurante... Se é para ter atendimento medíocre, não é melhor investir na poupança e viver da brisa dos trópicos? Para que abrir um lugar se é para deixar os outros irritados?
Perguntei para o dono o que ele ia fazer. A resposta... "Vou conversar com a equipe". Boa. Ótimo. Perfeito. É para rir? Se for, não achei graça.
A conta veio inteirinha. Até com os 10% - que, claro, eu me neguei a pagar. Sempre alguém se sente constrangido demais a ponto de pagar pelos e para os outros. Pena. Só por isso que os franceses, portugueses, e todos os "eses" do primeiro mundo se sentem à vontade de prestar serviço subdesenvolvido para gente de país em desenvolvimento. Queria ver neguinho sentado em mesa de amigo se a história se passasse na Argentina ou nos Estados Unidos. Bem-feito. Brasileiro tem mesmo o que merece.
Mas não tem nada não... No próximo livro, Mercearia do Francês chega com tudo, como locação para o pior do atendimento da cidade. Desbancando até o Santo Grão.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Padrão Globo de qualidade...
Assim... Sou fã declarado da Globo, gosto da emissora e acho mesmo a Vênus Platinada tudo-de-bom. Mas... às vezes vem uma saudade do Boni...Ontem, quem acompanhou o Big Brother viu uma das sequências que entrará para o hall-vergonha do Projac - junto com a mulher-sushi do Faustão e todas as erradas roupas da Patricia Poeta e do Zeca Camargo, apresentadores do Fantástico. Na noite da segunda-feira fomos agraciados com a tal câmara branca. Ou seja, Big Brother virou No Limite, levando os participantes ao extremo por um punhado de vil metal.
O Boninho, que é filho do Boni, pelo jeito não puxou o pai - homem, este, que sabe mesmo tudo de televisão. Tenho certeza que na era de ouro da Globo, o Deus-poderoso, o pai, o Boni, não deixaria o filho, o Boninho, fazer tudo pelo Ibope, até passear pelo mundo cão. Tenho certeza que não.
A câmara branca é de uma riqueza de detalhes de tortura que lembrou bem um campo de concentração. Sadismo, minha gente, até sadismo, tem limites. O branco, para quem não sabe, ofusca os olhos de tal maneira que dá uma sensação de cegueira branca. A falta de controle do tempo, sem janelas para perceber se é dia ou se é noite, leva qualquer um à falência mental. A solitária do Big Brother, com aura de nave espacial, para mim, foi o limite da criação de mau gosto.
Antigamente, anunciantes não escolhiam onde iam colocar campanhas de seus produtos apenas pelo Ibope. Havia, também, dentro da equação veiculaçãoXretorno, um coeficiente importante: bom gosto. Tanto que Ratinho, no SBT, nunca teve muitas boas marcas fazendo inserção em seus breaks comerciais. Ficava sempre a escama de tubarão como maior anunciante. Quem gostava de mundo cão que ficasse com o tubarão. Eu mesmo, nos meus velhos tempos de marketeiro, barrei campanhas em programas duvidosos. Se fosse eu o responsável por qualquer marca que está dentro do Big Brother, hoje, estaria gritando.
O Big Brother tem como base o voyerismo. Tem também como base o confinamento. Pessoas que não se conhecem tendo que conviver por meses sem qualquer ligação com o mundo exterior. OK, são ratinhos de laboratório com um belo prêmio no final. Mas daí fazer desses coitados-competidores experiências de loucura humana já é demais. Não seria melhor pensar em tramas mais divertidas dentro do espírito "convivência"? Algo como o Pedro Bial não entrar em contato com esses "heróis", como o apresenatdor de camiseta grande e feia fala, por duas semanas? O que os "Brothers" fariam se mais nem esse contato fosse feito? E se nem a produção aparecesse por lá? Eles iriam tentar pular o muro? Sei lá, não estou aqui para criar nada de graça.
Só sei é que choquei. E pronto.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Para entender a crise mundial...
Entenda o porquê da crise na voz de um dos principais personagens. Tem um pouco de preconceito, é verdade. Mas o humor negro do banqueiro inglês é muito bom!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Negócios em família
"Os Irmãos Karamabloch", de Arnaldo Bloch, é uma epopéia familiar das melhores. Vale muito a pena conhecer a saga dos Bloch, que construiram um dos maiores impérios da comunicação do Brasil - junto com os Civita (Abril), Marinho (Globo) e Chateaubriand (Tupi e Diários Associados). Como diz um amigo, o livro dava uma ótima minisérie. E daria mesmo. Quem sabe não vemos na tela da Globo a estréia e o fim da TV Manchete?
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Radio Peão, brigas e conflitos...
Pegue duas ou mais pessoas. Divida-as em grupos separados. Agora, dê, para cada grupo, uma meta impossível de ser atingida. Mexa bastante em sentido horário... Adicione mais três palavras "meta": na meta, avise que a meta de um grupo depende da meta do outro grupo. Resultado?
Se for um especialista do mundo corporativo, ele dirá: "O resultado será uma eficiente integração entre as áreas para que a empresa cresça e se desenvolva com Associados motivados e focados". No entando, a resposta verdadeira, sem dourados, é: "Vai dar merda.". Desculpe o palavreado, mas é verdade. Fora que a empresa vai gastar, e muito, com brigas, picuinhas e fofoquinhas de corredor.
O Canal Executivo divulgou uma interessante pesquisa, através de um artigo com o sugestivo título-auto-explicativo: "Conflitos no trabalho geram perda de 11 dias úteis por ano". A matéria conta que, segundo pesquisa desenvolvida pela Fellipelli, em parceria com a OPP, os brasileiros gastam em média 1,9 hora por semana na solução de conflitos, o equivalente a 91,2 horas por ano e 11,4 dias de trabalho. As empresas nacionais ficam atrás apenas das alemãs e irlandesas, ambas com perdas de 3,3 horas semanais, e das companhias norte-americanas (2,8 horas). O estudo foi realizado em nove países (Inglaterra, Bélgica, Brasil, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Holanda e Estados Unidos), com a participação de 5.000 executivos.
De acordo com a pesquisa, 85% dos funcionários têm de lidar com o conflito em algum grau, e 29% fazem isso com freqüência. A principal causa dos desentendimentos dentro de uma organização brasileira é o estresse, fator apontado por 43% dos entrevistados. O choque de valores vem em segundo lugar, com 24% das reclamações. Já na média global, quase a metade dos funcionários (49%) vê as diferenças de personalidades e luta de egos como os maiores geradores de conflitos, seguidos de estresse (34%) e pressão por conta da elevada carga de trabalho (33%).
Leia a matéria completa clicando aqui.
Se for um especialista do mundo corporativo, ele dirá: "O resultado será uma eficiente integração entre as áreas para que a empresa cresça e se desenvolva com Associados motivados e focados". No entando, a resposta verdadeira, sem dourados, é: "Vai dar merda.". Desculpe o palavreado, mas é verdade. Fora que a empresa vai gastar, e muito, com brigas, picuinhas e fofoquinhas de corredor.
O Canal Executivo divulgou uma interessante pesquisa, através de um artigo com o sugestivo título-auto-explicativo: "Conflitos no trabalho geram perda de 11 dias úteis por ano". A matéria conta que, segundo pesquisa desenvolvida pela Fellipelli, em parceria com a OPP, os brasileiros gastam em média 1,9 hora por semana na solução de conflitos, o equivalente a 91,2 horas por ano e 11,4 dias de trabalho. As empresas nacionais ficam atrás apenas das alemãs e irlandesas, ambas com perdas de 3,3 horas semanais, e das companhias norte-americanas (2,8 horas). O estudo foi realizado em nove países (Inglaterra, Bélgica, Brasil, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Holanda e Estados Unidos), com a participação de 5.000 executivos.
De acordo com a pesquisa, 85% dos funcionários têm de lidar com o conflito em algum grau, e 29% fazem isso com freqüência. A principal causa dos desentendimentos dentro de uma organização brasileira é o estresse, fator apontado por 43% dos entrevistados. O choque de valores vem em segundo lugar, com 24% das reclamações. Já na média global, quase a metade dos funcionários (49%) vê as diferenças de personalidades e luta de egos como os maiores geradores de conflitos, seguidos de estresse (34%) e pressão por conta da elevada carga de trabalho (33%).
Leia a matéria completa clicando aqui.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Titanic + The Secret + Forest Gump = a...?
"O curioso caso de Benjamin Button". Esta é a resposta, entendeu? Não? Explico de novo.O novo filme do Brad Pitt é uma mistura - boa - do Titanic, Forest Gump e The Secret. Talvez esta última referência seja a menos empolgante... O filme tem mensagens positivas demais, chatas, em alguns momentos. Lembra Titanic pelo tempo de filme e pela escolha do roteirista em contar uma linda história de amor que ninguém conhecia através de uma senhora em seus últimos momentos de vida. Além do herói doar sua vida pela felicidade de seu grande e único amor. Tocante... Forest Gump foi misturado para dar ao personagem principal aquela aura de espírito evoluído e alma boa, que tudo dá e nada pede. Além de encontrar num velho barco seu vínculo com o mundo.
Vale a pena comprar o ingresso e ver o filme que acaba de ser indicado a 13 Oscar. "Benjamin Button" tem 159 minutos. Uma longa espera, é verdade. Você sabe e sente as 3 horas de filme, não tem jeito. Mas é só levar comidinhas, uma boa garrafinha de 600ml de coca light e tá tudo certo. O filme não cansa.
A História é interessante e muito bem contada. Não dá pra falar muito sem entregar algumas surpresas... A única reflexão que deixo sem estragar nada é: o final não seria o sofrimento dos doentes de Ausaimer? Outra: Brad Pitt nunca esteve tão bonito e tão bom ator. Repare no olhar que ele tem ao longo do filme. É muito bem dirigido, e é quem situa quantos anos o personagem realmente tem. E última: a abertura/brincadeira com o logo dos estúdios realizadores do filme não é à toa. Button é "Botão" em inglês. E é exatemente nos botões que vemos e aprendemos um pouco sobre o mundo corporativo americano durante e pós segunda guerra. Quem disse que na guerra todo mundo perde dinheiro?
E, sim, a foto no post é do Brad Pitt em um de seus momentos do filme. Incrível, não?
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Exemplo vem de cima
Não adianta. Para melhorar uma empresa, tem que mudar quem está na cabeça. Para matar uma cobra tem que cortar a cabeça. É de cima que vem o exemplo. É quem está no topo que tende a ser copiado. Em tudo. E que bom que quem está no topo, agora, é o simpático Obama! E dá-lhe Obama! Pelo menos, até agora, gritamos OBAAAAAMMMMAAAAAA! Mas ai dele se brincar de menino chato de orelha de abano com sobrenome Bush. - Que as mulheres não copiem demais os vestidinhos da primeira-dama. Só ela pode usar o que usa, hein, gente.
- Que o sorrisão de Obama seja cada vez maior, proporcional à melhora da crise. E que as pessoas copiem seu estilo-feliz-de-verdade.
- Que a serenidade dele seja verdadeira. E que o mercado se inspire nessa serenidade para, sereno, voltar à bonança de dois anos atrás.
God bless America! E que Deus ajude o resto do mundo também!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Fila A
Tem coisa mais chata que ir à SPFW (São Paulo Fashion Week)? Sim, tem um monte de coisas, mas, com certeza, passear pelo pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, em SP, em semana de mUdelos de cara amarrada, é top 10 entre as mais chatas. Não sei por que o povo que trabalha (e ganha bem mal por sinal) no amado-odiado evento da moda brazuca ADORA se fazer de importante. Tem gente que chega a ficar com vinte credenciais penduradas no pescoço e oito celulares na mão (na cintura JA-MAIS!). Tudo pra mostrar tô-ocupada-volta-mais-tarde. E os cabelos desse povo então? Nojo. E os estilos? Os piores possíveis - mas tudo vale para aparecer, não é? Os bastidores desse evento dariam uma ótima série de TV. Hum... gostei da idéia!
E o que dizer da fileira A? No mundo todo, quem senta nessa tal fileira de frente pras magras pernas das lindas que desfilam são os jornalistas e as celebridades realmente bacanas. Aqui na nossa terra do samba não. Dá de tudo: gente amiga-melhor-amiga do costureiro; ex-Big Brother; gente bem desconhecida de óculos bem grande. Jornalista que é bom mesmo... um ou outro. Celebridade A, então... Esquece. Quando aparece, a sensação que se tem é que Madonna acaba de receber Jesus no coração. E, atenção... Bacana que é bacana só ganha e vai na fileira A. Se o seu convite for B... OK... No entanto, a ordem do alfabeto das cadeiras dá a ordem de importância da pessoa. Quanto mais pro final, menor é a pessoinha... Ô, dó... Se o seu ingresso for depois da C, jogue fora e não conte pra ninguém que você foi convidado. Melhor.
Algumas vezes estive lá pelo prédio onde tudo acontece. E prometi que não volto mais. E olha que fui muito bem atendido... Afinal, eu era o "+1" da celebridade realmente A. Muito assessor de imprensa querendo ficar amigo só para conseguir que a celebridade A dê um passeio pelo lounge do seu cliente e tire fotinhos fofas com o merchandising na mão ou no tapume atrás. Tudo superprofissional... Quanto mais fotinho, mais o cliente fica feliz, mais a revista publica, mais o assessor de imprensa garante seu emprego. E mais possível fica da marca-querida-cliente fechar outra edição da quero-quero-pode-pode SPFW.
O que realmente incomoda é esse clima de festa sem bebida. Sabe aquela gente que precisa tanto ser descolada que esquece de ser ela mesma? É assim o lugar. Sem esquecer os pedintes de convites. Só faltam falar "Tio, eu podia tá robanU, mas tô aqui pedinU um ingresso pro convite do desfile da tarde". E vale até ficar em pé! E quem não entra, já se sente feliz em ver ao vivo pelo telão do saguão. Triste, triste.
Mas... vamos combinar que a indústria da moda aqui dos trópicos está fazendo bonito. Não sei se na moda em si, mas pelo menos nos números de vendas, contratos, empregos. Acho essa parte tudo-de-bom. Vamos ver como será essa primeira edição em plena crise subprime-bancária-americana. Vamos cruzar os dedos e rezar. Todo crescimento é importante em dias cinzas. Só não precisa crescer em gente boba que, hoje, até pode ser alguma coisa para alguns, mas que segunda que vem volta a ser o ninguém de sempre.
Amargo o texto de hoje, né?
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Chefe faz mal à saúde!
Nada de muita novidade... Chefe chato não faz nada bem, mas agora ficou comprovado. Chefe mau pode acabar, literalmente com a vida de um subordinado. Veja a matéria abaixo do site diariodasaude.com:
Efeitos colaterais de um chefe ruim
Um estudo feito na Suécia demonstrou que chefes arbitrários e insensíveis não apenas elevam o estresse no ambiente de trabalho, como também aumentam o risco de doenças cardiovasculares nos seus funcionários.
Os pesquisadores do Instituto Karolinska e da Universidade de Estocolmo acompanharam o histórico e as ocorrências relacionadas à saúde de de 3 mil funcionários, todos homens, com idades entre 19 e 70 anos, por um período de quase dez anos.
Chefe ruim faz mal ao coração
Os pesquisadores encontraram uma forte correlação entre um mau gerenciamento e o risco de distúrbios cardíacos graves e ataques do coração nos funcionários que trabalham sob a coordenação desses chefes.
Durante a pesquisa, Foram registrados 74 casos - entre fatais e não-fatais - de ataques cardíacos ou angina instável, marcada por dores ou desconfortos no peito ou em áreas adjacentes, causados pelo fluxo inadequado de sangue no coração.
Avaliação dos chefes pelos subordinados
Os voluntários que participaram do estudo avaliaram o estilo de liderança de seus gerentes em aspectos como a clareza no estabelecimento de objetivos e a habilidade do chefe em se comunicar e dar feedback aos funcionários sobre como ele avaliava o desempenho individual.
Cruzando os resultados dos questionários com as ocorrências médicas, os pesquisadores constataram que, quanto mais competentes os funcionários consideravam seus gerentes, mais baixo era o seu risco de sofrer problemas cardíacos graves.
Os funcionários que avaliaram seus chefes como menos competentes apresentaram um risco 25% maior de apresentar um problema cardíaco grave. Esse risco aumenta com o tempo que o funcionário trabalha sob a coordenação do mau gerente. Os funcionários que ficaram mais do que quatro anos sob o comando de um mau gerente apresentaram um risco 64% maior de sofrer doenças cardíacas.
Os pesquisadores sugerem que as empresas tomem medidas para melhorar o desempenho dos gerentes utilizando a avaliação que seus subordinados façam deles.
Efeitos colaterais de um chefe ruim
Um estudo feito na Suécia demonstrou que chefes arbitrários e insensíveis não apenas elevam o estresse no ambiente de trabalho, como também aumentam o risco de doenças cardiovasculares nos seus funcionários.
Os pesquisadores do Instituto Karolinska e da Universidade de Estocolmo acompanharam o histórico e as ocorrências relacionadas à saúde de de 3 mil funcionários, todos homens, com idades entre 19 e 70 anos, por um período de quase dez anos.
Chefe ruim faz mal ao coração
Os pesquisadores encontraram uma forte correlação entre um mau gerenciamento e o risco de distúrbios cardíacos graves e ataques do coração nos funcionários que trabalham sob a coordenação desses chefes.
Durante a pesquisa, Foram registrados 74 casos - entre fatais e não-fatais - de ataques cardíacos ou angina instável, marcada por dores ou desconfortos no peito ou em áreas adjacentes, causados pelo fluxo inadequado de sangue no coração.
Avaliação dos chefes pelos subordinados
Os voluntários que participaram do estudo avaliaram o estilo de liderança de seus gerentes em aspectos como a clareza no estabelecimento de objetivos e a habilidade do chefe em se comunicar e dar feedback aos funcionários sobre como ele avaliava o desempenho individual.
Cruzando os resultados dos questionários com as ocorrências médicas, os pesquisadores constataram que, quanto mais competentes os funcionários consideravam seus gerentes, mais baixo era o seu risco de sofrer problemas cardíacos graves.
Os funcionários que avaliaram seus chefes como menos competentes apresentaram um risco 25% maior de apresentar um problema cardíaco grave. Esse risco aumenta com o tempo que o funcionário trabalha sob a coordenação do mau gerente. Os funcionários que ficaram mais do que quatro anos sob o comando de um mau gerente apresentaram um risco 64% maior de sofrer doenças cardíacas.
Os pesquisadores sugerem que as empresas tomem medidas para melhorar o desempenho dos gerentes utilizando a avaliação que seus subordinados façam deles.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Quem atende mal...
Deu hoje, na Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo:
CAFÉ AMARGO
O Santo Grão respondeu a uma crítica feita à cafeteria no livro de crônicas "Poder S.A.", de Beto Ribeiro. Na obra, uma personagem pede um capuccino na loja da Oscar Freire e uma "garçonete mal-humorada", "mantendo a fama de péssimo atendimento do local", demora para trazer o pedido.
A casa diz que sua equipe passa por "treinamentos constantes" para evitar tais situações e espera "que a união, motivação e alegria" dos funcionários "sejam sempre visíveis" aos clientes. E convidou autor e personagem para um novo capuccino.
Adoooooooro!
CAFÉ AMARGO
O Santo Grão respondeu a uma crítica feita à cafeteria no livro de crônicas "Poder S.A.", de Beto Ribeiro. Na obra, uma personagem pede um capuccino na loja da Oscar Freire e uma "garçonete mal-humorada", "mantendo a fama de péssimo atendimento do local", demora para trazer o pedido.
A casa diz que sua equipe passa por "treinamentos constantes" para evitar tais situações e espera "que a união, motivação e alegria" dos funcionários "sejam sempre visíveis" aos clientes. E convidou autor e personagem para um novo capuccino.
Adoooooooro!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Baixar Poder S.A.
Ao lado, você encontra o link para todas as lojas pontocom e também para o BuscaPé - onde é possível achar o menor preço. E nas livrarias de tijolo e cimento o livro está fácil de achar.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Quem vale a pena conhecer?
No seu segundo passeio pela literatura, Lauren apresenta os bastidores dos grandes eventos de Nova Iorque, trazendo personagens bem reais desse mundo fashion-bacana-socorro de grandes celebridades americanas. A autora também mostra que trabalhar na produção dessas festas badaladas pode ser pior que ter um chefe-diabo-que-veste-prada. É divertido ver as puxadas de tapetes, os egos inflados, a briga por quem aprece mais que quem. E é mais divertido perceber que, graças a Deus!, estamos fora desse dia-a-dia.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
2009!!!
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