Confira a capa do novo Poder S/A - Sob nova Direção, edição atualizada do primeiro livro, com novas histórias. :)
Em março, nas livrarias!
Beto Ribeiro, escritor, diretor, roteirista e produtor executivo de TV. Autor de Poder S/A e Eu Odeio Meu Chefe. Na TV, tem mais de 40 séries no ar: Série A3 (Amazon Prime Video), Filme B (Canal Brasil); Terra Brasil (Animal Planet/TV Cultura); Força de Elite e Muito Além do Medo (AMC); Prato do Dia (TLC); Investigação Criminal (AXN); Anatomia do Crime (Discovery).
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Novo PODER S/A está chegando!
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
Mulheres no trabalho
A gata Mariana Weickert traz excelentes dicas para a mulherada se vestir bem, e diferente, no mundo corporativo. Veja abaixo. Muito melhor que os terninhos horrorosos que falei da outra vez.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Notícias lá de fora
Pronto, chegamos. Uma pena... tava tudo tão bom... Não que aqui não esteja também, mas, vamos combinar, New York, Chicago, Washington e Canadá são muito mais interessantes que os nossos tristes skylines, não é? Bom, eu acho.E trazendo informações do lado de lá:
- O colete tá voltando com tudo. É a última moda. Espero que seja mesmo a última. Horror puro.
- A atriz Natasha Richardson fez o povo chorar. Aqui não devem ter falado muito da moça, que era atriz - muito boa e conhecida - na Broodway. A Times Square apagou por um minuto - e eu vi - sob o comando de Sara Jessica Parker, a eterna-tudo-de-bom Carrie, do "Sex And The City". Estavam lá também a mãe de Natasha, a atriz Vanessa Redgrave, e o marido, o ator Liam Neeson. Natasha caiu numa aula de esqui e morreu horas depois por traumatismo craniano. Triste.
- A série “Mad Men” (o da foto) e a quinta temporada de “The Office” tá que tá. Por isso que tenho certeza que a série Poder S.A. vai ser tudo na vida da gente.
- Fechei os olhos para não ver “Lost”. Quero ver aqui.
- Julia Roberts voltou para o cinema! Lá, ela estava em tudo que era programa de TV e revistas. Não sei quando o filme dá o ar da graça aqui, mas posso garantir que vale muito o ingresso.
- Só se fala no roteirista de "Milk". Nunca vi alguém sair do armário e, só por isso, ser considerado bacana. Inveja.
- O filme “Shoppingholic” é o novo “Diabo veste Prada” da vez. Vamos aguardar. Assim como dizem que o longa “I Love You, Man” vai roubar o Oscar de 2009. Duvido.
- Comprei um I-Touch e um Mini-Note. Impossível não se render ao pequeno computador.
- Vimos AngelinaJolie e Nicolas Cage filmando em New York. Luxo! Tenho fotos que comprovam, tá?
- A recessão tá forte e o povo tava bem bravo com os bônus da AIG. Estão certos eles.
- Nunca vi americano tão fofo. Nada como o emprego estar na berlinda, não é?
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Precisa dizer mais alguma coisa...?
E, daqui da ponta mais ao norte das Américas, diretamente do sofisticado Canadá, trago notícias da crise... Veja a foto abaixo... Uma imagem vale mesmo por mil palavras... Principalmente imagem com palavras.
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Enquanto isso, na sala da justiça...
John Grisham traz mais uma história que conta os bastidores dos tribunais americanos. O novo livro, "O Recurso", tem ainda mais um atrativo. Um
bom atrativo: é possível também conhecer como se fazem os bilionários contemporâneos, e como vale tudo no mundo dos negócios em que o preço da ação de uma empresa nem sempre reflete seus verdadeiros valores. Tudo vale a pena, para alguns empresários. Tudo vale a pena se, no fim, as ações subirem. Mais e mais. Sempre.
bom atrativo: é possível também conhecer como se fazem os bilionários contemporâneos, e como vale tudo no mundo dos negócios em que o preço da ação de uma empresa nem sempre reflete seus verdadeiros valores. Tudo vale a pena, para alguns empresários. Tudo vale a pena se, no fim, as ações subirem. Mais e mais. Sempre.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Diz que diz no trabalho
No Rio de Janeiro chamam de Rádio-Corredor. Em São Paulo é Radio-Peão. Não importa o nome que leve, o que importa mesmo é saber o quanto a fofoca faz parte do dia-a-dia corporativo. DE-TES-TO! Quando era executivo, essa era uma das coisas mais chatas de administrar: os fofoqueiros de plantão. Não era difícil saber quem eram os Nelson Rubens da empresa. O saco era ter que esconder tudo deles. Fofoca atrapalha e muito.
Conheço muita gente que se utilizou da Radio Peão quando precisava que a empresa toda soubesse da última conquista da área em que trabalhava ou o quanto incompetente era o novo gerente do departamento rival. "Se as armas existem, por que não utilizá-las a seu favor?", era o que me diziam uns. Horrível.
A jornalista Viviane Macedo disserta - e muito bem - sobre o assunto da fofoca no trabalho. Vale a pena ler. Abaixo, a matéria.
Diga não à fofoca e ganhe pontos positivos
Viviane Macedo
Nem o excesso de trabalho, correria e competitividade do ambiente corporativo inibem algumas pessoas a soltarem o verbo - reclamarem, criticarem, fofocarem. Para alguns profissionais conter os ânimos e evitar comentários maldosos sobre os colegas e chefes é quase impossível. O que fazer se um desses "fofoqueiros de plantão" insistir em contar tudo para você? Fuja dele! "É preciso escapar dos fofoqueiros. Fazer parte de uma fofoca, mesmo como ouvinte, não é bom para o profissional", afirma a consultora da BPI RH, Laura Casteliano. Além disso, quem fala dos outros para você, também pode falar de você para as outras pessoas. "Com aquele perfil de frase: 'Soube da última?', o fofoqueiro não perdoa ninguém. E se hoje você é o seu ouvinte, amanhã pode ser sua vítima", alerta o coach de vida, Luiz Antônio Souza Neto.
A fofoca nem sempre começa com uma intenção maldosa, às vezes, um pequeno comentário já é motivo para muita repercussão. "Querendo ou não, a fofoca é uma coisa do ser humano. Acho que nós não vamos nos ver livres disso nunca. O que podemos e devemos é aprender a lidar com esse tipo de informação e usar a discrição", aconselha Laura. Para ela, independente do ambiente, sempre haverá casos desse tipo, por isso é necessário que cada um faça a sua parte. "O maior erro dos profissionais é passar a informação adiante. Todos sabem que é feio e errado, mas são poucos aqueles que quebram o circulo vicioso da fofoca", afirma.
Como ela nasce?
Para Souza Neto, uma chefia ou liderança precária é fator determinante para a proliferação de fofoca no ambiente de trabalho. "Acredito que muito da fofoca se dê por falta de uma boa liderança. O verdadeiro líder não deixa que a fofoca se espalhe, ele consegue ter certo controle da situação e de sua equipe de uma forma geral, então, mesmo que um da equipe queira fofocar, o resto do grupo vai contra isso." Mas, segundo o coach, quando o exemplo vem de cima é ainda pior. "Muitas vezes, o chefe é o grande fofoqueiro e, nesses casos, falta exemplo, ou melhor, o exemplo é negativo e não agrega, pelo contrário, leva o grupo para o mesmo caminho", considera.
Já Laura acredita que a fofoca simplesmente aconteça, muitas vezes, sem que o fofoqueiro tenha noção do tamanho do estrago que pode causar para a pessoa de quem fala. "Quem fala mal ou comenta, faz por algum motivo. Mesmo que não esteja de caso pensado ou disposto a derrubar alguém, o fofoqueiro sabe que isso não é certo, mas nem sempre enxerga a dimensão que um comentário pode ter", diz. E ela alerta "É preciso ter mais responsabilidade ao falar de alguém. Uma fofoca é capaz de destruir a reputação de uma pessoa".
Fique fora e ganhe pontos
Segundo os consultores, ficar fora das rodinhas onde a fofoca acontece só traz benefícios para o profissional. "As pessoas que não entram nesse jogo da fofoca ganham muito! Ganham credibilidade, respeito e a consideração dos superiores, que sabem que podem confiar", garante Laura. E Souza Neto completa. "Além disso, são fortes candidatos a cargos de confiança, pois transmitem seriedade e responsabilidade para as chefias".
Fuja da fofoca
Ela pode até ser atraente, por isso ganha tantos seguidores, mas o melhor que um profissional tem a fazer é se manter bem longe dos bastidores da fofoca, e também tomar os cuidados necessários para não ser o próximo alvo. Veja as dicas de Laura Casteliano e Souza Neto para se prevenir e não entrar no jogo dos fofoqueiros.
- Afaste-se de quem fala mal da organização, chefes e colegas
- Reflita sobre suas atitudes: como age diante de uma fofoca? Se costuma passar adiante, mude!
- Não comente de pessoas quando essas estiverem ausentes
- Não entre em detalhes sobre sua vida pessoal. Seja profissional e busque sempre separar as coisas
- Se for confrontar um fofoqueiro, o faça em particular e com sutileza
Conheço muita gente que se utilizou da Radio Peão quando precisava que a empresa toda soubesse da última conquista da área em que trabalhava ou o quanto incompetente era o novo gerente do departamento rival. "Se as armas existem, por que não utilizá-las a seu favor?", era o que me diziam uns. Horrível.
A jornalista Viviane Macedo disserta - e muito bem - sobre o assunto da fofoca no trabalho. Vale a pena ler. Abaixo, a matéria.
Diga não à fofoca e ganhe pontos positivos
Viviane Macedo
Nem o excesso de trabalho, correria e competitividade do ambiente corporativo inibem algumas pessoas a soltarem o verbo - reclamarem, criticarem, fofocarem. Para alguns profissionais conter os ânimos e evitar comentários maldosos sobre os colegas e chefes é quase impossível. O que fazer se um desses "fofoqueiros de plantão" insistir em contar tudo para você? Fuja dele! "É preciso escapar dos fofoqueiros. Fazer parte de uma fofoca, mesmo como ouvinte, não é bom para o profissional", afirma a consultora da BPI RH, Laura Casteliano. Além disso, quem fala dos outros para você, também pode falar de você para as outras pessoas. "Com aquele perfil de frase: 'Soube da última?', o fofoqueiro não perdoa ninguém. E se hoje você é o seu ouvinte, amanhã pode ser sua vítima", alerta o coach de vida, Luiz Antônio Souza Neto.
A fofoca nem sempre começa com uma intenção maldosa, às vezes, um pequeno comentário já é motivo para muita repercussão. "Querendo ou não, a fofoca é uma coisa do ser humano. Acho que nós não vamos nos ver livres disso nunca. O que podemos e devemos é aprender a lidar com esse tipo de informação e usar a discrição", aconselha Laura. Para ela, independente do ambiente, sempre haverá casos desse tipo, por isso é necessário que cada um faça a sua parte. "O maior erro dos profissionais é passar a informação adiante. Todos sabem que é feio e errado, mas são poucos aqueles que quebram o circulo vicioso da fofoca", afirma.
Como ela nasce?
Para Souza Neto, uma chefia ou liderança precária é fator determinante para a proliferação de fofoca no ambiente de trabalho. "Acredito que muito da fofoca se dê por falta de uma boa liderança. O verdadeiro líder não deixa que a fofoca se espalhe, ele consegue ter certo controle da situação e de sua equipe de uma forma geral, então, mesmo que um da equipe queira fofocar, o resto do grupo vai contra isso." Mas, segundo o coach, quando o exemplo vem de cima é ainda pior. "Muitas vezes, o chefe é o grande fofoqueiro e, nesses casos, falta exemplo, ou melhor, o exemplo é negativo e não agrega, pelo contrário, leva o grupo para o mesmo caminho", considera.
Já Laura acredita que a fofoca simplesmente aconteça, muitas vezes, sem que o fofoqueiro tenha noção do tamanho do estrago que pode causar para a pessoa de quem fala. "Quem fala mal ou comenta, faz por algum motivo. Mesmo que não esteja de caso pensado ou disposto a derrubar alguém, o fofoqueiro sabe que isso não é certo, mas nem sempre enxerga a dimensão que um comentário pode ter", diz. E ela alerta "É preciso ter mais responsabilidade ao falar de alguém. Uma fofoca é capaz de destruir a reputação de uma pessoa".
Fique fora e ganhe pontos
Segundo os consultores, ficar fora das rodinhas onde a fofoca acontece só traz benefícios para o profissional. "As pessoas que não entram nesse jogo da fofoca ganham muito! Ganham credibilidade, respeito e a consideração dos superiores, que sabem que podem confiar", garante Laura. E Souza Neto completa. "Além disso, são fortes candidatos a cargos de confiança, pois transmitem seriedade e responsabilidade para as chefias".
Fuja da fofoca
Ela pode até ser atraente, por isso ganha tantos seguidores, mas o melhor que um profissional tem a fazer é se manter bem longe dos bastidores da fofoca, e também tomar os cuidados necessários para não ser o próximo alvo. Veja as dicas de Laura Casteliano e Souza Neto para se prevenir e não entrar no jogo dos fofoqueiros.
- Afaste-se de quem fala mal da organização, chefes e colegas
- Reflita sobre suas atitudes: como age diante de uma fofoca? Se costuma passar adiante, mude!
- Não comente de pessoas quando essas estiverem ausentes
- Não entre em detalhes sobre sua vida pessoal. Seja profissional e busque sempre separar as coisas
- Se for confrontar um fofoqueiro, o faça em particular e com sutileza
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Quem quer empregooooo?
Deu na BBC: quem pede o menor salário ganha emprego. Nada de muito novo - claro que a pretensão salarial é fator decisivo na escolha de um candidato. No entanto, é a primeira vez que ouço falar em leilão de empregos, onde, quem pede pra ganhar pouco leva pra casa a vaga de trabalho. Ou seja, o único quesito em questão é não se importar em passar fome.
Veja a matéria abaixo, ou clique aqui.
Site dá chance de emprego para quem pede menor salário
BBC Brasil
Um site de empregos nos Estados Unidos está promovendo um "leilão" de vagas na internet em que candidatos podem dizer o quanto querem ganhar -quem pedir o menor salário tem mais chance de ser contratado.
O site Jobaphiles.com foi criado por estudantes recém-formados em Boston e está voltado, principalmente, para outros estudantes ou recém-formados que encontram dificuldades para entrar no mercado de trabalho.
O site atualmente oferece cerca de 180 vagas - na maioria temporárias ou com expediente reduzido - em várias áreas diferentes, como mídia, design e contabilidade, e ainda vagas em lojas e restaurantes e de babá, todas na área de Boston.
Os empregadores anunciam vagas no site, dizendo o tipo de trabalho, o tempo de duração e os requisitos. Os candidatos podem fazer "ofertas", informando suas qualificações e o salário desejado. O site afirma que não necessariamente a oferta de salário mais baixa vai ser a escolhida, mas que o pagamento será um dos fatores mais importantes na hora da decisão.
Uma vez escolhido o candidato, o site passa ao empregador os contatos dele, para que os dois estabeleçam o contrato. Depois de terminado o trabalho, o empregado pode dar uma "nota" ao empregador, que serve de referência em futuros anúncios. O chefe executivo do site, Thai Nguyen, disse ao site do The Boston Channel que a ideia é que ele seja usado como uma espécie de "páginas amarelas de trabalho para estudantes".
O site também tem um espaço para que os estudantes anunciem seu currículo, onde potenciais empregadores poderiam recrutá-los, dependendo de suas necessidades.
Veja a matéria abaixo, ou clique aqui.
Site dá chance de emprego para quem pede menor salário
BBC Brasil
Um site de empregos nos Estados Unidos está promovendo um "leilão" de vagas na internet em que candidatos podem dizer o quanto querem ganhar -quem pedir o menor salário tem mais chance de ser contratado.
O site Jobaphiles.com foi criado por estudantes recém-formados em Boston e está voltado, principalmente, para outros estudantes ou recém-formados que encontram dificuldades para entrar no mercado de trabalho.
O site atualmente oferece cerca de 180 vagas - na maioria temporárias ou com expediente reduzido - em várias áreas diferentes, como mídia, design e contabilidade, e ainda vagas em lojas e restaurantes e de babá, todas na área de Boston.
Os empregadores anunciam vagas no site, dizendo o tipo de trabalho, o tempo de duração e os requisitos. Os candidatos podem fazer "ofertas", informando suas qualificações e o salário desejado. O site afirma que não necessariamente a oferta de salário mais baixa vai ser a escolhida, mas que o pagamento será um dos fatores mais importantes na hora da decisão.
Uma vez escolhido o candidato, o site passa ao empregador os contatos dele, para que os dois estabeleçam o contrato. Depois de terminado o trabalho, o empregado pode dar uma "nota" ao empregador, que serve de referência em futuros anúncios. O chefe executivo do site, Thai Nguyen, disse ao site do The Boston Channel que a ideia é que ele seja usado como uma espécie de "páginas amarelas de trabalho para estudantes".
O site também tem um espaço para que os estudantes anunciem seu currículo, onde potenciais empregadores poderiam recrutá-los, dependendo de suas necessidades.
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