Quando uma marca contrata uma celebridade, ela, a marca, quer, na verdade, se apropriar do valor que a celebridade tem aos olhos do público e transferí-lo para seus produtos. Como se dissesse: "Eu sou igualzinha a ela". Simples assim.
Por isso, a celebridade tem, é óbvio, que criar sua "marca", sua personalidade, para ser um bom produto de marketing. Assim, as empresas podem querer transformar a celebridade como ícone de sua marca. Simples assim.
Uma das melhores celebridades que conseguem fazer uma boa marca própria e agregar real valor para produtos é Gisele Bunchen. Ela sabe o que e quando falar, é discreta o máximo que pode, é sempre simpática. Um docinho. Malu Mader também é o nome que mais aparece em pesquisas como "a cara" que toda mulher quer ter - feliz, bem casada, boa mãe, de bem com a vida. Simples assim.
O que não é simples assim é a não tão incrível Isabeli Fontana. Não entendo como essa moça consegue falar tanta besteira. Não existe um empresário, um agente, um amigo para fazê-la ficar quieta? A marca que a coloca como sua garota propaganda deve estar irritada. Primeiro, a moça do sul disse no GNT Fashion que o mundo sempre se surpreende quando ela diz que é brazuca porque as pessoas não acreditam que pode haver brasileira tão bonita, branca, de olhos azuis como ela. Ela, a Isabeli, a Fontana, disse que sempre acham que no Brasil só há negros e índios. Ou seja, usando palavras dela, "que não existe cultura no país". Só pra entender... Negros e índios não têm cultura?
A última da não tão linda quanto acha que é, a colega de Gisele, a Isabeli, foi dizer que não queria que filho dela fosse gay. A tonta foi ao programa da Hebe e disse que até aceita os gays, mas não queria que o filho dela fosse gay. Ai, ai... Essa imbecil não deve ter pensado na quantidade de gays que vivem ao redor dela. Quanta bobagem dita... Veja o vídeo abaixo.
Que preguiça que essa moça dá nas pessoas. O bom de tudo é saber que o tempo passa pra todo mundo. Um dia, o rostinho da Isabeli vai cair, vai ficar escondido em tudo que é pelanca e rugas. E aí... Se Deus quiser, estaremos livres dela. De um vez por todas. Porque, afinal, a única coisa que essa besta tem para mostrar é o rosto.
Beto Ribeiro, escritor, diretor, roteirista e produtor executivo de TV. Autor de Poder S/A e Eu Odeio Meu Chefe. Na TV, tem mais de 40 séries no ar: Série A3 (Amazon Prime Video), Filme B (Canal Brasil); Terra Brasil (Animal Planet/TV Cultura); Força de Elite e Muito Além do Medo (AMC); Prato do Dia (TLC); Investigação Criminal (AXN); Anatomia do Crime (Discovery).
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Mulheres no trabalho
A gata Mariana Weickert traz excelentes dicas para a mulherada se vestir bem, e diferente, no mundo corporativo. Veja abaixo. Muito melhor que os terninhos horrorosos que falei da outra vez.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Fila A
Tem coisa mais chata que ir à SPFW (São Paulo Fashion Week)? Sim, tem um monte de coisas, mas, com certeza, passear pelo pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, em SP, em semana de mUdelos de cara amarrada, é top 10 entre as mais chatas. Não sei por que o povo que trabalha (e ganha bem mal por sinal) no amado-odiado evento da moda brazuca ADORA se fazer de importante. Tem gente que chega a ficar com vinte credenciais penduradas no pescoço e oito celulares na mão (na cintura JA-MAIS!). Tudo pra mostrar tô-ocupada-volta-mais-tarde. E os cabelos desse povo então? Nojo. E os estilos? Os piores possíveis - mas tudo vale para aparecer, não é? Os bastidores desse evento dariam uma ótima série de TV. Hum... gostei da idéia!
E o que dizer da fileira A? No mundo todo, quem senta nessa tal fileira de frente pras magras pernas das lindas que desfilam são os jornalistas e as celebridades realmente bacanas. Aqui na nossa terra do samba não. Dá de tudo: gente amiga-melhor-amiga do costureiro; ex-Big Brother; gente bem desconhecida de óculos bem grande. Jornalista que é bom mesmo... um ou outro. Celebridade A, então... Esquece. Quando aparece, a sensação que se tem é que Madonna acaba de receber Jesus no coração. E, atenção... Bacana que é bacana só ganha e vai na fileira A. Se o seu convite for B... OK... No entanto, a ordem do alfabeto das cadeiras dá a ordem de importância da pessoa. Quanto mais pro final, menor é a pessoinha... Ô, dó... Se o seu ingresso for depois da C, jogue fora e não conte pra ninguém que você foi convidado. Melhor.
Algumas vezes estive lá pelo prédio onde tudo acontece. E prometi que não volto mais. E olha que fui muito bem atendido... Afinal, eu era o "+1" da celebridade realmente A. Muito assessor de imprensa querendo ficar amigo só para conseguir que a celebridade A dê um passeio pelo lounge do seu cliente e tire fotinhos fofas com o merchandising na mão ou no tapume atrás. Tudo superprofissional... Quanto mais fotinho, mais o cliente fica feliz, mais a revista publica, mais o assessor de imprensa garante seu emprego. E mais possível fica da marca-querida-cliente fechar outra edição da quero-quero-pode-pode SPFW.
O que realmente incomoda é esse clima de festa sem bebida. Sabe aquela gente que precisa tanto ser descolada que esquece de ser ela mesma? É assim o lugar. Sem esquecer os pedintes de convites. Só faltam falar "Tio, eu podia tá robanU, mas tô aqui pedinU um ingresso pro convite do desfile da tarde". E vale até ficar em pé! E quem não entra, já se sente feliz em ver ao vivo pelo telão do saguão. Triste, triste.
Mas... vamos combinar que a indústria da moda aqui dos trópicos está fazendo bonito. Não sei se na moda em si, mas pelo menos nos números de vendas, contratos, empregos. Acho essa parte tudo-de-bom. Vamos ver como será essa primeira edição em plena crise subprime-bancária-americana. Vamos cruzar os dedos e rezar. Todo crescimento é importante em dias cinzas. Só não precisa crescer em gente boba que, hoje, até pode ser alguma coisa para alguns, mas que segunda que vem volta a ser o ninguém de sempre.
Amargo o texto de hoje, né?
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Gisele - a mais mais

Linda, todo mundo sabe que ela é. Rica também. Agora, o que poucos sabem é que Gisele Bündchen é uma mulher de negócios que não deixa nada a desejar às melhores executivas do mundo corporativo. Tanto que a revista-bacana-das-américas, a "Arena", elegeu a gaúcha como "a mulher de negócios mais sexy do mundo". Gostei. Quem disse que tem que ser feia para entender de números, lucros e balanços?
Aliás, um economista americano desenvolveu um índice paralelo ao Dow Jones (a principal bolsa americana) mostrando que as empresas que colocaram a moça from Rio Grande do Sul como garota-propaganda tiveram lucros mais expressivos que seus concorrentes. Forte, né?
terça-feira, 8 de julho de 2008
Celular na cintura... Ainda tem gente que usa...
Como as pessoas estão se divertindo com o lado moda-fútil deste blog, vamos agora a mais um CERTO ERRADO FASHION (ui!). Ou melhor, vamos falar de um outro fenômeno-guarda-roupa nas empresas (e que não tem nada a ver com o Ronaldo, o jogador. Daí também já seria demais!). Celular na cintura. Como pode? Como alguém usa? Como tem coragem de jogar o bicho colado ao cinto e achar que está tudo bem? Celular na cintura é tão abominável quanto pochete (que eu achava que escrevia bochete).Tem uns que dizem que é prático ter o telefone grudado na calça. OK. Pode ser... Mas continuo não aceitando.
Há outros que garantem que seu porta-celular é de marca. Ao que as lojas não têm que se render pra dar lucro nos dias de hoje...
E ainda existem os que falam: “Qual o problema? Eu gosto de usar celular na cintura”. Tudo bem, cada um gosta do que quiser. E eu não gosto de quem gosta de por o celular no passante da calça. Tenho certeza que faz isso só para me irritar.
E, gente, peloamordedeusinho... Se vai colocar o celular na cintura, pelo menos não coloca musiquinha chata de mulher Melancia ou do filme Psicose. Ninguém merece. Nem o celular na cintura (só pra reforçar e relembrar), nem a música pra-lá-de-animada.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Espelho, espelho meu... Existe alguém mais belo do que eu?
Ai, ai... Vamos lá... Respondendo à pergunta/título do post... Se você estiver com alguma dessas gravatas acima, cheias de estampas, digamos, divertidas, qualquer um será mais belo do que você.
Eu adoraria que alguém explicasse o porquê de serem confeccionadas gravatas como essas. E também adoraria entender como alguém coloca ISSO e vai trabalhar.
Atendendo aos pedidos que chegaram por causa do post sobre terno, vamos falar de gravatas:
- Não pode e ponto. Gravatas de bichinho, estampa, coração,
estão fora. Se você tiver alguma, não conte a ninguém e jogue-as no lixo. Mas corte todas de ponta a ponta para evitar que alguém invente de fazer moda com essas peças.
estão fora. Se você tiver alguma, não conte a ninguém e jogue-as no lixo. Mas corte todas de ponta a ponta para evitar que alguém invente de fazer moda com essas peças.
- Tá gordinho? Emagreça ou compre gravatas mais longas. Gravata terminando no umbigo só no Brad Pitt fica bom. E vamos combinar que você e eu não somos o Brad Pitt.
- Por mais que os editoriais de moda adorem misturar camisa listrada na vertical com gravata com listras na horizontal, tenha pena dos que sofrem de labirintite. Dá tontura, gente. Estamos aceitando, temporariamente, o COMPOSE apenas como estratégia para acabar com um inimigo na empresa.
- Se sua mãe sabe onde vendem gravatas baratinhas, ótimo, guarde esse segredo para você. Não leve baciada de gravatas para os companheiros da empresa comprarem. Fica todo mundo com a mesma peça pendurada no pescoço. E, geralmente, é tudo gravata feia.
- Gravata diz o calibre do executivo. É melhor ter três boas que centenas que não são lá uma Hugo Boss.
Estamos combinados?
terça-feira, 24 de junho de 2008
Casa Gucci – o PODER vem do Berço
Não perca o ótimo “Casa Gucci – Uma história de glamour, cobiça, loucura e morte”, de Sara Gay Forden, lançado pela Editora Soman. A História de uma das famílias mais italianas e chiques do mundo é contada em tom de romance indo de Guccio Gucci a Domenico de Sole (o CEO que fez da marca uma empresa bem capitalista). O texto é excelente, fazendo qualquer um ler suas 500 páginas em poucos dias.
Esse livro acabou corroborando com algo que eu sempre tive como verdade absoluta: empresas familiares são as piores para se trabalhar. O voto do dono vale mais que toda opinião da empresa. Afinal, ele é dono, e não presidente. Ninguém pode mandá-lo embora. A pressão familiar sobre os herdeiros do trono acabam trazendo futuros ditadores descontentes para a tão sonhada cadeira de presidente da empresa. Imaginem aquele garoto que queria ser bailarino obrigado a entender de balanços, números, estoques e textos jurídicos. O que acontecerá? Claro, além de engordar, o cara será extremamente infeliz, tendo seus funcionários como extensão de sua sentença de tristeza imposta pelo seu sobrenome e seus pais. No meu livro, no Poder S/A, tem
uma história dessas... Claro que sem o glamour de Tom Ford, que conseguiu reerguer a marca, depois que a família saiu dos negócios.Compre já:
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Com que roupa, digo, terno, que eu vou?

Que ternos são esses? Sem explicações. Terno mal cortado é pior que
os Mulis das executivas-tô-bacana.
Atenção, senhores das empresas: terno ruim dá na cara. Não ouçam os vendedores de lojas de nome esquisito dessem shoppings baixa-renda! Eles só querem a comissão das vendas e trocam de roupa antes de ir embora. Entrevistei um desses seller-men (nome em inglês sofistica o blog) e, quando questionei se ele usava esses ternos de ombreira que termina depois da orelha, a resposta foi: “Deus me livre!”. Viu só, como o cliente foi um bobo que saiu feliz com seu terno de “Promoção 3 peças por 50 real (sic)”?
Acima e pelos lados deste post, vocês podem ver o jogo dos duzentos erros no desfile horror-inferno que achei pela busca do Google. Há aqui uma brincadeira tonta: um desses ternos é bacana... Hummmm qual será, né? Tá tão difícil...
os Mulis das executivas-tô-bacana.Atenção, senhores das empresas: terno ruim dá na cara. Não ouçam os vendedores de lojas de nome esquisito dessem shoppings baixa-renda! Eles só querem a comissão das vendas e trocam de roupa antes de ir embora. Entrevistei um desses seller-men (nome em inglês sofistica o blog) e, quando questionei se ele usava esses ternos de ombreira que termina depois da orelha, a resposta foi: “Deus me livre!”. Viu só, como o cliente foi um bobo que saiu feliz com seu terno de “Promoção 3 peças por 50 real (sic)”?
Acima e pelos lados deste post, vocês podem ver o jogo dos duzentos erros no desfile horror-inferno que achei pela busca do Google. Há aqui uma brincadeira tonta: um desses ternos é bacana... Hummmm qual será, né? Tá tão difícil... quinta-feira, 19 de junho de 2008
O Diabo na Moda
Mas puxei o assunto SP Fashion Week só para deixar o blog ajustado com o assunto do
Esse livro serviu de inspiração para eu escrever Poder S/A já que conta como tudo acontece - de verdade - na maior revista de moda do mundo: a Vogue americana. A Diaba que veste Prada, a personagem Miranda Priesley (no longa, interpretada pela magnifica, estupenda, pode-pode, Merly Streep), é mais que sabido que é a Anne Wintour, a editora-chefe da Vogue. O jogo “o que é verdade nessas histórias?” é tão divertido quanto acompanhar o sofrimento da protagonista AndrEE-AAA, a assintente-tonta-estilo-eu-vou-vencer. Até onde há glamour há idiotices corporativas. Tem chefe bravo que se acha Deus e tem funcionário bobo que acha que seu chefe é Deus. Não adianta: firma é firma.
Para comprar o livro clique aqui. Se preferir o filme, aqui.
E fique por dentro das novidades da moda no mundo corporativo:
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Meia Branca NÃO, NÃO e N-Ã-O!!!
Quem não leu Diário Oficial ontem se ferrou. Está na primeira página, agora é definitivo: meia branca dá cadeia sem fiança. Usou, dançou – e não vai ser na The Week. Sério. Meia branca aceito só as curtinhas para colocar tênis. E paramos por aí – porque já existem as pretas. Aceito também em jogador de futebol e homem hétero de bermuda quando ainda é vestido pela mãe. E chega. Sem mais exceções.
Não existia Cristo que melhorasse meu humor depois de participar de uma reunião chata com gente se fazendo de moderna e cruzando a perna com a brancona lá – a meia e não a perna – só me afrontando. Com terno, eu não sei, não entendo. Como alguém pode, Santo Deus, colocar um terno e tacar a meiona de futebol branco-encardida? Só falta jogar o mocassim – mas essa já é outra história.
Então estamos combinados? Lugar de meias brancas é onde? No lixo e na cara de quem teve coragem de vender essas porcarias, claro.
Hoje perdi mesmo meus cadernos, mamãe!
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Miranda – a workaholic das Sex
Finalmente chega às telonas o tão aguardado longa-metragem Sex And The City. Não vou gastar nem uma linha para falar sobre o filme ou sobre o seriado. Já tem gente demais fazendo isso e dou graças a Deus que as quatro voltaram para acalmarem um pouco os corações das minhas amigas solteiras.Apenas aproveitando o gancho do filme da moda, vale falar sobre a única mulher meio de verdade entre as quatro: a ruiva-lésbica-na-vida-real Miranda, ou Mirandão para as íntimas. A moça tem, talvez, o dia-a-dia menos glamuroso das amigas, o namorado mais bundão e a casa menos fashion (ela mora no Brooklin, gente!). Além de ser a mais apagadinha e esquecida das atrizes. Mas é a que mais existe na vida real das empresas.
Conheço muitas Mirandas... Mulheres meio amargas, acostumadas com o que a vida deu para elas. Miranda é a que trabalha-trabalha-nego, não tem hora para sair do escritório (e gosta de virar a noite na sua sala de trabalho), está sempre tendo que provar pro chefe o quanto é boa e ainda coloca dinheiro em casa. O maridão não é lá o melhor amigo da labuta.
A Ruiva-Sex ainda dá conta do filho, cuida do corpo e colocou a sogra doente pra morar com o casal. Segundo li, Mirandão estará em crise com seu casamento morno – não é para menos e não poderia ser mais verdadeiro. Vamos ver como ela vai se sair dessa. Será que larga tudo e vai brincar de Simone e Isis de Oliveira? Podia ser uma bela reviravolta. Vai ter mulher a dar com pau (não resisti ao trocadilho, desculpe) achando um bom final feliz. Palmas para Mirandão! Plac-plac-plac-plac...
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Cadê a tesoura pra eu picotar essa roupa-corporativa?


Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça que são os trajes desses manequins. Coisa gostosa. Quando eu navegava por aí e por ali, caí de cara com essas fotos (não adianta insistir, não vou explicar como cheguei até a página com... ISSO). É difícil adjetivar numa só palavra esse tipo de moda-terror de mulher-executiva-que-se-acha-chique.
Não dá pra enganar, gente... Quer se fazer de fina, então tem que investir. Cuidado com esses trajes de qualidade duvidosa. Dá muito na cara que custou SÓ vinte reais. Não precisa gastar tudo o que tem num Dior - até porque não dá pra ir todos os dias para o trabalho com a mesma roupa. Mas existem lojas que vendem terninhos mais bem-feitos que esses taillers Chanel made in 25 de março.
Não dá pra enganar, gente... Quer se fazer de fina, então tem que investir. Cuidado com esses trajes de qualidade duvidosa. Dá muito na cara que custou SÓ vinte reais. Não precisa gastar tudo o que tem num Dior - até porque não dá pra ir todos os dias para o trabalho com a mesma roupa. Mas existem lojas que vendem terninhos mais bem-feitos que esses taillers Chanel made in 25 de março.
Vender essas coisas feias devia dar multa pra loja...
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Movimento "Morte aos Mulis das Executivas"!
Quando preparava todos os meus sentidos para deliciar meu ótimo Frapuccino de Morango do Starbucks da Al Santos (o que me fará ter que correr meia hora a mais na esteira), tive o desprazer de ficar frente a frente com uma das vestimentas do mundo corporativo que mais odeio: os sapatos Mulis (ou Mules, ou Mullis). Duas simpáticas moçoilas, que devem trabalhar
em alguma empresa da Av Paulista, estavam lá a gargalhar alguma piada local e andar de um lado pro outro com aqueles monstros. Plec, plec, plec. Não sei se o que detesto mais é o fato do pé gordo ficar sobrando naquele sapato aberto ou o barulinho à la chinelas. Plec, plec, plec.Sei que muitas amigas usam isso, apreciam essa... COISA. Mas não dá. Chega. Se você tem um desses pares no seu armário, pegue-os já, leve-os para longe dos nossos olhos e ponha fogo no par inteiro. Não doe para nenhum instituição de caridade. Ninguém é obrigado a conviver com essa peça feia. Nem os sem nada.
Esses sapatos irritam. Por quê? Porque sim.
Vamos juntos pedir o fim disso.
Pronto, falei.
E pra quem não conhece o objeto em questão, aqui têm algumas fotos... Reparem naquele que dá pra amarrar na canela... Haja criatividade pra inventar esse tipo de feiura.
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