Confira a capa do novo Poder S/A - Sob nova Direção, edição atualizada do primeiro livro, com novas histórias. :)
Em março, nas livrarias!
Beto Ribeiro, escritor, diretor, roteirista e produtor executivo de TV. Autor de Poder S/A e Eu Odeio Meu Chefe. Na TV, tem mais de 40 séries no ar: Série A3 (Amazon Prime Video), Filme B (Canal Brasil); Terra Brasil (Animal Planet/TV Cultura); Força de Elite e Muito Além do Medo (AMC); Prato do Dia (TLC); Investigação Criminal (AXN); Anatomia do Crime (Discovery).
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Novo PODER S/A está chegando!
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A Grande Dama do Champagne
Para quem gosta de Champanhe e vinhos, leia "A Viúva Clicquot". Para quem gosta de livros, leia "A Viúva Clicquot". E para quem é do mercado corporativo, leia "A Viúva Clicquot". O livro conta a história de uma das mulheres mais fascinantes do mundo dos vinhos e do mundo dos negócios. A famosa viúva, que dá nome ao champanhe mais famoso do mundo, foi uma das mulheres que não só revolucionou a forma de se fazer e vender champanhe, como acabou abrindo caminho para as mulheres poderem ficar à frente de um negócio sem precisar de um homem junto.
O livro é muito interessante não só porque conta a saga da pequena e nada bela Barbe-Nicola, a viúva, que perdeu o marido aos 27 anos. Mas também porque todo o cenário da história vai de Maria Antonieta a Napoleão III. Essa mulher viveu os anos mais importantes e marcantes da História da França, e mostra como um país sobrevivia - ou não - a tantas guerras e subidas e quedas de Poder.
Um brinde à viúva!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Os meninos do pijama listrado
O livro e o filme "O Menino do Pijama Listrado" são imperdíveis. Sensíveis, delicados e marcantes. A história gira em torno de um filho de um militar importante do nazismo em plena segunda guerra mundial. John Boyle, o autor, conseguiu mudar a ótica da narativa da História - sair dos olhos dos judeus para os alemães - e apresentar uma novidade: a ignorância dos alemães sobre o que era feito dentro dos campos de concentração.
Um pequeno alemão gentil e educado vira amigo de um pequeno judeu gentil e educado. Ambos com nove anos (no filme eles tem 8). Ambos nascidos no mesmo dia e no mesmo ano. Ambos procurando um amigo. São separados apenas pela cerca do campo de concentração. Ambos
com o mesmo fim... Muito bonito - o livro e o filme. Muito bem escrito - o livro. E muito bem realizado - o filme.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Por que ela pode?
Porque os funcionários deixam. Essa á a melhor resposta para explicar o porquê da megera da Vivian Grant ir até onde vai no trabalho. Estúpida, grosseira, tirana. Estas são caracaterísticas da editora-chefe da editora americana Grand Book. Sua nova "colaboradora", Claire Truman, quer vencer o prazo máximo que as pessoas aguentam essa mulher louca: 2 semanas. Claro que o RH da firma faz vista grossa para os devaneios da Sra. Grant. Afinal, a bruxa má de New York dá lucro, e muito lucro para a empresa. E quanto vale o lucro? Algumas vidas...? Tudo bem...Acho que já deu para perceber que tudo que foi descrito acima é o enredo de uma obra de - digamos - ficção. Esses são personagens do livro "Porque Ela Pode", de Bridie Clark, Editora Record. A obra de Bridie é inspirada no best-seller "O Diabo Veste Prada", mas muito mais bem escrito. Vale a pena.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
A volta da MESBLA
Quem não se lembra da Mesbla?O querido Ricardo Mansur conseguiu, num único golpe, destruir Mappin e Mesbla. Levou, com sua péssima administração, duas das marcas mais importantes do país. Levou História de cariocas - Mesbla, e paulistas - Mappin.
Agora, o mesmo Mansur, traz a marca Mesbla de volta à ativa. Mas só online. Vamos ver até quando fica no ar. Visite o site, mas não compre lá. Vá para o Extra. Melhor, mais seguro.
crédito da foto: www.mesbla.bogspot.com
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Wilson Simonal - precisa falar mais alguma coisa?
Não perca. Não perca. Mais uma vez: não perca. Não perca o documentário "Simonal - Ninguém sabe o duro que dei". Em quase uma hora e meia vemos a história de um dos maiores cantores-interpretes-apresentadores que o Brasil já teve. E que o Brasil matou, enterrou e apagou o endereço da sepultura na década de 1970.
Não conhecia muito de Wilson Simonal - só sabia que ele era pai do Simoninha. E também tinha alguma lembrança das conversas de família - mãe conversando com tia, com avó, pai e tio lembrando algumas músicas. O que me deixou ainda mais chocado. Sou bem informado, curioso. Como não sabia o tamanho do Simonal? Só mesmo um trabalho muito bem feito para apagar a história do cantor para conseguir fazer dele um ninguém. Um nada. Ficar mais de 30 anos no esquecimento. Mesmo depois de fazer milhares e milhões de pessoas cantarem o Limão, meu limoeiro, meu pé de jacarandá...
O que aconteceu? Explico. Wilson Simonal era um negão bem do simpático que cantava bem
demais, fazia um show bem demais, e ganhava bem demais... E dava inveja demais nos outros não tão carismáticos assim... Fez besteira no ápice do sucesso, mandou bater no contador que jurava que o estava roubando. Deve ter pego três caras quaisquer para dar uma "lição" no coitado do funcionário. Escolheu errado, eram três policiais do Dops - a policia da ditadura. E aí, foi tudo por água abaixo... Foi processado pelo contador, e perdeu. Simonal disse para a imprensa que era "amigo dos caras do governo". Foi acusado de dedo duro pelos esquerdistas e daí... Ficou sem ajuda. Nem da esquerda, nem da direita. Acabou sem amigos, sem ninguém. Não conseguia fazer show, seus discos foram tirados de catálogos e ele acabou jogado no "lixo do mundo" pelo antológico Pasquim - o único respiro da imprensa de esquerda. Décadas e décadas se passaram até a chegada desse documentário. Só assim pra resgatar um pouco do que o negão-simpático-e-bom-pra-cacete merecia.
Ficaram algumas perguntas: como Wilson Simonal conseguiu sobreviver (pagar contas) durante 30 anos? Onde estavam os amigos? Onde estava o irmão de fé Pelé? Elis Regina, a poderosa, onde se escondeu para não ajudar o amigo?
Sai do cinema e corri para uma loja de CDs. Havia apenas um CD. Apenas um à venda! Senhores varejistas, se liguem que o homem tá voltando com tudo. Coloquem seus CDs na vitrine. De onde nunca deveriam ter saído.
Veja o vídeo de Wilson Simonal:
Veja o vídeo de Wilson Simonal:
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Mulheres no trabalho
A gata Mariana Weickert traz excelentes dicas para a mulherada se vestir bem, e diferente, no mundo corporativo. Veja abaixo. Muito melhor que os terninhos horrorosos que falei da outra vez.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Notícias lá de fora
Pronto, chegamos. Uma pena... tava tudo tão bom... Não que aqui não esteja também, mas, vamos combinar, New York, Chicago, Washington e Canadá são muito mais interessantes que os nossos tristes skylines, não é? Bom, eu acho.E trazendo informações do lado de lá:
- O colete tá voltando com tudo. É a última moda. Espero que seja mesmo a última. Horror puro.
- A atriz Natasha Richardson fez o povo chorar. Aqui não devem ter falado muito da moça, que era atriz - muito boa e conhecida - na Broodway. A Times Square apagou por um minuto - e eu vi - sob o comando de Sara Jessica Parker, a eterna-tudo-de-bom Carrie, do "Sex And The City". Estavam lá também a mãe de Natasha, a atriz Vanessa Redgrave, e o marido, o ator Liam Neeson. Natasha caiu numa aula de esqui e morreu horas depois por traumatismo craniano. Triste.
- A série “Mad Men” (o da foto) e a quinta temporada de “The Office” tá que tá. Por isso que tenho certeza que a série Poder S.A. vai ser tudo na vida da gente.
- Fechei os olhos para não ver “Lost”. Quero ver aqui.
- Julia Roberts voltou para o cinema! Lá, ela estava em tudo que era programa de TV e revistas. Não sei quando o filme dá o ar da graça aqui, mas posso garantir que vale muito o ingresso.
- Só se fala no roteirista de "Milk". Nunca vi alguém sair do armário e, só por isso, ser considerado bacana. Inveja.
- O filme “Shoppingholic” é o novo “Diabo veste Prada” da vez. Vamos aguardar. Assim como dizem que o longa “I Love You, Man” vai roubar o Oscar de 2009. Duvido.
- Comprei um I-Touch e um Mini-Note. Impossível não se render ao pequeno computador.
- Vimos AngelinaJolie e Nicolas Cage filmando em New York. Luxo! Tenho fotos que comprovam, tá?
- A recessão tá forte e o povo tava bem bravo com os bônus da AIG. Estão certos eles.
- Nunca vi americano tão fofo. Nada como o emprego estar na berlinda, não é?
sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Quem mata mais?
Para quem não sabe, explico o porquê de tanta imagem e quase nada de palavras. É que o escritor aqui está viajando. É... peguei o amor, o passaporte, a primeira classe e fugimos do calor para o Canadá e Estados Unidos. Ficaremos por lá por um bom tempo. E para não deixar isto daqui às moscas, tem um monte de posts já agendados. E, abaixo, vai mais uma piada produtiva!


segunda-feira, 9 de março de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Precisa dizer mais alguma coisa...?
E, daqui da ponta mais ao norte das Américas, diretamente do sofisticado Canadá, trago notícias da crise... Veja a foto abaixo... Uma imagem vale mesmo por mil palavras... Principalmente imagem com palavras.
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Enquanto isso, na sala da justiça...
John Grisham traz mais uma história que conta os bastidores dos tribunais americanos. O novo livro, "O Recurso", tem ainda mais um atrativo. Um
bom atrativo: é possível também conhecer como se fazem os bilionários contemporâneos, e como vale tudo no mundo dos negócios em que o preço da ação de uma empresa nem sempre reflete seus verdadeiros valores. Tudo vale a pena, para alguns empresários. Tudo vale a pena se, no fim, as ações subirem. Mais e mais. Sempre.
bom atrativo: é possível também conhecer como se fazem os bilionários contemporâneos, e como vale tudo no mundo dos negócios em que o preço da ação de uma empresa nem sempre reflete seus verdadeiros valores. Tudo vale a pena, para alguns empresários. Tudo vale a pena se, no fim, as ações subirem. Mais e mais. Sempre.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Diz que diz no trabalho
No Rio de Janeiro chamam de Rádio-Corredor. Em São Paulo é Radio-Peão. Não importa o nome que leve, o que importa mesmo é saber o quanto a fofoca faz parte do dia-a-dia corporativo. DE-TES-TO! Quando era executivo, essa era uma das coisas mais chatas de administrar: os fofoqueiros de plantão. Não era difícil saber quem eram os Nelson Rubens da empresa. O saco era ter que esconder tudo deles. Fofoca atrapalha e muito.
Conheço muita gente que se utilizou da Radio Peão quando precisava que a empresa toda soubesse da última conquista da área em que trabalhava ou o quanto incompetente era o novo gerente do departamento rival. "Se as armas existem, por que não utilizá-las a seu favor?", era o que me diziam uns. Horrível.
A jornalista Viviane Macedo disserta - e muito bem - sobre o assunto da fofoca no trabalho. Vale a pena ler. Abaixo, a matéria.
Diga não à fofoca e ganhe pontos positivos
Viviane Macedo
Nem o excesso de trabalho, correria e competitividade do ambiente corporativo inibem algumas pessoas a soltarem o verbo - reclamarem, criticarem, fofocarem. Para alguns profissionais conter os ânimos e evitar comentários maldosos sobre os colegas e chefes é quase impossível. O que fazer se um desses "fofoqueiros de plantão" insistir em contar tudo para você? Fuja dele! "É preciso escapar dos fofoqueiros. Fazer parte de uma fofoca, mesmo como ouvinte, não é bom para o profissional", afirma a consultora da BPI RH, Laura Casteliano. Além disso, quem fala dos outros para você, também pode falar de você para as outras pessoas. "Com aquele perfil de frase: 'Soube da última?', o fofoqueiro não perdoa ninguém. E se hoje você é o seu ouvinte, amanhã pode ser sua vítima", alerta o coach de vida, Luiz Antônio Souza Neto.
A fofoca nem sempre começa com uma intenção maldosa, às vezes, um pequeno comentário já é motivo para muita repercussão. "Querendo ou não, a fofoca é uma coisa do ser humano. Acho que nós não vamos nos ver livres disso nunca. O que podemos e devemos é aprender a lidar com esse tipo de informação e usar a discrição", aconselha Laura. Para ela, independente do ambiente, sempre haverá casos desse tipo, por isso é necessário que cada um faça a sua parte. "O maior erro dos profissionais é passar a informação adiante. Todos sabem que é feio e errado, mas são poucos aqueles que quebram o circulo vicioso da fofoca", afirma.
Como ela nasce?
Para Souza Neto, uma chefia ou liderança precária é fator determinante para a proliferação de fofoca no ambiente de trabalho. "Acredito que muito da fofoca se dê por falta de uma boa liderança. O verdadeiro líder não deixa que a fofoca se espalhe, ele consegue ter certo controle da situação e de sua equipe de uma forma geral, então, mesmo que um da equipe queira fofocar, o resto do grupo vai contra isso." Mas, segundo o coach, quando o exemplo vem de cima é ainda pior. "Muitas vezes, o chefe é o grande fofoqueiro e, nesses casos, falta exemplo, ou melhor, o exemplo é negativo e não agrega, pelo contrário, leva o grupo para o mesmo caminho", considera.
Já Laura acredita que a fofoca simplesmente aconteça, muitas vezes, sem que o fofoqueiro tenha noção do tamanho do estrago que pode causar para a pessoa de quem fala. "Quem fala mal ou comenta, faz por algum motivo. Mesmo que não esteja de caso pensado ou disposto a derrubar alguém, o fofoqueiro sabe que isso não é certo, mas nem sempre enxerga a dimensão que um comentário pode ter", diz. E ela alerta "É preciso ter mais responsabilidade ao falar de alguém. Uma fofoca é capaz de destruir a reputação de uma pessoa".
Fique fora e ganhe pontos
Segundo os consultores, ficar fora das rodinhas onde a fofoca acontece só traz benefícios para o profissional. "As pessoas que não entram nesse jogo da fofoca ganham muito! Ganham credibilidade, respeito e a consideração dos superiores, que sabem que podem confiar", garante Laura. E Souza Neto completa. "Além disso, são fortes candidatos a cargos de confiança, pois transmitem seriedade e responsabilidade para as chefias".
Fuja da fofoca
Ela pode até ser atraente, por isso ganha tantos seguidores, mas o melhor que um profissional tem a fazer é se manter bem longe dos bastidores da fofoca, e também tomar os cuidados necessários para não ser o próximo alvo. Veja as dicas de Laura Casteliano e Souza Neto para se prevenir e não entrar no jogo dos fofoqueiros.
- Afaste-se de quem fala mal da organização, chefes e colegas
- Reflita sobre suas atitudes: como age diante de uma fofoca? Se costuma passar adiante, mude!
- Não comente de pessoas quando essas estiverem ausentes
- Não entre em detalhes sobre sua vida pessoal. Seja profissional e busque sempre separar as coisas
- Se for confrontar um fofoqueiro, o faça em particular e com sutileza
Conheço muita gente que se utilizou da Radio Peão quando precisava que a empresa toda soubesse da última conquista da área em que trabalhava ou o quanto incompetente era o novo gerente do departamento rival. "Se as armas existem, por que não utilizá-las a seu favor?", era o que me diziam uns. Horrível.
A jornalista Viviane Macedo disserta - e muito bem - sobre o assunto da fofoca no trabalho. Vale a pena ler. Abaixo, a matéria.
Diga não à fofoca e ganhe pontos positivos
Viviane Macedo
Nem o excesso de trabalho, correria e competitividade do ambiente corporativo inibem algumas pessoas a soltarem o verbo - reclamarem, criticarem, fofocarem. Para alguns profissionais conter os ânimos e evitar comentários maldosos sobre os colegas e chefes é quase impossível. O que fazer se um desses "fofoqueiros de plantão" insistir em contar tudo para você? Fuja dele! "É preciso escapar dos fofoqueiros. Fazer parte de uma fofoca, mesmo como ouvinte, não é bom para o profissional", afirma a consultora da BPI RH, Laura Casteliano. Além disso, quem fala dos outros para você, também pode falar de você para as outras pessoas. "Com aquele perfil de frase: 'Soube da última?', o fofoqueiro não perdoa ninguém. E se hoje você é o seu ouvinte, amanhã pode ser sua vítima", alerta o coach de vida, Luiz Antônio Souza Neto.
A fofoca nem sempre começa com uma intenção maldosa, às vezes, um pequeno comentário já é motivo para muita repercussão. "Querendo ou não, a fofoca é uma coisa do ser humano. Acho que nós não vamos nos ver livres disso nunca. O que podemos e devemos é aprender a lidar com esse tipo de informação e usar a discrição", aconselha Laura. Para ela, independente do ambiente, sempre haverá casos desse tipo, por isso é necessário que cada um faça a sua parte. "O maior erro dos profissionais é passar a informação adiante. Todos sabem que é feio e errado, mas são poucos aqueles que quebram o circulo vicioso da fofoca", afirma.
Como ela nasce?
Para Souza Neto, uma chefia ou liderança precária é fator determinante para a proliferação de fofoca no ambiente de trabalho. "Acredito que muito da fofoca se dê por falta de uma boa liderança. O verdadeiro líder não deixa que a fofoca se espalhe, ele consegue ter certo controle da situação e de sua equipe de uma forma geral, então, mesmo que um da equipe queira fofocar, o resto do grupo vai contra isso." Mas, segundo o coach, quando o exemplo vem de cima é ainda pior. "Muitas vezes, o chefe é o grande fofoqueiro e, nesses casos, falta exemplo, ou melhor, o exemplo é negativo e não agrega, pelo contrário, leva o grupo para o mesmo caminho", considera.
Já Laura acredita que a fofoca simplesmente aconteça, muitas vezes, sem que o fofoqueiro tenha noção do tamanho do estrago que pode causar para a pessoa de quem fala. "Quem fala mal ou comenta, faz por algum motivo. Mesmo que não esteja de caso pensado ou disposto a derrubar alguém, o fofoqueiro sabe que isso não é certo, mas nem sempre enxerga a dimensão que um comentário pode ter", diz. E ela alerta "É preciso ter mais responsabilidade ao falar de alguém. Uma fofoca é capaz de destruir a reputação de uma pessoa".
Fique fora e ganhe pontos
Segundo os consultores, ficar fora das rodinhas onde a fofoca acontece só traz benefícios para o profissional. "As pessoas que não entram nesse jogo da fofoca ganham muito! Ganham credibilidade, respeito e a consideração dos superiores, que sabem que podem confiar", garante Laura. E Souza Neto completa. "Além disso, são fortes candidatos a cargos de confiança, pois transmitem seriedade e responsabilidade para as chefias".
Fuja da fofoca
Ela pode até ser atraente, por isso ganha tantos seguidores, mas o melhor que um profissional tem a fazer é se manter bem longe dos bastidores da fofoca, e também tomar os cuidados necessários para não ser o próximo alvo. Veja as dicas de Laura Casteliano e Souza Neto para se prevenir e não entrar no jogo dos fofoqueiros.
- Afaste-se de quem fala mal da organização, chefes e colegas
- Reflita sobre suas atitudes: como age diante de uma fofoca? Se costuma passar adiante, mude!
- Não comente de pessoas quando essas estiverem ausentes
- Não entre em detalhes sobre sua vida pessoal. Seja profissional e busque sempre separar as coisas
- Se for confrontar um fofoqueiro, o faça em particular e com sutileza
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Quem quer empregooooo?
Deu na BBC: quem pede o menor salário ganha emprego. Nada de muito novo - claro que a pretensão salarial é fator decisivo na escolha de um candidato. No entanto, é a primeira vez que ouço falar em leilão de empregos, onde, quem pede pra ganhar pouco leva pra casa a vaga de trabalho. Ou seja, o único quesito em questão é não se importar em passar fome.
Veja a matéria abaixo, ou clique aqui.
Site dá chance de emprego para quem pede menor salário
BBC Brasil
Um site de empregos nos Estados Unidos está promovendo um "leilão" de vagas na internet em que candidatos podem dizer o quanto querem ganhar -quem pedir o menor salário tem mais chance de ser contratado.
O site Jobaphiles.com foi criado por estudantes recém-formados em Boston e está voltado, principalmente, para outros estudantes ou recém-formados que encontram dificuldades para entrar no mercado de trabalho.
O site atualmente oferece cerca de 180 vagas - na maioria temporárias ou com expediente reduzido - em várias áreas diferentes, como mídia, design e contabilidade, e ainda vagas em lojas e restaurantes e de babá, todas na área de Boston.
Os empregadores anunciam vagas no site, dizendo o tipo de trabalho, o tempo de duração e os requisitos. Os candidatos podem fazer "ofertas", informando suas qualificações e o salário desejado. O site afirma que não necessariamente a oferta de salário mais baixa vai ser a escolhida, mas que o pagamento será um dos fatores mais importantes na hora da decisão.
Uma vez escolhido o candidato, o site passa ao empregador os contatos dele, para que os dois estabeleçam o contrato. Depois de terminado o trabalho, o empregado pode dar uma "nota" ao empregador, que serve de referência em futuros anúncios. O chefe executivo do site, Thai Nguyen, disse ao site do The Boston Channel que a ideia é que ele seja usado como uma espécie de "páginas amarelas de trabalho para estudantes".
O site também tem um espaço para que os estudantes anunciem seu currículo, onde potenciais empregadores poderiam recrutá-los, dependendo de suas necessidades.
Veja a matéria abaixo, ou clique aqui.
Site dá chance de emprego para quem pede menor salário
BBC Brasil
Um site de empregos nos Estados Unidos está promovendo um "leilão" de vagas na internet em que candidatos podem dizer o quanto querem ganhar -quem pedir o menor salário tem mais chance de ser contratado.
O site Jobaphiles.com foi criado por estudantes recém-formados em Boston e está voltado, principalmente, para outros estudantes ou recém-formados que encontram dificuldades para entrar no mercado de trabalho.
O site atualmente oferece cerca de 180 vagas - na maioria temporárias ou com expediente reduzido - em várias áreas diferentes, como mídia, design e contabilidade, e ainda vagas em lojas e restaurantes e de babá, todas na área de Boston.
Os empregadores anunciam vagas no site, dizendo o tipo de trabalho, o tempo de duração e os requisitos. Os candidatos podem fazer "ofertas", informando suas qualificações e o salário desejado. O site afirma que não necessariamente a oferta de salário mais baixa vai ser a escolhida, mas que o pagamento será um dos fatores mais importantes na hora da decisão.
Uma vez escolhido o candidato, o site passa ao empregador os contatos dele, para que os dois estabeleçam o contrato. Depois de terminado o trabalho, o empregado pode dar uma "nota" ao empregador, que serve de referência em futuros anúncios. O chefe executivo do site, Thai Nguyen, disse ao site do The Boston Channel que a ideia é que ele seja usado como uma espécie de "páginas amarelas de trabalho para estudantes".
O site também tem um espaço para que os estudantes anunciem seu currículo, onde potenciais empregadores poderiam recrutá-los, dependendo de suas necessidades.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Mercearia do Francês NÃO, OK?
"Cuidado, em tempos de crise, o que diferencia um lugar é o atendimento", falou o cliente, irritado, depois de esperar por 70 minutos seu prato chegar."Eu não estou sentindo crise nenhuma. Aqui não tem crise", respondeu o francês com charme envelhecido e com um corte de cabelo que devia fazer algum sucesso em 1988.
Pois é... Essa é a descrição da conversa com o proprietário da Mercearia do Francês - restaurante sem muita atração, que fica em Higienópolis, em São Paulo. O dono do lugar, o tal francês de rugas fundas e olhos azuis já não tão jovens, bobo, adora fazer de conta que é chef bacana e esquece de cuidar da freguesia.
Foi assim, como já cantou Wanderleia, que aconteceu lá perto do cemitério da Consolação - onde, um dia, todos acabamos (claro que no Cemitério e não na Consolação):
21h - chegada animada e descontraída para o aniversário do amigo.
21h05 - pedido de uma porção de bolinho de bacalhau.
22h12 - garçom é questionado sobre a porção de bacalhau: "Cadê o danado?". Resposta do moço: "Mandei trocar o óleo porque ele - o óleo - já estava velho. Pedi para colocar um novo para deixar o bolinho mais gostoso". Ninguém, claro, acreditou no dito-cujo. E... pior ainda se for verdade. Óleo velho!?
22h14 - garçom volta à mesa e pede desculpas, "Mas o bacalhau acabou".
22h14 - cinco pessoas do primeiro grupo, vamos chamar aqui de grupo A, pede seus pratos.
22h34 - segundo grupo, o B, pede seus pratos.
22h44 - o segundo grupo, o B, recebe seus saborosos jantares.
22h45 - Beto, o que aqui escreve, e que fazia parte do grupo A, começa a perguntar: "Cadê minha comida?". Resposta do primeiro garçom: "Eu só tiro o pedido. Se quiser resolver alguma dúvida, fale com o matrie".
22h46 - Beto, ainda mais irritado, levanta e vai falar com o maitre. resposta: "Estamos vendo".
22h47 - Beto, que viu o dono-francês chegar às 21h07, pede para falar com o responsável-mor, o pode-pode, o tudo-tudo, o tal do homem de nariz aquilino cheio de marcas de acne. Resposta do maitre: "O dono está com amigos, e não posso incomodá-lo".
22h48 - Beto tem um piti daqueles, roda a baiana, e, mais que de repente, chega o dono acostumado a ser rei no país verde-amarelo. Discutimos, disse que seu atendimento era de terceiro mundo. A resposta do altão foi a melhor: "Mandei servir um espumante como pedido de desculpas" - claro que ele não ia falar Champagne, afinal, o já senhor é de lá da terra de Napoleão e sabe que Champagne é da região de Champagne. Coitado de nosso Chandon, criado aqui em terras sulistas... Chandon, este, não tocado. Como bom conquistador-europeu de terras distantes e mais pobres, acha que os índios aqui vão calar a boca com espelhinhos e afins. Ele que tome o espumante sozinho.
23h03 - Chegada dos pratos. Festa acabada, aniversariante triste, convidados sem graça. E o Beto aqui de vilão para uns, de herói para outros.
Tudo isso para quê? Pergunto, sinceramente, para que uma pessoa abre um restaurante... Se é para ter atendimento medíocre, não é melhor investir na poupança e viver da brisa dos trópicos? Para que abrir um lugar se é para deixar os outros irritados?
Perguntei para o dono o que ele ia fazer. A resposta... "Vou conversar com a equipe". Boa. Ótimo. Perfeito. É para rir? Se for, não achei graça.
A conta veio inteirinha. Até com os 10% - que, claro, eu me neguei a pagar. Sempre alguém se sente constrangido demais a ponto de pagar pelos e para os outros. Pena. Só por isso que os franceses, portugueses, e todos os "eses" do primeiro mundo se sentem à vontade de prestar serviço subdesenvolvido para gente de país em desenvolvimento. Queria ver neguinho sentado em mesa de amigo se a história se passasse na Argentina ou nos Estados Unidos. Bem-feito. Brasileiro tem mesmo o que merece.
Mas não tem nada não... No próximo livro, Mercearia do Francês chega com tudo, como locação para o pior do atendimento da cidade. Desbancando até o Santo Grão.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Para entender a crise mundial...
Entenda o porquê da crise na voz de um dos principais personagens. Tem um pouco de preconceito, é verdade. Mas o humor negro do banqueiro inglês é muito bom!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Negócios em família
"Os Irmãos Karamabloch", de Arnaldo Bloch, é uma epopéia familiar das melhores. Vale muito a pena conhecer a saga dos Bloch, que construiram um dos maiores impérios da comunicação do Brasil - junto com os Civita (Abril), Marinho (Globo) e Chateaubriand (Tupi e Diários Associados). Como diz um amigo, o livro dava uma ótima minisérie. E daria mesmo. Quem sabe não vemos na tela da Globo a estréia e o fim da TV Manchete?
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Radio Peão, brigas e conflitos...
Pegue duas ou mais pessoas. Divida-as em grupos separados. Agora, dê, para cada grupo, uma meta impossível de ser atingida. Mexa bastante em sentido horário... Adicione mais três palavras "meta": na meta, avise que a meta de um grupo depende da meta do outro grupo. Resultado?
Se for um especialista do mundo corporativo, ele dirá: "O resultado será uma eficiente integração entre as áreas para que a empresa cresça e se desenvolva com Associados motivados e focados". No entando, a resposta verdadeira, sem dourados, é: "Vai dar merda.". Desculpe o palavreado, mas é verdade. Fora que a empresa vai gastar, e muito, com brigas, picuinhas e fofoquinhas de corredor.
O Canal Executivo divulgou uma interessante pesquisa, através de um artigo com o sugestivo título-auto-explicativo: "Conflitos no trabalho geram perda de 11 dias úteis por ano". A matéria conta que, segundo pesquisa desenvolvida pela Fellipelli, em parceria com a OPP, os brasileiros gastam em média 1,9 hora por semana na solução de conflitos, o equivalente a 91,2 horas por ano e 11,4 dias de trabalho. As empresas nacionais ficam atrás apenas das alemãs e irlandesas, ambas com perdas de 3,3 horas semanais, e das companhias norte-americanas (2,8 horas). O estudo foi realizado em nove países (Inglaterra, Bélgica, Brasil, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Holanda e Estados Unidos), com a participação de 5.000 executivos.
De acordo com a pesquisa, 85% dos funcionários têm de lidar com o conflito em algum grau, e 29% fazem isso com freqüência. A principal causa dos desentendimentos dentro de uma organização brasileira é o estresse, fator apontado por 43% dos entrevistados. O choque de valores vem em segundo lugar, com 24% das reclamações. Já na média global, quase a metade dos funcionários (49%) vê as diferenças de personalidades e luta de egos como os maiores geradores de conflitos, seguidos de estresse (34%) e pressão por conta da elevada carga de trabalho (33%).
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Se for um especialista do mundo corporativo, ele dirá: "O resultado será uma eficiente integração entre as áreas para que a empresa cresça e se desenvolva com Associados motivados e focados". No entando, a resposta verdadeira, sem dourados, é: "Vai dar merda.". Desculpe o palavreado, mas é verdade. Fora que a empresa vai gastar, e muito, com brigas, picuinhas e fofoquinhas de corredor.
O Canal Executivo divulgou uma interessante pesquisa, através de um artigo com o sugestivo título-auto-explicativo: "Conflitos no trabalho geram perda de 11 dias úteis por ano". A matéria conta que, segundo pesquisa desenvolvida pela Fellipelli, em parceria com a OPP, os brasileiros gastam em média 1,9 hora por semana na solução de conflitos, o equivalente a 91,2 horas por ano e 11,4 dias de trabalho. As empresas nacionais ficam atrás apenas das alemãs e irlandesas, ambas com perdas de 3,3 horas semanais, e das companhias norte-americanas (2,8 horas). O estudo foi realizado em nove países (Inglaterra, Bélgica, Brasil, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Holanda e Estados Unidos), com a participação de 5.000 executivos.
De acordo com a pesquisa, 85% dos funcionários têm de lidar com o conflito em algum grau, e 29% fazem isso com freqüência. A principal causa dos desentendimentos dentro de uma organização brasileira é o estresse, fator apontado por 43% dos entrevistados. O choque de valores vem em segundo lugar, com 24% das reclamações. Já na média global, quase a metade dos funcionários (49%) vê as diferenças de personalidades e luta de egos como os maiores geradores de conflitos, seguidos de estresse (34%) e pressão por conta da elevada carga de trabalho (33%).
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Fila A
Tem coisa mais chata que ir à SPFW (São Paulo Fashion Week)? Sim, tem um monte de coisas, mas, com certeza, passear pelo pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, em SP, em semana de mUdelos de cara amarrada, é top 10 entre as mais chatas. Não sei por que o povo que trabalha (e ganha bem mal por sinal) no amado-odiado evento da moda brazuca ADORA se fazer de importante. Tem gente que chega a ficar com vinte credenciais penduradas no pescoço e oito celulares na mão (na cintura JA-MAIS!). Tudo pra mostrar tô-ocupada-volta-mais-tarde. E os cabelos desse povo então? Nojo. E os estilos? Os piores possíveis - mas tudo vale para aparecer, não é? Os bastidores desse evento dariam uma ótima série de TV. Hum... gostei da idéia!
E o que dizer da fileira A? No mundo todo, quem senta nessa tal fileira de frente pras magras pernas das lindas que desfilam são os jornalistas e as celebridades realmente bacanas. Aqui na nossa terra do samba não. Dá de tudo: gente amiga-melhor-amiga do costureiro; ex-Big Brother; gente bem desconhecida de óculos bem grande. Jornalista que é bom mesmo... um ou outro. Celebridade A, então... Esquece. Quando aparece, a sensação que se tem é que Madonna acaba de receber Jesus no coração. E, atenção... Bacana que é bacana só ganha e vai na fileira A. Se o seu convite for B... OK... No entanto, a ordem do alfabeto das cadeiras dá a ordem de importância da pessoa. Quanto mais pro final, menor é a pessoinha... Ô, dó... Se o seu ingresso for depois da C, jogue fora e não conte pra ninguém que você foi convidado. Melhor.
Algumas vezes estive lá pelo prédio onde tudo acontece. E prometi que não volto mais. E olha que fui muito bem atendido... Afinal, eu era o "+1" da celebridade realmente A. Muito assessor de imprensa querendo ficar amigo só para conseguir que a celebridade A dê um passeio pelo lounge do seu cliente e tire fotinhos fofas com o merchandising na mão ou no tapume atrás. Tudo superprofissional... Quanto mais fotinho, mais o cliente fica feliz, mais a revista publica, mais o assessor de imprensa garante seu emprego. E mais possível fica da marca-querida-cliente fechar outra edição da quero-quero-pode-pode SPFW.
O que realmente incomoda é esse clima de festa sem bebida. Sabe aquela gente que precisa tanto ser descolada que esquece de ser ela mesma? É assim o lugar. Sem esquecer os pedintes de convites. Só faltam falar "Tio, eu podia tá robanU, mas tô aqui pedinU um ingresso pro convite do desfile da tarde". E vale até ficar em pé! E quem não entra, já se sente feliz em ver ao vivo pelo telão do saguão. Triste, triste.
Mas... vamos combinar que a indústria da moda aqui dos trópicos está fazendo bonito. Não sei se na moda em si, mas pelo menos nos números de vendas, contratos, empregos. Acho essa parte tudo-de-bom. Vamos ver como será essa primeira edição em plena crise subprime-bancária-americana. Vamos cruzar os dedos e rezar. Todo crescimento é importante em dias cinzas. Só não precisa crescer em gente boba que, hoje, até pode ser alguma coisa para alguns, mas que segunda que vem volta a ser o ninguém de sempre.
Amargo o texto de hoje, né?
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