Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Espiã Russa?

Angelina Jolie chegou com o filme SALT prometendo. Prometeu e não cumpriu. O filme erra em tudo: no roteiro, na caracterização e no elenco. No filme, Angelina é uma espiã russa que vive nos Estados Unidos e, óbvio, vai acabar salvando o mundo da guerra atômica. Tem coisa mais antiga que espiã russa? Tem coisa mais antiga que guerra nuclear?

SALT é sem graça, sem "sal" e sem açúcar. Não existe nada que se salve na trama facinha de ser descoberta. A Senhora Jolie nunca esteve tão sem charme. Até feia a moça conseguiu ficar. Este filme tenta ser um IDENTIDADE BOURNE feminino, mas não consegue nem ser um filme de ação B. Esqueça, não perca tempo assistindo a esta bobagem. A não ser que, como eu, tenha visto as filmagens de SALT em plena New York. Aí sim... Neste caso até que o filme se torna um pouco mais divertido.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Filmes para ver e fugir


Para ver ontem:

- Uma noite fora de série - muito e muito divertido. Este filme traz juntos dois dos principais atores de série de TV: Steve Carell (The Office) e Tina Fay (30 Rock). Um casal bem do normalzinho tenta colocar um pouco de fogo na relação e acaba vivendo uma noite cheia de perseguições em New York. Mafiosos e policiais corruptos farão Steve e Tina discutirem a relação em momentos bem perigosos.

- New York, I Love You - Bonitinho, o filme da onda de odes de amor às cidades (já tivemos Paris e vem aí Rio de Janeiro) traz elenco estelar em histórias cotidianas na cidade mais exiting do mundo.

Para ter o DVD e ver num dia de chuva sem nada para fazer:

- Idas e Vindas do Amor - um monte de gente conhecida tenta dar um pouco de vida a uma boa ideia, mas um roteiro que não é lá dos melhores. Não entendo como conseguiram juntar tanta gente boa e famosa em torno desse filme. E é só por causa da moçada que faz parte do elenco que vale gastar uma hora e meia de vida. Julia Roberts (sim, ela!) está lá. Ótima como sempre. Os gatos-sensação-da-vida-da-pessoa Ashton Kutcher e Bradley Cooper também. Assim como Anne Heathaway, Jennifer Garner, Jessica Biel, Jessica Alba, Jamie Foxx, Patrick Dempsey e a eterna diva Shirley MacLaine.

- Lobisomem - é assim... A direção de arte e e Anthony Hopkins valem. Mas o resto... O título já é auto-explicativo.

Não veja, fuja!

- Plano B - Jennifer Lopez nunca esteve tão cafona e tão ruim atriz. Ela está feia, sem graça... A gravidez, definitivamente, não faz bem a algumas estrelas dos Estados Unidos - veja Mrs. Lopez e Britney Spears. O filme não vale de jeito nenhum, nem se amanhã acabar o mundo e restar você, um DVD Player e este DVD na mão.

- Caso 39 - o trailler do filme e dois nomes me fizeram perder tempo. Renée Zellweger e Bradley Cooper encabeçam esta bobagem. Tinha tudo para ser muito bom, mas o roteiro é tão capenga que dá vontade de nunca mais ver filme da eterna Bridget Jones.

- A Centopéia Humana - Passe longe desta coisa horrível com sotaque alemão. Eu que estava pronto para ir dormir morrendo de medo, fui dormir irritado. Que coisa é este filme? Não é nada, nem escatológico. É pra matar as bestas que colocaram dinheiro nisto. Pior é que tem todos os elementos para virar um filme cult de medo dos anos 2010. Uma pena...


terça-feira, 4 de maio de 2010

Briga de Casal

No Oscar de 2010, tivemos uma briga silenciosa e poderosa entre o ex-casal sensação de diretores hollywoodianos, James Camaron e Kathryn Bigelow. Num passado não muito distante, ele era o famosão diretor da bobagem "Titanic", ela, a esposa-diretora menos conhecida. Em 2010, muita coisa mudou.

Depois da separação de corpos, almas e milhões de dólares, Mr. Cameron voltou aos holofotes com "AVATAR" enquanto Kathryn chegou mais
humilde com o filme "Guerra ao Terror". No Oscar, os dois se
encontraram novamente e foram elegantes um com o outro. Mas... Na noite da entrega da estatueta mais desejada do mundo, os dois não eram apenas "ex" um do outro. Eram também concorrentes.

"Avatar" e "Guerra ao Terror" disputavam muitas categorias, entre elas a de diretor e a de melhor filme. Quem esperava que o pode-pode James Cameron sairia mais uma vez vitorioso, se deu mal. Não só ele levou pouquíssima coisa da premiação (TITANIC foi o grande vencedor dez anos
atrás), como perdeu para sua ex-esposa. Sim, Dona Kathryn viu seu filme quase esquecido, "Guerra ao Terror", levar o Oscar de melhor filme e ela a de melhor diretora, entre outros. Mérito da chique diretora que foi a primeira mulher a ganhar um Oscar de Direção. Mérito de DEUS, o roteirista da vida real, que fez a personagem de Kathryn dar a volta por cima no ex-maridão famoso.

"Avatar" e "Guerra ao Terror" têm muita coisa em comum: mundos em destruição; americano que salva tudo; conflitos óbvios e chatos. Prefiro "Avatar" que encanta mais por ser praticamente um desenho animado. "Guerra ao Terror" fez meu dedo apertar o botão STOP do DVD. Mais sem novidade, impossível... Mais americano, impossível... Por que a Dona Kathryn não fez um filme na ótica dos iraquianos? Quem gostaria do invasor? Pobres americanos lindos, gatos, sarados, de olhos azuis que estão aqui para salvar o mundo. Pobres americanos que continuam sua saga de fazer do Iraque um país livre. Pobres americanos que têm até que ter paciência com essa gente do povo iraquiano que não fala inglês... Pobres americanos que continuam a achar que são os Super-Homens do planeta Terra... Santa ignorância, Batman!

Só gostei de Kathryn ter ganhado pelo realismo do tapa na cara do ex-marido - mais uma vez a vida real é melhor que a ficção. Porque, vamos combinar, quem merecia todos os Oscar era "Bastardos Inglórios", de Quentin Tarantino. Impossível entender como um dos melhores filmes já feitos na história tenha passado tão batido. O filme "Batardos..." fala de uma vida real/ficção. Neste caso, a ficção seria mesmo MELHOR que a realidade.

sábado, 1 de maio de 2010

Ela mereceu seu Oscar

O filme "Um Sonho Possível" é de uma simplicidade que encanta e emociona. A saga do Grande Michael, o adolescente com tamanho de gigante e coração de criança, é realmente tocante. Ainda mais quando sua vida se cruza com a da personagem de Sandra Bullock. A-dona-de-casa-mais-americana-impossível consegue mudar a sua vida, a da família e a do jovem Grande Michael sem grandes dramas, o que deixaria o filme com ar de contos de fadas se não fosse um detalhe. Um bobo detalhe: a história é real. Sim, o moço que aqui escreve não sabia disso. Ou seja, um dos maiores jogadores de futebol americano veio realmente do nada. Veio das ruas. Não teve ninguém, não teve infância, nem adolescência. Nem nome registrado o coitado tinha. Mas... Quem disse que anjos não existem? Ele encontrou o seu, o melhor a sua anjA: a dona de casa que não teve medo de apenas ajudar uma outra pessoa e construiu um cidadão dos melhores.

Como diz minha amiga Carla Albuquerque, a vida real é muito mais interessante que a ficção. Pena que a vida real de Sandra Bullock esteja mais para novela mexicana que para cinema hollywoodiano. Ela merecia saborear com felicidade todos os prêmios que recebeu com este filme.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Naycy Meyers é simplesmente tudo!

Nos últimos anos, toda vez que saio divertidamente apaixonado pelo filme que acabei de ver no cinema, descubro que era dirigido e/ou roteirizado por Nancy Meyers. E não foi diferente com "Simplesmente Complicado". Eu estava gostando tanto, mas tanto do longa que veio a pergunta: não é da moça!? Era, era dela. Não tinha dado importância aos créditos iniciais, mas os finais me mostraram lá o nome da minha idala.

Sou fã declarado da Mrs. Meyer. Definitivamente, ela consegue. Nancy trabalhou com os maiores nomes do cinema americano. "Simplesmente..." tem Merly Streep encabeçando o elenco. A atriz dá um show, mas o texto também é um show. Quais outros filmes e astros? Vamos à lista: "Recruta Benjamin", com Goldie Hall; "Alguém tem que ceder", com Diane Keaton e Jack Nicholson; "The Holiday", com Cameron Diaz, Kate Winslet e Judie Law e "O Pai da Noiva", com Steve Martin e, mais uma vez, Diane Keaton.

Por que essa diretora é tão brilhante? Porque ela consegue "falar" com o público. Ela faz rir de você mesmo, ela tem os diálogos mais redondos do cinema americano. Além, claro, de sempre trazer um final que faz você acreditar que o ser humano ainda vale a pena. Os filmes dela sempre trazem sequências inesquecíveis, como a de Merly Streep fumando maconha em "Simplesmente Complicado".

O melhor de sair de um filme de Nancy Meyers é sair esperando o próximo. Que, claro, vai chegar. Só espero e peço ao Nosso Senhor do Oscar que não demore muito.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Não veja este filme, por favor...

Assisti ao filme "Verônica". Por quê? Por que, pergunto? Por que gastaram tempo e dinheiro numa "obra" dessas?

Verônica é uma professora de escola pobre num Rio de Janeiro miserável. Entre seus alunos está um garoto que vai mudar sua vida. Nossa, que coisa forte!!! O menino é filho de traficante do morro que também faz as vezes de informante da polícia. Nossa que forte!!! O traficante e a mãe do menino - lógico - são mortos pelos bandidões. Todos querem um pen drive do morto que contém cenas da polícia recebendo dinheiro dos criminosos. Com quem está esse pen drive??? Com o menino, é claro... Nossa, que coisa forte!!!

E começa o pega-pega. Verônica ajuda o garoto a fugir dos mocinhos e dos bandidos, da polícia e dos traficantes. E aí é uma beleza de roteiro mal feito. As policias são misturadas - a PM é chefe da polícia civil na história; e ninguém entende por que, afinal, a professora corre tanto com o menino e não procura logo proteção da imprensa, da própria polícia, da Onu que seja. Da embaixada americana. O roteiro até traz Marco Ricca como policial falando para a Andrea Beltrão que se ela for à delegacia ou à imprensa vão matar a professora e o aluno. Ou seja, só tem bandido na polícia, na imprensa e em todos os órgãos de proteção à pessoa. Vivemos numa guerra civil, esqueceu?

"Verônica" é um "Central do Brasil" B, com, mais uma vez, uma mulher que não teve filhos ajudando um menino sem família a encontrar seu caminho. No final, há até uma tentativa de mensagem cheia de palavras soltas para formar uma frase de efeito... Ô dó...

Nada contra quem quer escrever ficção livre sem amarras com a realidade. Só sou contra quem quer fazer ficção com ar de sou-demais-e-vou-te-mostrar-o-que-você-não-conhece e escorrega em cada sequência. Um porre. Um porre quem escreve um telefilme achando que está fazendo um "Corra Lola Corra". Nem Andrea Beltrão vale a pena. Ela está ótima, claro, mas só ela está ótima. Melhor assistir à moça na "Grande Família".

Em tempo: a abertura de "Verônica" é boa mesmo. Muito boa. Não merecia estar neste filme tão ruim.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

500 dias com ELA - a VACA!

"500 Dias com Ela" é bom demais. Acabou eleito como "O" filme pelos bacanas - fazendo com que eu não fosse ver logo na estréia. Mas... Tenho que dar o braço a torcer e concordar - pela primeira vez - com a turma mUderna-bacana-sou-demais-e-vou-à-the-edge-e-ao-vegas.

O filme "500 Dias..." tem um bom roteiro, ótima direção de arte, trilha sonora que funciona, direção acertada. Mas o que encanta mesmo é o protagonista. O ator Joseph Gordon-Levitt é quase desprovido de charme, mas acaba ganhando a plateia com seu sorriso e todo mundo torce por ele. A "mocinha" do filme também é muito bem encenada pela atriz Zooey Deschanel. Ela manda tão bem que você quer entrar na tela do cinema e bater na VACA do mal. Ódio que dá dela!

O mocinho é o tal que toda sogra sonha em chamar de genro. Ele é fofo... E acaba nas mãos da ordinária da Summer, que tem aquele discurso "não quero me envolver...", mas não larga o osso e não deixa o gatinho ir embora. Até que, no fim, tudo é explicado e uma mensagem do bem vem bem escrita para o espectador levar para casa. Um saco alguns filmes que vêm recheados de mensagens, mas em "500 dias..." vale a pena. Fofo demais...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Medo...Medo... E... MEDO!

Pelamordedeus! Que medo que deu assistir ao "Atividade Paranormal". Não aparece nada. Não há qualquer efeito especial. O "monstro" da vez não dá as caras. Mas o ar reality funciona muito bem e qualquer sombra estranha já dá arrepios.

"Atividade Paranormal" tem um QUE de "Brucha de Blair" - aquele filme que inaugurou o gênero realidade+filme de terror. Em "Atividade..." um casal compra uma câmera profissional para gravar suas noites no quarto, que são atormentadas por ruídos estranhos. A cada noite um acontecimento simples, uma porta que range, uma madeira que estala e pronto, lá vai o expectador se contorcer de medo. Sabe aqueles barulhos que a gente não dá atenção depois que apagamos a luz do quarto...? Então... Nunca mais serão os mesmos depois deste filme. O mais assutador é ver os protagonistas dormindo enquanto o sobrenatural chega. Os dois momentos que uma vítima está sem qualquer guarda é quando toma banho e quando dorme. E é esta falta de guarda que faz a gente sofrer ao ver o casal entregue aos seus fantasmas enquanto sonham tranquilos.

"Atividade..." chama atenção não só pela sua quase originalidade , mas também por ter tido um orçamento de apenas 10 mil dólares e já ter uma bilheteria de mais de 150 milhões de dólares em todo o mundo. Quem descobriu o filme e o colocou em circuito comercial foi Spielberg. Graças a Deus e também ao cineasta que não mutilaram a boa idéia do filme. Palmas para Spielberg!!! PLAC-PLAC-PLAC!!!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Um crime americano. Um crime horrível

Demorou, mas consegui ver o filme "Um crime Americano". Desculpem os mais educados, mas... PUTA FILME! Se você gosta de suspense, vale muito assitir. Pena que vi em DVD... Na telona do cinema deve ter sido ainda mais bacana.

O roteiro é baseado em uma história real. Duas irmãs são deixadas pelos pais com uma vizinha que tem seis filhos. A irmã mais velha vira vítima da vizinha-ordinária-tenho-ódio-dela. O horror que essa menina passa é cruel demais. E o mais impressionante: com a ajuda de toda a sociedade. Chocante. Uma história que antecede a dessas moças que ficaram presas a vida inteira num porão no meio da cidade e todo mundo vivendo sua vida normal ao lado da vítima. Apesar de que eu sempre acho que essas histórias macabras nunca dariam certo no Brasil. Brazuca é fofoqueiro demais... Imagina se eu ia aguentar não saber por que tanto grito na casa ao lado...

As interpretações das duas atrizes principais mereciam, pelo menos, uma indicação ao Oscar. Não entendo como a Academia ignorou esse PUTA FILME.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Texto sono....

Desde que lançaram aquele vídeo do "Sunscream", ou em bom português, "Filtro solar", que ninguém mais tem paz nos ouvidos. Agora, tudo que é campanha de TV vem com aqueles textos bobos, chatos e cheios de mensagem. Fácil, fácil... Aquela coisa: "Viva... Sinta... Sonhe... Sonhe com o hoje... Sonhe com o amanhã... Sonhe sem fronteiras... Sonhe o sonho dos grandes... Mas sonhe...". E dá-lhe redação piegas.

Um dos comerciais mais irritantes dos dias de hoje é o do Itaú Personnalité - e olha que sou cliente dessa marca, hein! Pra que tanto texto-emoção? Dá uma olhada no vídeo abaixo:

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Quando Julie encontra Julia

É assim. Um dia uma moça meio tristinha resolve colocar algum molho na vida, e decobre um tal de "blog" que começava a aparecer no início dos anos 2000. Ela e seu diário online se deram bem, e o tema do blog agradou meio mundo: fazer, em 365 dias, todas as mais de 500 receitas de Julia Child - uma espécie de chef-celebridade-americana à la Ofélia. E dá-lhe comida - da boa - todo dia. O maridão da moça agradeceu.

Do blog nasceu um livro - meio chatinho - que deu origem a um filme - muito do bom - com Merly Streep no papel da Ofélia americanizada. Daí até um dos motivos do filme ser tão bacana. Mrs. Streep está incrível. Mais uma vez incrível. Aliás, o elenco está bem afinado e percebe-se o reencontro de velhos amigos. Merly Streep já trabalhou com Amy Adams que faz a Julie - a dona do blog - no filme "Dúvida". Eram elas as duas as freiras. Com Stanley Tuccia, Merly Streep dividiu a tela em "O Diabo Veste Prada". Se no filme fashion Stanley fazia uma bicha chique, em "Julie&Julia" ele faz o marido da senhora Streep. Muito boa a química entre eles.

Vale mesmo acompanhar essa história adaptada por Nora Ephron, a mesma autora de vários filmes de sucesso, como "Harry&Sally". E prepare-se para sair do cinema morrendo de fome!!!


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Espero que o filme seja melhor...

O livro Julie&Julia virou longa metragem com Merly Streep e Amy Adams. Espero que o filme seja melhor que a leitura. O livro é chato, chato, chato... A Julie é chata, chata, chata... E olha que a história é real. Ou seja... Existe alguém bem chato neste mundo!

O livro não prende. Qualquer coisa é melhor que vencer cada página que quer ser inteligente-divertida-cheia-de-sacada.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Cidadão Kane dos anos 2000

Quentin Tarantino pegou todos os manuais de como se fazer um filme de sucesso, rasgou e jogou fora. Pegou também aqueles livros de gurus do roteiro e jogou na mesma lata do lixo.

Graças a Deus!

Só assim para nascer um dos melhores filmes de todos os tempos. "Bastardos Inglórios". Este é, sem dúvida, um dos longas mais importantes que aconteceu desde Cidadão Kane. Tarantino reinventa o cinema - no jeito de como contar uma história - usa linguagens diferentes em momentos certos e, ainda mais abusado, reescreve a História do Mundo.

Tarantino mostra mais: que na arte o que importa é emocionar. Que um roteirista tem apenas que querer contar uma história. Uma boa história. Não existe certo nem errado. Pode usar a cor que quiser usar, sem regras. Tudo pode. Tudo é aceito. Desde que bem usado.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Distrito 9 - quase bom...

Distrito 9 - o filmePior do que ver filme ruim é ver filme que podia ter sido muito bom. "Distrito 9" é um destes... Produção impecável, uma idéia muito boa e muito original, elenco afiado, animações excelentes. Mas o roteiro...

O roteiro erra. Do começo ao fim. A história é entregue de bandeja, sem muito mais a acrescentar além do que é descoberto pelo expectador logo nos primeiros minutos. Uma pena. O roteirista deve ter seguido à risca esses inúmeros - e chatos - manuais de roteiro. Fez direitinho a lição de casa na tal "saga do herói", colocou os tais "pontos de virada" nos momentos que o autor do manual diz que é certo e pimba! Criou uma história sem charme e sem surpresas.

Uma espaçonave chega à Terra e estaciona em cima da capital da África do Sul. Num primeiro momento, as pessoas ficam com medo, depois eufóricas, depois irritadas com a chegada desses extra terrestres que estão comendo o dinheiro público. Vinte anos depois do primeiro contato, nossos amigos lá de fora não mostram o charme do "ET", de Spielberg. Muito pelo contrário. Construíram foi uma favela - o tal Distrito 9 - e são mantidos à distância dos humanos. Um apartheid na cidade do antigo apartheid. E, neste preconceito, negros e brancos estão unidos.

A expulsão dos extra terrestres da área pública e a invasão do exército faz lembrar muito o que acontece nas favelas do Brasil. O preconceito, os xingamentos aos ETs e a discriminação de uma raça de outro planeta é claramente uma alusão a fatos históricos, como o Holocausto. Mais humano impossível.

Mas o roteiro...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ódio do Mantega!

Só o Brasil pra fazer o Brasil parar. O Brasil é o pior inimigo do Brasil.

A crise econômica conseguiu passar como um sopro pelo país, mas daí vem o governo e mostra o quanto é mais forte. Mais forte até que os americanos. O Mantega inventa a taxação estrangeira, afasta os investidores externos e faz a bolsa cair 5%!

Ódio!!!!!!!!!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Dê um UP na sua vida!

O filme "UP" é tudo na vida da pessoa. Fala de amor, de amizade, de sonhos. O velhinho bravo é divertidíssimo, e o gordinho japonês é inesquecível.

Conheça a vida do casal Carl e Ellie e seu sonho de conhecer as cachoeiras da América do Sul. A vida passa, passa... E eles nunca conseguem viajar até a Venezuela... Até que... Bem, não posso falar muito mais ou começo a chorar, ou conto o final da história.

Este filme vale muito a pena ser visto nas salas de cinema com 3D. Fica ainda mais lúdico.

Não esqueça de levar uma caixa - da bem grande - de lenços de papel.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Vida de artista

Michael Jackson morreu. Dizem que de morte estranha, mas, depois de ler o livro "Michael Jackson - da magia à loucura", é impossível não perceber que esse seria o fim do maior superstar que o mundo já teve. Maior, sim, que Elvis Presley e Madonna. E olha que eu nem gosto tanto assim do moço.

Michael teve uma vida bem da chata. Muito dinheiro e muita fama não resolvem a falta de um vida própria. O pai, um carrasco. A mãe, uma coitada. Os irmãos, uns encostados.

A biografia escrita pelo jornalista americano J. Randy Taraborrelli é incrivelmente bem escrita. Pena que acaba em 2004... Tenho certeza que, em breve, chegará às livrarias uma edição atualizada com os últimos anos de bizarrice do único talento da família Jackson.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

EMMY 2009 goes to...

"Mad Men" e "30 Rock"!!! As duas séries-inspiração para o seriado Poder S.A. levam o Emmy de melhor série dramática e de comédia, respectivamente! Saravá, meu pai! Poder S.A. está mais que no caminho certo!

Veja abaixo a lista dos premiados e seus concorrentes:

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA

"Mad Men"
"Big Love"
"Breaking Bad"
"Damages"
"Dexter"
"House"
"Lost"


MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

"30 Rock"
"Entourage"
"Family Guy"
"Flight Of The Conchords"
"How I Met Your Mother"
"The Office"
"Weeds"

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Odeio o câncer...

Adeus gato GHOST!Patrick Swayze, o ator-gato-ícone de toda uma geração - da minha - se foi... Aos 57 anos, morreu ontem, 14/09/09, vítima do câncer no pâncreas. Desde 2008 lutava contra essa doença desnecessária. Odeio o câncer. Odeio.

Fica "Ghost". Fica "Dirty Dance". Quem não chorou com o marido-fantasma? Quem não dançou igual a ele escondido no banheiro?

Triste.