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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Vida de artista

Michael Jackson morreu. Dizem que de morte estranha, mas, depois de ler o livro "Michael Jackson - da magia à loucura", é impossível não perceber que esse seria o fim do maior superstar que o mundo já teve. Maior, sim, que Elvis Presley e Madonna. E olha que eu nem gosto tanto assim do moço.

Michael teve uma vida bem da chata. Muito dinheiro e muita fama não resolvem a falta de um vida própria. O pai, um carrasco. A mãe, uma coitada. Os irmãos, uns encostados.

A biografia escrita pelo jornalista americano J. Randy Taraborrelli é incrivelmente bem escrita. Pena que acaba em 2004... Tenho certeza que, em breve, chegará às livrarias uma edição atualizada com os últimos anos de bizarrice do único talento da família Jackson.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

GOSSIP GUY

Beto Ribeiro e o livro Poder S.A. no Meio e MensagemPara quem não sabe, em inglês, "Gossip Guy" significa, digamos, "garoto fofoqueiro". Para quem não sabe, "Gossip Guy" é uma alusão direta ao best-seller que é sucesso no mundo e que já virou seriado na telinha: "Gossip Girl", ou "garota fofoqueira".

AMOOOO "Gossip Girl", amo o livro, amo a série de TV. E amo ter recebido o título de "Gossip Guy" no perfil que acaba de sair no jornal-bacana Meio&Mensagem (edição de 7 de setembro de 2009) sobre a pessoa que aqui escreve. Adorei tudo. Adorei a entrevista, o texto e o que se falou sobre o livro Poder S.A.. Só não gostei da minha foto, mas não por culpa do fotógrafo. A culpa das bochechonas são da minha mãe e do meu pai que me fizeram do jeito que sou. Mas fazer o quê, não é? É o que temos para o momento. O que importa mesmo é que a matéria ficou bem divertida e muito bem escrita.Beto Ribeiro e o livro Poder S.A. no Meio e Mensagem

Obrigado Gabriel Navarro - o repórter - e obrigado Meio&Mensagem - o jornal.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Os meninos do pijama listrado

O menino do pijama listrado - o livroO livro e o filme "O Menino do Pijama Listrado" são imperdíveis. Sensíveis, delicados e marcantes.

A história gira em torno de um filho de um militar importante do nazismo em plena segunda guerra mundial. John Boyle, o autor, conseguiu mudar a ótica da narativa da História - sair dos olhos dos judeus para os alemães - e apresentar uma novidade: a ignorância dos alemães sobre o que era feito dentro dos campos de concentração.




Um pequeno alemão gentil e educado vira amigo de um pequeno judeu gentil e educado. Ambos com nove anos (no filme eles tem 8). Ambos nascidos no mesmo dia e no mesmo ano. Ambos procurando um amigo. São separados apenas pela cerca do campo de concentração. Ambos O menino do pijama listrado - o livrocom o mesmo fim...



Muito bonito - o livro e o filme. Muito bem escrito - o livro. E muito bem realizado - o filme.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Precisa dizer mais alguma coisa...?

E, daqui da ponta mais ao norte das Américas, diretamente do sofisticado Canadá, trago notícias da crise... Veja a foto abaixo... Uma imagem vale mesmo por mil palavras... Principalmente imagem com palavras.
General Motors ou Coronel Motors...?

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Vou sambar em outra freguesia!

CARNAVAL NÃOOOOO!
E no "O balancê, balancê", eu que não quero dançar com você. Eu não. Acho Carnaval chato demais. Por isso, para os que ficam, muito AxÉ! Eu que não vou ouvir Ivete, Margareth, nem a dança da Mobilete. Eu vou é correr para a primeira classe da Continental e voar pra bem longe! Muita neve, muito vinho do bom, muita diversão com minha melhor companhia: meu casamento. Até a volta!

Beijos!!!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Outros depoimentos de leitores

Adooooooroooooo! Adoro quem lê Poder S.A. e manda email dizendo o que achou do livro. Mais alguns abaixo:

"Li seu livro e AMEI!!!!!!!! Achei sensacional e dei muita risada com as suas descrições, não podia ser outra aquela vaca da primeira história HELOÍSA!!!!!!!!! É muito bom, não da vontade de parar de ler...... escreve outro logo. Aliás, estive na fnac aqui em Curitiba e vi seu livro "seleções da fnac" (chiquérrimo)!"
Adriana - Curitiba - Paraná

"Parabéns pelo livro Poder S.A.. Eu li. Meu sócio leu. Um programador aqui do escritorio leu. Realmente muito bom."
JP - SP

"Li teu livro e achei muito bom."
Sergio - SP

"Adorei seu livro, li em uma semana... talvez só não tenha gostado de notar o quanto faço parte desse mundo que nunca admirei nem um pouco... se você for o tal "Guto" do livro, PARABÉNS!Certeza que é tudo que todos sonham.... Trabalho faz 10 anos com publicidade... resumindo, vc já imagina quantos livros poderia ter escrito, certo? Inclusive nesse tal prédio... ;o)). ótimo o livro, parabéns."
Raquel


"Achei a leitura dele (PODER S.A.) tão gostosa que consegui terminá-lo em um único domingo de sol!
A identidade das personagens com a vida real é impressionante! Sempre me divirto ao lembrar... Hahaha
Acredito que isso fará com que o livro se torne um sucesso."

Juliana - SP

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

TOP 2 nas lojas da FNAC!!!

Olha... sem palavras. Poder S.A. é o segundo mais vendidos em não ficção da Fnac. Atrás apenas do liv ro dos três verbos - Comer, Rezar, Amar. Na Fnac da paulista está destacado como um dos três principais livros de Administração. E aguardem que em breve muitas novas e ótimas notícias chegarão!


Poder S.A. é o TOP 2 FNAC!

Top 2 da Fnac! É PODER!!!!



Poder S.A. é o TOP 2 FNAC! Detalhe do top 2. A foto tá ruim, mas dá pra ver!



Poder S.A. é o TOP 2 FNAC!
Na Fnac da Paulista do livro está entre os três MELHORES livros de administração!!!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Três irmãs Corporativas

Três jeitos e trejeitos dos que acham que parecem bacana-sou-eu-neste-escritório:

- Muletas verbais de quem não sabe como começar, manter ou terminar uma conversa-corporativa-reunião. Qualquer fala começa com: Na verdade... (que bom, você não está mentindo desta vez!); Então... (então... vamos lá... então, o quê?); Tipo assim... (ainda é adolescente?). A pior: a nivel de... Sem comentários! Não entendo como alguém continua falando assim. É o mesmo que ainda andar com celular pendurado na cintura da calça.

Aspas corporativas nas empresas irritam!- Aspas. Dá vontade de cortar os dedinhos bonitinhos de quem adora falar e fazer o sinal de aspas. E o pior é que a besta coloca aspas em tudo. Dizer, tipo assim, "Vou numa reunião de "diretoria" ", e faz o sinal de aspas com os dedos. Sempre tenho dúvida se decepo a mão do tonto, se mato quem está falando ou se pergunto o porquê das aspas. Pensando aqui... Já sei! Fico com a segunda opção. Vai que a resposta é pior e só arrancar as mãos não adianta. E se o chato coloca uma mão postiça que faz o movimento-irritação? Não, não... Melhor não arriscar.

- Cards com dizeres profundos e cheios de mensagens de vida na mesa de trabalho. Não dá, não aceito, não tolero! Vai fazer terapia. Gente chata que chega com sorriso-meditei-agora-e-não-escovei-os-dentes devia dar cadeia perpétua. Com vista para o Minhocão.


segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Trilha sonora workaholic

Trilha sonora corporativa-empresarial.Em 1996, quando resolvi acreditar que funcionário bom era aquele que trabalhava das 7 da manhã até 10 da noite, procurava uma trilha sonora de acordo com o jovem trabalhador que eu era. Era um troca-troca de CDs no meu pequeno Ka (adquirido no ano de lançamento!) e não achava nada que traduzisse todo aquele meu empenho na empresa. Até que um dia, num evento besta de integração, perguntaram onde estaríamos todos nós, escravos-comunicadores, em 2010. Um Big-Bang interno explodiu e decidi que não sabia onde estaria, mas, com certeza, não seria ali, junto daquelas pessoas infelizes. Foi aí que percebi o quanto já estava me tornando um deles...

Entrei no carro e, supresa!, a trilha sonora que tanto ansiava apareceu na Jovem Pan. Era a estréia do novo sucesso do Paralamas do Sucesso: "Capitão de Indústria". Aquela música foi minha parceira pelos próximos dois anos até eu conseguir minha carta de alforria e me mandar daquela senzala.

Se você ainda está na fase workaholic, abaixo, a letra da música da sua vida. Porque da minha não é mais mesmo!


Música: Capitão de Indústria
Álbum: 9 Luas (1996)

(Paulo Sergio Valle - Marcos Valle)

Eu às vezes fico a pensar
Em outra vida ou lugar
Estou cansado demais

Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas

Eu acordo p'rá trabalhar
Eu durmo p'rá trabalhar
Eu corro p'rá trabalhar

Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça que
Passa
E polui o ar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Discurso Executivo

“Não podemos esquecer que a expansão de nossa atividade cumpre um papel essencial na formulação das atitudes e das atribuições da diretoria.”

“Assim como o incentivo ao avanço tecnológico, o desenvolvimento de formas distintas de atuação cumpre um papel essencial na formulação das formas de ação.”

“A prática mostra que a consolidação das estruturas auxilia a preparação e a estruturação das condições apropriadas para os negócios.”


Leu as frases acima e boiou? Tentou entender e percebeu que nenhuma delas faz qualquer sentido? Achou que já ouviu isso tudo em algum papo de elevador de empresa ou em algum evento de integração em pleno domingo de sol?

Hum....

Você está completamente... CERTO! Ou CERTA, se preferir.
Cada vez mais no mundo corporativo pessoas adoram usar expressões que deixam alguns com vergonha e outros se achando o tudo-de-bom da inteligência empresarial. E para quê?

Frases mais simples, gente! Peço ao Deus-Empresa frases mais simples. Somente isso. E com alguma lógica, claro.

E onde encontrei essas frases? Num site que tem o sugestivo nome de EMBROMATION. Clique aqui e crie suas frases para a próxima reunião de definição de metas do ano.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Assédio Moral: o mundo-cão do mundo corporativo

Chefe MAU! Meda!!! No livro Poder S/A ninguém se salva. Nenhum personagem é poupado, não existem mocinho e bruxa má do oeste. Digo sempre que as relações entre torturado e torturador não deixam de ser de comum acordo. Afinal de contas, sempre existe a porta de saída e todo mundo, a qualquer momento, pode pedir demissão. Ficar e ser massacrado pelo chefe não deixa de ser uma opção escolhida pela vítima em questão.

Mas sei que muitas vezes – talvez a grande maioria – as pessoas que sofrem assédio moral acabam passando por um seqüestro interno em que elas, os assediados, são levados a um grau de baixa auto-estima que acabam acreditando que aquele é o único cenário de trabalho em que podem se enquadrar. O assediador faz com que seu subordinado ache mesmo que é – desculpe a palavra – um merda tão merda que nenhum lugar o contratará. E assim se estabelece uma relação sadomasoquista empresarial muitas vezes conhecida e reconhecida pelo RH, diretoria e até presidência do escritório em que se desenrola esse tipo de trama de filme B.

Algumas vezes essas práticas absurdas vêm à tona e a justiça é feita contra os maus-patrões. No dia 9 de julho, deu, na Folha de São Paulo, a sentença final de uma grande empresa pela ação conjunta de vários de seus funcionários do Rio Grande do Norte que entraram na justiça contra a forma de trabalho desumana na firma. Que sirva de exemplo!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Celular na cintura... Ainda tem gente que usa...

Celular na cintura NÃO NÃO e NÃO!!!!Como as pessoas estão se divertindo com o lado moda-fútil deste blog, vamos agora a mais um CERTO ERRADO FASHION (ui!). Ou melhor, vamos falar de um outro fenômeno-guarda-roupa nas empresas (e que não tem nada a ver com o Ronaldo, o jogador. Daí também já seria demais!). Celular na cintura. Como pode? Como alguém usa? Como tem coragem de jogar o bicho colado ao cinto e achar que está tudo bem? Celular na cintura é tão abominável quanto pochete (que eu achava que escrevia bochete).

Tem uns que dizem que é prático ter o telefone grudado na calça. OK. Pode ser... Mas continuo não aceitando.

Há outros que garantem que seu porta-celular é de marca. Ao que as lojas não têm que se render pra dar lucro nos dias de hoje...

E ainda existem os que falam: “Qual o problema? Eu gosto de usar celular na cintura”. Tudo bem, cada um gosta do que quiser. E eu não gosto de quem gosta de por o celular no passante da calça. Tenho certeza que faz isso só para me irritar.

E, gente, peloamordedeusinho... Se vai colocar o celular na cintura, pelo menos não coloca musiquinha chata de mulher Melancia ou do filme Psicose. Ninguém merece. Nem o celular na cintura (só pra reforçar e relembrar), nem a música pra-lá-de-animada.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Espelho, espelho meu... Existe alguém mais belo do que eu?

Gravatas são espelho dos grandes executivos. Imagina só como são os que usam estas!
Ai, ai... Vamos lá... Respondendo à pergunta/título do post... Se você estiver com alguma dessas gravatas acima, cheias de estampas, digamos, divertidas, qualquer um será mais belo do que você.

Eu adoraria que alguém explicasse o porquê de serem confeccionadas gravatas como essas. E também adoraria entender como alguém coloca ISSO e vai trabalhar.

Atendendo aos pedidos que chegaram por causa do post sobre terno, vamos falar de gravatas:

- Não pode e ponto. Gravatas de bichinho, estampa, coração,
estão fora. Se você tiver alguma, não conte a ninguém e jogue-as no lixo. Mas corte todas de ponta a ponta para evitar que alguém invente de fazer moda com essas peças.

Que gravata mais meiga... Cheia de coração, né, coração?- Gravata abaixo do cinto, Deus nos livre e guarde, Amém. Gravata não é tapa sexo.

- Tá gordinho? Emagreça ou compre gravatas mais longas. Gravata terminando no umbigo só no Brad Pitt fica bom. E vamos combinar que você e eu não somos o Brad Pitt.

- Por mais que os editoriais de moda adorem misturar camisa listrada na vertical com gravata com listras na horizontal, tenha pena dos que sofrem de labirintite. Dá tontura, gente. Estamos aceitando, temporariamente, o COMPOSE apenas como estratégia para acabar com um inimigo na empresa.

- Se sua mãe sabe onde vendem gravatas baratinhas, ótimo, guarde esse segredo para você. Não leve baciada de gravatas para os companheiros da empresa comprarem. Fica todo mundo com a mesma peça pendurada no pescoço. E, geralmente, é tudo gravata feia.

- Gravata diz o calibre do executivo. É melhor ter três boas que centenas que não são lá uma Hugo Boss.


Estamos combinados?




terça-feira, 24 de junho de 2008

Casa Gucci – o PODER vem do Berço

Livro CASA GUCCI: a mais chique das empresas familiares!
Não perca o ótimo “Casa Gucci – Uma história de glamour, cobiça, loucura e morte”, de Sara Gay Forden, lançado pela Editora Soman. A História de uma das famílias mais italianas e chiques do mundo é contada em tom de romance indo de Guccio Gucci a Domenico de Sole (o CEO que fez da marca uma empresa bem capitalista). O texto é excelente, fazendo qualquer um ler suas 500 páginas em poucos dias.

Esse livro acabou corroborando com algo que eu sempre tive como verdade absoluta: empresas familiares são as piores para se trabalhar. O voto do dono vale mais que toda opinião da empresa. Afinal, ele é dono, e não presidente. Ninguém pode mandá-lo embora. A pressão familiar sobre os herdeiros do trono acabam trazendo futuros ditadores descontentes para a tão sonhada cadeira de presidente da empresa. Imaginem aquele garoto que queria ser bailarino obrigado a entender de balanços, números, estoques e textos jurídicos. O que acontecerá? Claro, além de engordar, o cara será extremamente infeliz, tendo seus funcionários como extensão de sua sentença de tristeza imposta pelo seu sobrenome e seus pais. No meu livro, no Poder S/A, tem Campanha de retomada da marca Gucci.uma história dessas... Claro que sem o glamour de Tom Ford, que conseguiu reerguer a marca, depois que a família saiu dos negócios.


Compre já:

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Com que roupa, digo, terno, que eu vou?

NO COMMENT, me nego. Uma imagem vale por mil palavras. O que fazer se seu chefe se vestir assim? O bom é que tem uma cor pra cada dia...

Que ternos são esses? Sem explicações. Terno mal cortado é pior que Coisa fofa da mamãe, era o que eles ouviam de pequeno. Daí, acreditaram...os Mulis das executivas-tô-bacana.

Atenção, senhores das empresas: terno ruim dá na cara. Não ouçam os vendedores de lojas de nome esquisito dessem shoppings baixa-renda! Eles só querem a comissão das vendas e trocam de roupa antes de ir embora. Entrevistei um desses seller-men (nome em inglês sofistica o blog) e, quando questionei se ele usava esses ternos de ombreira que termina depois da orelha, a resposta foi: “Deus me livre!”. Viu só, como o cliente foi um bobo que saiu feliz com seu terno de “Promoção 3 peças por 50 real (sic)”?

Acertou que este é o terno bom??? Então, pode levar sua prenda: um beijo da dupla aí do lado! E não aceito NÃO como resposta, tá. Faço questão.Acima e pelos lados deste post, vocês podem ver o jogo dos duzentos erros no desfile horror-inferno que achei pela busca do Google. Há aqui uma brincadeira tonta: um desses ternos é bacana... Hummmm qual será, né? Tá tão difícil...








sábado, 21 de junho de 2008

As trapalhadas na Companhia

Livro A COMPANHIA - uma empresa bem louca!
Vale a pena ler “A Companhia”, do australiano Max Barry, lançado pela Editora Record. O livro não é novidade neste blog porque já havia trazido aqui a entrevista que o autor deu para a Revista Exame (não leu? Ai, ai... tá, segunda chance, clique aqui).

A história é meio maluca: os funcionários de uma empresa não sabem o que ela, a empresa, realmente faz. Olha,... Acho bem possível que muitas pessoas com as quais trabalhei, de fato, não faziam a mais vaga idéia do que a empresa realmente produzia/vendia. Tem alguns pontos da trama muito fora do mercado corporativo brasileiro – devem ser tradicionais da turma da Oceania - mas não perdem a graça. "A Companhia" tem ritmo, boas sacadas e texto ácido. Lembra um pouco o que vem por aí no meu livro, Poder S/A... Mas aí já é outra história...

Se quiser, clique aqui e compre o livro pela Fnac.com. Se não quiser, não compre e peça emprestado para mim.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Bingo! Ganhei!

Bingo empresarial! Jogo que pode vir a fazer parte de Poder S/A - Histórias Possíveis do Mundo corporativo, livro de Beto Ribeiro.Um jogo que pode fazer seu dia mais feliz - e de seus colegas-Colaboradores da empresa também - é o Bingo-Corporativo. A receita e modo de preparo são muito simples. Pegue uma planilha Excel, escolha algumas células e separe várias palavras corporativas (é a gosto). Na planilha, desenhe uma cartela de bingo, como a que está ao lado. Pegue as palavras e espalhe sem muita organização. Dê preferência às palavras bem usadas e abusadas no trabalho.

A cartela deve seguir com você por onde andar, inclusive em reuniões externas, e dura um dia – 8 horas de trabalho. O jogo não é workaholic e não vale até meia-noite, hein. Ganha quem fizer toda a cartela. Não vale quina, linha - daí o jogo seria muito rápido.Crie também prêmios que estimulem os jogadores! Que tal: quem ficar em último lugar tem que passar o dia em eventos de integração do RH?

Sugestões de palavras:

Paradigma – tá, OK, legal. Qual é o novo paradigma a ser quebrado?

Market-Share – essa palavra é boa e vale se for dita apenas “share”.

Integração – ÓDIO (eu tenho) dessa palavra!

FEEDBACK! Tem palavra mais desgastada que esta?Feedback – não, obrigado, não quero saber o que você acha de mim ou do meu trabalho. Essa palavra pode entrar 2 vezes na cartela.

Gestão – quem trabalha no RH já sai com uma palavra de dianteira.

Pró-ativo – queria saber se alguma empresa contrata alguém pró-passivo...

Qualidade – isso se ouve muito, mas tem pouca.

Custos – será que esta palavra também pode entrar duas vezes? Integração. Alguém ainda acredita nisso nas empresas?

Baixar Custos – aqui vai uma expressão. Não vale só a palavra custos.

Produtividade – dos outros é claro.


Cliente – essa palavra é muito usada, mas pouco lembrada de verdade.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Consultoria para que mesmo?

Consultoria nas empresas... Parte do problema?E atenção para o resultado da animada enquete: “Para que servem Consultorias?”. Havia três possibilidades de respostas:

- Para nada
- Trazer idéias que nunca serão colocadas em prática
- Repetir o que sempre foi dito por todos os “colaboradores” da empresa

E deu o que tinha que dar: empate. Ou seja, uma boa consultoria serve para nada mesmo, ou no máximo reciclar idéias antigas dando cara de coisa nova. E, claro, que nada sairá do papel.

Surpresa para alguém? Para mim, não. Tanto que escrevi uma história bem cruel sobre consultorias no meu livro, o Poder S/A. Aguardem.

Com certeza há consultores pela sua empresa se você responder “sim” para pelo menos uma das alternativas abaixo:

Olha o moço aí só irritando a Radio Peão da empresa!1) As melhores salas de reunião estão ocupadas pelas mesmas pessoas estranhas 100% do tempo há mais de 3 dias? Então, sua empresa contratou uma Consultoria. Além desse pessoal atrapalhar o bom andamento das reuniões no seu andar, ainda pendura pelas paredes um monte de papel cheio de códigos e organogramas que ninguém entende só para irritar a Radio Peão.

2) Você, do nada, foi chamado por um cara que nunca viu na vida e que anda mais bem vestido que o dono da empresa? E teve que responder um monte de perguntas sobre a integração da sua área e a forma como a pró-atividade do seu trabalho interfere no feedback dos seus colegas de equipe? Tudo bem se você não entendeu as perguntas desse moço de terno de 3 mil reais. Ele também não está entendendo nada do que a sua empresa faz. Esse é apenas o consultor júnior tentando absorver todas as suas idéias para colocar numa superapresentação para a diretoria com a criação de novos E como consultor gosta de sala de reunião...projetos para a companhia. Fique tranqüilo. Fale tudo o que você quiser. Já sabemos que nada irá para frente mesmo...

3) Seu chefe pediu para você ajudar uma loira bonita, de coque bem feito (nada de lápis segurando o cabelo frouxo porque ela é chique) e disse para entregar para a Gisele Bunchen Corporativa todos aqueles relatórios confidenciais? E também, de uma hora para outra, nunca mais ouviu falar da loura ou do pen drive que você emprestou com todos os seus arquivos e as fotos do churrasco de confraternização com a área de vendas? Não se preocupe. A moçoila já foi embora e seu pen drive nunca foi aberto. Deve estar perdido em uma daquelas pastas de couro-bom que tem o logo da consultoria bem discreto no canto inferior à direita.