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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Como ser inovador - e bilionário!

Para ter na biblioteca:

"O clique de 1 bilhão de dólares" conta a saga dos criadores do Instagram, especialmente a de Mike Krieger, o brasileiro que ajudou a desenhar esta nossa mídia social mais amada e idolatrada salve-salve. Escrito pelo jornalista Filipe Vilicic, o livro passeia pelos quase dois anos do app entre ele nascer e ser vendido para o FB, além das biografias dos fundadores do 'Insta'. A história é contada com jeitão de matéria de jornal, mas não compromete a leitura - não é literatura como "A Rede Social", de Ben Mezrich, que repassa a limpo o nascimento do Facebook pelos olhos de outro brasileiro, Eduardo Severin, mas as informações trazidas são bem interessantes. 

O livro não tem nada de auto-ajuda apesar de valer, principalmente, como inspiração para quem ainda busca um lugar ao sol no mundo corporativo - algo como já disse Henry Ford: "Há mais pessoas que desistem que pessoas que fracassam". Ou seja, não desista, o fracasso pode até chegar, mas "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". Em tempos de crise, um livro e tanto. Hehe

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

'Chatas' pra casar

Ontem assisti "Loucas pra casar" - sim, faço parte dos 2 milhões de espectadores que o filme já alcançou, um sucesso, sem dúvidas. De bilheteria, com certeza. De risadas... Se a minha sessão for espelho das outras...

Como adoro filmes do gênero, posso mesmo ter achado tudo bemmmmmm chato. Para mim, não valeu a pena gastar 22 reais de cinema - espera a Globo passar. Além da trama óbvia - matei o roteiro no primeiro minuto - e não só 'as noivas', mas o 'noivo' tb - é uma repetição sem fim de vários clichês da mulher que quer casar. Claro que esse assunto rende sempre, mas olhar novo, peloamordedeus. Não é possível que as mulheres, em 2015, continuem agindo igual às velhas amigas de Sex And The City - apesar que até elas seriam mais interessante hj que as personagens do "Loucas pra casar". Chatuuusss no limite os 'conflitos' da Malu, Maria e Lurdes. Pegou? Não? Tudo bem, não vou dar spoiler.


Não aguento mais a piada da Ingride Guimarães (que eu amo) sobre a idade e o tempo pra casar e ter filhos - já ri disso 15 anos atrás em "Sob Nova Direção". Tatá Werneck (q eu tb amo) está Tatá Werneck, ou seja, vc ri algumas vezes com ela - mesmo ela refazendo as mesmas caras de sempre e o jeito de andar da Waldirene, que é igual àquela que ela fazia na MTV. Tudo bem, tudo certo. Jerry Lewis é igual sempre e é ótimo sempre.O destaque das protagonistas é Suzana Pires. A melhor atriz das três - já que não trouxe nada de seus velhos personagens. Com ela a gente se diverte.


As grandes surpresas, que valeram as intermináveis duas horas, foram: Camila Amado em participação especial, Fabiana Karla perfeita na pele de uma lésbica-macho (igualzinha a muitas das minhas amigas, sem pesar em nada, sem caricatura, apenas um dos vários tipos de sapas que eu amo de paixão) e Guida Vianna - a melhor, a que me fez gargalhar alto com a sequência no restaurante. Ela tem a pausa das grandes atrizes, aquela pausa que te faz embarcar com ela pra onde ela quiser te levar. Mas... De novo, espera a Globo passar. Pelo menos, vai ser de graça.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Não veja este filme, por favor...

Assisti ao filme "Verônica". Por quê? Por que, pergunto? Por que gastaram tempo e dinheiro numa "obra" dessas?

Verônica é uma professora de escola pobre num Rio de Janeiro miserável. Entre seus alunos está um garoto que vai mudar sua vida. Nossa, que coisa forte!!! O menino é filho de traficante do morro que também faz as vezes de informante da polícia. Nossa que forte!!! O traficante e a mãe do menino - lógico - são mortos pelos bandidões. Todos querem um pen drive do morto que contém cenas da polícia recebendo dinheiro dos criminosos. Com quem está esse pen drive??? Com o menino, é claro... Nossa, que coisa forte!!!

E começa o pega-pega. Verônica ajuda o garoto a fugir dos mocinhos e dos bandidos, da polícia e dos traficantes. E aí é uma beleza de roteiro mal feito. As policias são misturadas - a PM é chefe da polícia civil na história; e ninguém entende por que, afinal, a professora corre tanto com o menino e não procura logo proteção da imprensa, da própria polícia, da Onu que seja. Da embaixada americana. O roteiro até traz Marco Ricca como policial falando para a Andrea Beltrão que se ela for à delegacia ou à imprensa vão matar a professora e o aluno. Ou seja, só tem bandido na polícia, na imprensa e em todos os órgãos de proteção à pessoa. Vivemos numa guerra civil, esqueceu?

"Verônica" é um "Central do Brasil" B, com, mais uma vez, uma mulher que não teve filhos ajudando um menino sem família a encontrar seu caminho. No final, há até uma tentativa de mensagem cheia de palavras soltas para formar uma frase de efeito... Ô dó...

Nada contra quem quer escrever ficção livre sem amarras com a realidade. Só sou contra quem quer fazer ficção com ar de sou-demais-e-vou-te-mostrar-o-que-você-não-conhece e escorrega em cada sequência. Um porre. Um porre quem escreve um telefilme achando que está fazendo um "Corra Lola Corra". Nem Andrea Beltrão vale a pena. Ela está ótima, claro, mas só ela está ótima. Melhor assistir à moça na "Grande Família".

Em tempo: a abertura de "Verônica" é boa mesmo. Muito boa. Não merecia estar neste filme tão ruim.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Um crime americano. Um crime horrível

Demorou, mas consegui ver o filme "Um crime Americano". Desculpem os mais educados, mas... PUTA FILME! Se você gosta de suspense, vale muito assitir. Pena que vi em DVD... Na telona do cinema deve ter sido ainda mais bacana.

O roteiro é baseado em uma história real. Duas irmãs são deixadas pelos pais com uma vizinha que tem seis filhos. A irmã mais velha vira vítima da vizinha-ordinária-tenho-ódio-dela. O horror que essa menina passa é cruel demais. E o mais impressionante: com a ajuda de toda a sociedade. Chocante. Uma história que antecede a dessas moças que ficaram presas a vida inteira num porão no meio da cidade e todo mundo vivendo sua vida normal ao lado da vítima. Apesar de que eu sempre acho que essas histórias macabras nunca dariam certo no Brasil. Brazuca é fofoqueiro demais... Imagina se eu ia aguentar não saber por que tanto grito na casa ao lado...

As interpretações das duas atrizes principais mereciam, pelo menos, uma indicação ao Oscar. Não entendo como a Academia ignorou esse PUTA FILME.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Espero que o filme seja melhor...

O livro Julie&Julia virou longa metragem com Merly Streep e Amy Adams. Espero que o filme seja melhor que a leitura. O livro é chato, chato, chato... A Julie é chata, chata, chata... E olha que a história é real. Ou seja... Existe alguém bem chato neste mundo!

O livro não prende. Qualquer coisa é melhor que vencer cada página que quer ser inteligente-divertida-cheia-de-sacada.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Cidadão Kane dos anos 2000

Quentin Tarantino pegou todos os manuais de como se fazer um filme de sucesso, rasgou e jogou fora. Pegou também aqueles livros de gurus do roteiro e jogou na mesma lata do lixo.

Graças a Deus!

Só assim para nascer um dos melhores filmes de todos os tempos. "Bastardos Inglórios". Este é, sem dúvida, um dos longas mais importantes que aconteceu desde Cidadão Kane. Tarantino reinventa o cinema - no jeito de como contar uma história - usa linguagens diferentes em momentos certos e, ainda mais abusado, reescreve a História do Mundo.

Tarantino mostra mais: que na arte o que importa é emocionar. Que um roteirista tem apenas que querer contar uma história. Uma boa história. Não existe certo nem errado. Pode usar a cor que quiser usar, sem regras. Tudo pode. Tudo é aceito. Desde que bem usado.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Proposta Indecente

O novo filme-coqueluche de Sandra Bullock, "A Proposta" vale o ingresso. O casal protagonista do filme agrada e ganha a plateia. Ainda mais com o sarado-tudo-de-bom Ryan Reynolds, que aparece peladão pra alegria da galera.

Uma chefe linda e fechada para qualquer emoção humana descobre que é uma pessoa como outra qualquer quando cai nas garras da área de imigração dos Estados Unidos. Sim, a poderosa não é americana, é canadense. Para ela, era a mesma coisa. Mas não é. Na-na-ni-na. Pra não ser deportada e perder seus poderes corporativos, Sandra Bullock pede Ryan em casamento. Detalhe: ele é assistente dela. E ela sempre foi uma víbora com o bonitão. A partir daí, a trama já fica fácil: ele se vinga de todo o inferno que a chefona fez na vida dele, e, por que não, uma paixão sem qualquer sentido acontecer entre os dois? Por que não?

Curiosidade sobre o novo galã do momento. Ryan Reynolds largou Alanis Morissete para ficar com a femme fatale Scarlet Johnson. A cantora ficou arrasada pela perda do amado, engordou feito peru em véspera e desandou a se deprimir. Mas nada como uma volta por cima. Hoje ela solta a voz na estrada, correu, literalmente, atrás do prejuízo e voltou mais gata do que nunca. Viva a dor de corno!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

E o Oscar de 2010 vai para...

Filme Intrigas de Estado"Intrigas de Estado"!

Êta filme bom. Chega a dar inveja, sabe? O roteiro é perfeito, a direção é perfeita, as atuações são perfeitas. Saco de perfeição. Inveja pura!

"Intrigas de Estado" conta como a imprensa e os lucros das empresas já estão profundamente casados. Afinal, hoje, a maior parte dos jornais estão embaixo de um grave guarda-chuva corporativo. São grandes empresas e grandes empresários mandando na linha editorial de um jornal. E não mais grandes jornalistas.

Antes a imprensa deveria ser livre para que todas suas matérias fossem isentas e de interesse público. Como "Intrigas de Estado" mostra, a impresa ainda continua livre... Mas... deve prestar contas a seus chefes. Ou seja, se a matéria conflitar com empresas irmãs ou amigas de seu próprio jornal, calma. Muita calma nesta hora. Temos que entender o tamanho do problema para daí sim publicarmos... Jornalismo livre mesmo, né?
Filme Intrigas de Estado
Russell Crowe faz um jornalista das antigas. Daqueles que tem boas fontes em tudo que é lugar. E ainda ajuda a repórter novata vivida por Rachel McAdams a virar uma grande jornalista investigativa. Os dois descobrem que há algo de muito podre no ministério da defesa americano e também no senado do Estados Unidos - parece que o senado brasileiro andou pela terra do Barack Obama dando aulas para os politicos de lá. Rusell tá gordo e descabelado. Perfeito para o papel. Ben Affleck tem sua redenção neste filme e finalmente faz juz a um ator que tem até um Oscar em casa - ele ganhou por melhor roteiro em "Gênio Indomável" (1997). Helen Mirren está Helen Mirren, ou seja, ótima. O elenco todo merece indicação para o Oscar.

Que tá fazendo aí? Vá para o cinema logo que o filme já está saindo de cartaz. Afinal, "Intrigas de Estado" não poderia ser tão perfeito assim. Sua bilheteria está um fiasco... Pena.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Os meninos do pijama listrado

O menino do pijama listrado - o livroO livro e o filme "O Menino do Pijama Listrado" são imperdíveis. Sensíveis, delicados e marcantes.

A história gira em torno de um filho de um militar importante do nazismo em plena segunda guerra mundial. John Boyle, o autor, conseguiu mudar a ótica da narativa da História - sair dos olhos dos judeus para os alemães - e apresentar uma novidade: a ignorância dos alemães sobre o que era feito dentro dos campos de concentração.




Um pequeno alemão gentil e educado vira amigo de um pequeno judeu gentil e educado. Ambos com nove anos (no filme eles tem 8). Ambos nascidos no mesmo dia e no mesmo ano. Ambos procurando um amigo. São separados apenas pela cerca do campo de concentração. Ambos O menino do pijama listrado - o livrocom o mesmo fim...



Muito bonito - o livro e o filme. Muito bem escrito - o livro. E muito bem realizado - o filme.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A chata que deveria pagar meu ingresso

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é muito ruim!"Os Delírios de Consumo de Becky Bloom", o longa baseado no livro de mesmo nome, é o pior filme da história do cinema.

Precisa falar/escrever mais alguma coisa?

A atriz principal deveria se aposentar e fazer carreira em outra freguesia. Atuar não é a dela. O roteiro é tão ruim, mas tão ruim que comprei o livro para saber se o problema é a história ou a adaptação. Estou tão viciado em ver filmes baseados em livros que estou vendo de tudo - Poder S.A. em breve vira série de TV.

A trama conta a história de uma idiota-boba que dá sorte em conseguir um emprego numa revista importante. O universo fashion New York de "Sex And the City" é referência para a produção, mas os figurinos são apenas esquisitos e de baixa qualidade. Não tem o charme da nossa amada Carrie Bradshaw. Acredita que até os gritinhos da protagonista de SEX são copiados pela insossa da tal Becky Bloom? Uma chatice. Outros filmes claramente - mal - copiados: "Diabo Veste Prada", "Patricinhas de Beverly Hills" e "Legalmente Loira". Ridículo esse "Delírios..." e sem criatividade.

Numa boa, o filme é tão ruim, mas tão ruim que é impossível sair no meio. Você fica ali, paralisado na cadeira, achando que o que está na telona não existe. Acaba sendo risível o óbvio da trama. Aliás, existe alguma?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Titanic + The Secret + Forest Gump = a...?

Brad Pitt no filme que concorre a 13 Oscar, o Curioso Caso de Benjamin Button. Incrível, não?"O curioso caso de Benjamin Button". Esta é a resposta, entendeu? Não? Explico de novo.

O novo filme do Brad Pitt é uma mistura - boa - do Titanic, Forest Gump e The Secret. Talvez esta última referência seja a menos empolgante... O filme tem mensagens positivas demais, chatas, em alguns momentos. Lembra Titanic pelo tempo de filme e pela escolha do roteirista em contar uma linda história de amor que ninguém conhecia através de uma senhora em seus últimos momentos de vida. Além do herói doar sua vida pela felicidade de seu grande e único amor. Tocante... Forest Gump foi misturado para dar ao personagem principal aquela aura de espírito evoluído e alma boa, que tudo dá e nada pede. Além de encontrar num velho barco seu vínculo com o mundo.

Vale a pena comprar o ingresso e ver o filme que acaba de ser indicado a 13 Oscar. "Benjamin Button" tem 159 minutos. Uma longa espera, é verdade. Você sabe e sente as 3 horas de filme, não tem jeito. Mas é só levar comidinhas, uma boa garrafinha de 600ml de coca light e tá tudo certo. O filme não cansa.

A História é interessante e muito bem contada. Não dá pra falar muito sem entregar algumas surpresas... A única reflexão que deixo sem estragar nada é: o final não seria o sofrimento dos doentes de Ausaimer? Outra: Brad Pitt nunca esteve tão bonito e tão bom ator. Repare no olhar que ele tem ao longo do filme. É muito bem dirigido, e é quem situa quantos anos o personagem realmente tem. E última: a abertura/brincadeira com o logo dos estúdios realizadores do filme não é à toa. Button é "Botão" em inglês. E é exatemente nos botões que vemos e aprendemos um pouco sobre o mundo corporativo americano durante e pós segunda guerra. Quem disse que na guerra todo mundo perde dinheiro?


E, sim, a foto no post é do Brad Pitt em um de seus momentos do filme. Incrível, não?