
Poder S/A agora tem até comunidade no Orkut! Olha que chique. Aviso que não foi criado por mim, nem obriguei ninguém a isso, hein...
Beto Ribeiro, escritor, diretor, roteirista e produtor executivo de TV. Autor de Poder S/A e Eu Odeio Meu Chefe. Na TV, tem mais de 40 séries no ar: Série A3 (Amazon Prime Video), Filme B (Canal Brasil); Terra Brasil (Animal Planet/TV Cultura); Força de Elite e Muito Além do Medo (AMC); Prato do Dia (TLC); Investigação Criminal (AXN); Anatomia do Crime (Discovery).


Deu na BBC: "Funcionário mata quatro a tiros em fábrica nos EUA". E esse ataque no melhor estilo "Dia de Fúria" aconteceu logo após o empregado brigar com seu chefe direto, o supervisor da fábrica. A raiva, o ódio e a indignação pelo assédio moral devem ser os responsáveis pelo colapso sofrido por esse Colaborador.
Umas das perguntas que mais vão me fazer depois que Poder S/A sair é: “Por que você dedicou o livro à Tais Araújo?”. Porque sim. Porque eu quis. Bem que podia responder assim, curto e grosso. Mas como sou fofo, vou explicar melhor.
uma história dessas... Claro que sem o glamour de Tom Ford, que conseguiu reerguer a marca, depois que a família saiu dos negócios.

os Mulis das executivas-tô-bacana.
Acima e pelos lados deste post, vocês podem ver o jogo dos duzentos erros no desfile horror-inferno que achei pela busca do Google. Há aqui uma brincadeira tonta: um desses ternos é bacana... Hummmm qual será, né? Tá tão difícil...
Um jogo que pode fazer seu dia mais feliz - e de seus colegas-Colaboradores da empresa também - é o Bingo-Corporativo. A receita e modo de preparo são muito simples. Pegue uma planilha Excel, escolha algumas células e separe várias palavras corporativas (é a gosto). Na planilha, desenhe uma cartela de bingo, como a que está ao lado. Pegue as palavras e espalhe sem muita organização. Dê preferência às palavras bem usadas e abusadas no trabalho.
Feedback – não, obrigado, não quero saber o que você acha de mim ou do meu trabalho. Essa palavra pode entrar 2 vezes na cartela.
E atenção para o resultado da animada enquete: “Para que servem Consultorias?”. Havia três possibilidades de respostas:
1) As melhores salas de reunião estão ocupadas pelas mesmas pessoas estranhas 100% do tempo há mais de 3 dias? Então, sua empresa contratou uma Consultoria. Além desse pessoal atrapalhar o bom andamento das reuniões no seu andar, ainda pendura pelas paredes um monte de papel cheio de códigos e organogramas que ninguém entende só para irritar a Radio Peão.
projetos para a companhia. Fique tranqüilo. Fale tudo o que você quiser. Já sabemos que nada irá para frente mesmo...
o aluguel de seu humilde lar e jamais terá uma casa própria. E ai dela se lascar a porcelana da Cia das Índias que é usada para os chás e cafés da presidência. Vai para a rua, sem desculpas.
- Centro Empresarial Transatlântico – Melhor que Centro Empresarial Titanic, sem dúvida!
muitos, desisto!
Quem não leu Diário Oficial ontem se ferrou. Está na primeira página, agora é definitivo: meia branca dá cadeia sem fiança. Usou, dançou – e não vai ser na The Week.
Adoro livro-denúncia-eu-conto-tudo. Poder S/A só não é 100% dessa turma porque eu mudo nomes de empresas e pessoas e dou uma ficcionada em certas partes para aumentar o drama e a piada. Já o livro que acaba de chegar nos Estados Unidos, não. “What Happened” conta tudo sobre os bastidores da guerra América (odeio quem chama os EUA de América) X Iraque. E tem tudo: nomes, fotos, datas e horários marcados com moço da dinastia Bush.
No meio disso tudo, quietinho, quietinho, Scott McClellan, que trabalhava com Bush desde o Texas, foi juntando tudo que era papel que o presidente jogava no lixo para escrever seu livro-bomba sob o título ameaçador de “O que aconteceu”. Nas suas mais de 400 páginas, o autor e ex-amigo presidencial confirma o que todo mundo já sabia, que a guerra não tinha motivos reais de acontecer e que tudo que era relatório de arma química era mentira. Ta ótimo. Legal. Bacana mesmo. Agora, só uma pergunta, ou melhor, três: Por que mesmo que a bonita não contou tudo isso lá atrás? Por que só agora? Quanto mesmo ele está ganhando para lançar esse livro? Sei, claro. Dinheiro não importa. Ele quer é ser honesto com o mundo, precisa melhorar a dor na consciência... e a conta corrente também, né.
Se tem uma coisa que não funciona nas empresas é reunião. Muitas vezes desnecessária, não serve para muita coisa e atrapalha o dia-a-dia de trabalho. Mas as pessoas adoram, amam marcar reunião. Acho que é coisa de gente carente que não tem com quem conversar depois do expediente (palavra linda!). Abaixo, seguem dez reflexões sobre reuniões no universo corporativo (se você tiver pontos a levantar, mande para mim: betoribeiro.poder@gmail.com):
5) Gente que deixa celular ligado, atende a chamada da namorada/marido/mãe/manicure e diz: “Não, não, pode falar, tô só numa reuniãozinha...” merecia ir direto para o paredão. E a família pagar pela bala do revólver, claro.
Detesto piada, mas homenageando o quarteto novaiorquino que acaba de chegar ao cinema, lá vem uma anedota (argh!) do livro "Piadas de Escritório", de Anibal Litvin.
Finalmente chega às telonas o tão aguardado longa-metragem Sex And The City. Não vou gastar nem uma linha para falar sobre o filme ou sobre o seriado. Já tem gente demais fazendo isso e dou graças a Deus que as quatro voltaram para acalmarem um pouco os corações das minhas amigas solteiras.


Um livro que tem muito a ver com Poder S/A acaba de chegar no Brasil.: “A Companhia”, de Max Barry, autor australiano e ex-executivo da HP. Ele já está no seu quarto best-seller em que satiriza o universo corporativo. Ainda não li, mas já comprei o livro. Assim que tiver um parecer, escrevo aqui. Por enquanto, leia abaixo a entrevista que o escritor de Sidney deu para a Exame. É ótima. Se preferir, clique aqui para ler no portal da Revista.
EXAME No livro A Companhia, recém-lançado no Brasil, o escritor australiano Max Barry narra a história de um funcionário que não consegue descobrir qual o ramo de atuação de sua empresa. É mais uma sátira bem ao estilo de Barry, que fez sucesso lançando obras contendo críticas ácidas e bem-humoradas às grandes corporações. Na entrevista a seguir, ele explica melhor suas idéias.
em alguma empresa da Av Paulista, estavam lá a gargalhar alguma piada local e andar de um lado pro outro com aqueles monstros. Plec, plec, plec. Não sei se o que detesto mais é o fato do pé gordo ficar sobrando naquele sapato aberto ou o barulinho à la chinelas. Plec, plec, plec.
Poder S/A - Histórias Possíveis do Mundo Corporativo abre os bastidores e corredores de grandes empresas brasileiras, certo? Então, tentando pegar algum link no lead acima, trago duas sugestões de séries de TV para quem gosta de conhecer backstages, produções baseadas em fatos reais. São dois seriados bem bons que estão hoje no ar.
Friends, a linda Courtney Cox. A série é bem forte, digamos assim, com suas cenas de sexo, drogas e música eletrônica. A história gira em torno de uma revista C de celebridades, a Dirty (“Sujeira”, “Suja”, numa tradução rápida), e sua editora, vivida por Courtney. A atriz está ótima na pele e alma da jornalista que faz tudo – e coloca tudo nisso – para conseguir um furo de reportagem entre os famosos de Hollywood. Todas as baixarias do jornalismo marrom são apresentadas sem nenhum verniz (olha que expressão chique!). Curiosidade 1: no dia 8 de junho, Jeniffer Aniston - a Rachel do Friends e ex-Brad Pitt (ô, dó... perdeu o gato) - fará uma participação especialíssima no último capítulo dessa temporada dando um bom beijo na boca da protagonista de Dirty. Ou seja, Rachel e Monica do Friends acabaram mesmo juntas! Curiosidade 2 ou Curiosidade mais boba: essa é a segunda vez que Courtney Cox vive uma repórter, e a segunda vez que vive uma repórter bem da sacana. Ela faz a jornalista da trilogia de cinema-terror-jovem “Pânico”. Dirty passa na People&Art aos domingos às 22h.
Como é o dia-a-dia de um programa de TV diário de baixarias – esses Programas Marcia da vida? Assista Nas Garras de Vivienne Vyle e descubra. O personagem principal que dá nome à série é a apresentadora de um programa vespertino decadente que está cada vez mais na corda bamba devido à baixa audiência - olha a cara da poderosa ao lado. Esse é o cenário de uma boa história de brigas entre produtores, platéia e “convidados” vindos direto do mundo cão para abrirem seus problemas horríveis na frente das câmeras. Vivienne Lyne não tem limites para conseguir manter seu contrato na TV. Ela chega ao cúmulo de ir ao ar com temas cada vez mais absurdos, como
“Eu quero uma Vagina”, e tira todo mundo do sério, chegando a levar um soco na cara ao vivo. O que não se faz para conseguir levantar o IBOPE... Detalhe: “Nas garras...” é uma série britânica o que já é garantia de roteiro bom. Assista às sextas-feiras às 23h30, no GNT.