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terça-feira, 22 de julho de 2014

Patrícia Kogut faz crítica sobre "Muito Além do Medo"! :)

Todo roteirista no Brasil tem um mesmo sonho: acordar com uma crítica assinada por Patrícia Kogut. E quando a critica é boa, então... Aí é o nirvana.

 E eu tive essa sorte... :)  

Acordei e lá estava o texto falando sobre "Muito Além do Medo", a série de suspense que escrevi para aa Medialand e que é levada ao ar pelos Canais MGM.

Veja a crítica no site da Kogut. Clique aqui!



segunda-feira, 28 de julho de 2008

Como ajudar quem realmente precisa?

Dá uma mãozinha aí...Deu no Canal Executivo .com: empresas não ajudam empregados a resolver seus problemas pessoais. Uma consultoria americana realizou uma importante pesquisa no Brasil para ver qual a ajuda que os funcionários brasileiros recebem quando estão passando por alguma crise emocional e/ou financeira. Apenas 22% das empresas dão algum tipo de suporte. Vale os RHs refletirem sobre isso. Não tenho dúvida que colaborador-associado-empregado feliz rende mais e traz mais lucro para o trabalho.

Veja a matéria:


Poucas empresas ajudam empregado a resolver problemas pessoais
25-07-2008


O Programa de Assistência a Empregados (EAP - Employee Assistance Program) é uma prática que ainda não está muito difundida pelo mercado brasileiro. Esta é a conclusão da consultoria Watson Wyatt, que realizou uma pesquisa sobre o tema com 168 empresas nacionais e multinacionais, de diversos segmentos de atuação e variada composição em termos de número de funcionários e de capital de origem.


O EAP é um serviço de apoio ao indivíduo em relação aos seus problemas pessoais, visando minimizar os efeitos destes impactos em suas atividades profissionais e, consequentemente, manter ou melhorar a produtividade da empresa. Trata-se de um benefício adicional ao tradicional plano de saúde.


O estudo verificou que apenas 27% das organizações consultadas oferecem o EAP. Por outro lado, na grande maioria dos casos (76%) o programa é extensivo aos familiares, o que indica que há preocupação na manutenção da harmonia também no ambiente familiar, uma vez que problemas que afetam o cônjuge ou os filhos tendem a ter impacto direto no colaborador e em seu rendimento profissional.


Dentre as que oferecem o serviço, 59% são multinacionais (26% com o capital de origem norte-americana) e a maioria (22%) tem entre 1.001 e 2 mil empregados. Quanto aos eventos atendidos, 91% referem-se à dependência química, distúrbios psicológicos e problemas no trabalho; 84% tratam de problemas familiares e estresses cotidianos e 82% estão relacionados à assessoria financeira.


De modo geral, o EAP é administrado pela própria empresa (60% dos casos) e o primeiro contato do empregado é realizado através do RH ou de call center (47%). Por apresentar um custo relativamente baixo, 90% das companhias assumem totalmente os custos do programa, sem repasse dos mesmos aos colaboradores. Site: http://www.watsonwyatt.com/.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Até onde você iria pela sua empresa? E pelo seu emprego?

Plantão de Notícias: trabalho e empresas podem matar. Deu na BBC: "Funcionário mata quatro a tiros em fábrica nos EUA". E esse ataque no melhor estilo "Dia de Fúria" aconteceu logo após o empregado brigar com seu chefe direto, o supervisor da fábrica. A raiva, o ódio e a indignação pelo assédio moral devem ser os responsáveis pelo colapso sofrido por esse Colaborador.

Quem trabalha no mundo corporativo sabe o quanto é fácil gritar com quem está abaixo de você. E sabe também o quanto dói aguentar o grito.


Lei a matéria abaixo. Se preferir, veja no UOL.


Funcionário mata quatro a tiros em fábrica nos EUA

A polícia do Estado americano do Kentucky disse que um funcionário de uma fábrica de plásticos matou quatro pessoas a tiros, feriu duas e depois se matou.


O incidente na cidade de Henderson ocorreu na manhã de quarta-feira e começou com uma briga entre o funcionário e o seu supervisor na Atlantis Plastics.


Os dois feridos foram levadas para hospitais em Evansville, no Estado de Indiana -um deles está em estado grave.


A polícia disse à BBC que o funcionário usou uma pistola que teria buscado em casa durante uma pausa.


Não se sabe se o supervisor do funcionário está entre as vítimas.