quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Enquanto isso, na sala da justiça...

John Grisham traz mais uma história que conta os bastidores dos tribunais americanos. O novo livro, "O Recurso", tem ainda mais um atrativo. Um Novo livro de John Grisham: O RECURSObom atrativo: é possível também conhecer como se fazem os bilionários contemporâneos, e como vale tudo no mundo dos negócios em que o preço da ação de uma empresa nem sempre reflete seus verdadeiros valores. Tudo vale a pena, para alguns empresários. Tudo vale a pena se, no fim, as ações subirem. Mais e mais. Sempre.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Diz que diz no trabalho

No Rio de Janeiro chamam de Rádio-Corredor. Em São Paulo é Radio-Peão. Não importa o nome que leve, o que importa mesmo é saber o quanto a fofoca faz parte do dia-a-dia corporativo. DE-TES-TO! Quando era executivo, essa era uma das coisas mais chatas de administrar: os fofoqueiros de plantão. Não era difícil saber quem eram os Nelson Rubens da empresa. O saco era ter que esconder tudo deles. Fofoca atrapalha e muito.

Conheço muita gente que se utilizou da Radio Peão quando precisava que a empresa toda soubesse da última conquista da área em que trabalhava ou o quanto incompetente era o novo gerente do departamento rival. "Se as armas existem, por que não utilizá-las a seu favor?", era o que me diziam uns. Horrível.

A jornalista Viviane Macedo disserta - e muito bem - sobre o assunto da fofoca no trabalho. Vale a pena ler. Abaixo, a matéria.



Diga não à fofoca e ganhe pontos positivos

Viviane Macedo

Nem o excesso de trabalho, correria e competitividade do ambiente corporativo inibem algumas pessoas a soltarem o verbo - reclamarem, criticarem, fofocarem. Para alguns profissionais conter os ânimos e evitar comentários maldosos sobre os colegas e chefes é quase impossível. O que fazer se um desses "fofoqueiros de plantão" insistir em contar tudo para você? Fuja dele! "É preciso escapar dos fofoqueiros. Fazer parte de uma fofoca, mesmo como ouvinte, não é bom para o profissional", afirma a consultora da BPI RH, Laura Casteliano. Além disso, quem fala dos outros para você, também pode falar de você para as outras pessoas. "Com aquele perfil de frase: 'Soube da última?', o fofoqueiro não perdoa ninguém. E se hoje você é o seu ouvinte, amanhã pode ser sua vítima", alerta o coach de vida, Luiz Antônio Souza Neto.

A fofoca nem sempre começa com uma intenção maldosa, às vezes, um pequeno comentário já é motivo para muita repercussão. "Querendo ou não, a fofoca é uma coisa do ser humano. Acho que nós não vamos nos ver livres disso nunca. O que podemos e devemos é aprender a lidar com esse tipo de informação e usar a discrição", aconselha Laura. Para ela, independente do ambiente, sempre haverá casos desse tipo, por isso é necessário que cada um faça a sua parte. "O maior erro dos profissionais é passar a informação adiante. Todos sabem que é feio e errado, mas são poucos aqueles que quebram o circulo vicioso da fofoca", afirma.

Como ela nasce?
Para Souza Neto, uma chefia ou liderança precária é fator determinante para a proliferação de fofoca no ambiente de trabalho. "Acredito que muito da fofoca se dê por falta de uma boa liderança. O verdadeiro líder não deixa que a fofoca se espalhe, ele consegue ter certo controle da situação e de sua equipe de uma forma geral, então, mesmo que um da equipe queira fofocar, o resto do grupo vai contra isso." Mas, segundo o coach, quando o exemplo vem de cima é ainda pior. "Muitas vezes, o chefe é o grande fofoqueiro e, nesses casos, falta exemplo, ou melhor, o exemplo é negativo e não agrega, pelo contrário, leva o grupo para o mesmo caminho", considera.

Já Laura acredita que a fofoca simplesmente aconteça, muitas vezes, sem que o fofoqueiro tenha noção do tamanho do estrago que pode causar para a pessoa de quem fala. "Quem fala mal ou comenta, faz por algum motivo. Mesmo que não esteja de caso pensado ou disposto a derrubar alguém, o fofoqueiro sabe que isso não é certo, mas nem sempre enxerga a dimensão que um comentário pode ter", diz. E ela alerta "É preciso ter mais responsabilidade ao falar de alguém. Uma fofoca é capaz de destruir a reputação de uma pessoa".


Fique fora e ganhe pontos
Segundo os consultores, ficar fora das rodinhas onde a fofoca acontece só traz benefícios para o profissional. "As pessoas que não entram nesse jogo da fofoca ganham muito! Ganham credibilidade, respeito e a consideração dos superiores, que sabem que podem confiar", garante Laura. E Souza Neto completa. "Além disso, são fortes candidatos a cargos de confiança, pois transmitem seriedade e responsabilidade para as chefias".

Fuja da fofoca
Ela pode até ser atraente, por isso ganha tantos seguidores, mas o melhor que um profissional tem a fazer é se manter bem longe dos bastidores da fofoca, e também tomar os cuidados necessários para não ser o próximo alvo. Veja as dicas de Laura Casteliano e Souza Neto para se prevenir e não entrar no jogo dos fofoqueiros.

- Afaste-se de quem fala mal da organização, chefes e colegas
- Reflita sobre suas atitudes: como age diante de uma fofoca? Se costuma passar adiante, mude!
- Não comente de pessoas quando essas estiverem ausentes
- Não entre em detalhes sobre sua vida pessoal. Seja profissional e busque sempre separar as coisas
- Se for confrontar um fofoqueiro, o faça em particular e com sutileza

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Dúvidas... e Poder...

Merly Streep é PODER!!!!O filme "Doubt", ou, em bom português, "Dúvida", é bom. Poderia ser incrivelmente bom se o roteirista/diretor não tivesse destruído, literalmente na última fala, um dos melhores personagens femininos do cinema americano. A Freira vivida por Merly Streep é perfeita. Arrogante, seca, fria, moralista. Mas humana, generosa, gentil, até. Impossível não ficar ao seu lado - até porque o roteiro nos leva a acreditarmos que o Padre, vivido pelo ótimo Philip Seymour Hoffman, fez coisa errada. Pena mesmo que o diretor faz tudo acabar no último segundo do filme... Não dá pra dar um jeito, como diria um amigo? Não dá para, de repente, editarmos o final? Por favor...

O filme fala de PODER. De um dos poderes mais antigos do mundo - se não for O mais antigo. O poder da Igreja. O poder de seus padres fanfarrões e cheios de darksides estranhos e perigosos. As freiras que se calem e respeitem a hierarquia. As freiras que falem com seus confessores, mas que não façam nada se descobrirem qualquer escorregada dos padres. Mesmo se o padre estiver sodomisando garotinhos... As freiras que deixem de dormir. Os padres que continuem se divertindo. Numa analogia rápida com o universo executivo, a freira seria um gerente que não pode falar com o presidente caso descobrisse que seu diretor está roubando a empresa. O gerente que feche a boca e reze mil aves-marias.

O filme trabalha, basicamente, com três personagens. Além do padre e da freira-Streep, o vértice está numa freira jovem e inocente (interpretada por Amy Adams), influenciável e possivelmente uma boba nas mãos de um padre mau. Seria uma espécie de estagiário do mundo corporativo... E palmas para o diretor que deixa o espectador em dúvida o tempo todo. Quem é o mocinho? Quem é o bandido? Mesmo depois de tantos escândalos de pedofilia na Igreja, mesmo assim, ficamos horas com dúvida de uns, horas com dúvidas do outro.

Pena mesmo é o final do filme... Já falei disso?

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Quem quer empregooooo?

Deu na BBC: quem pede o menor salário ganha emprego. Nada de muito novo - claro que a pretensão salarial é fator decisivo na escolha de um candidato. No entanto, é a primeira vez que ouço falar em leilão de empregos, onde, quem pede pra ganhar pouco leva pra casa a vaga de trabalho. Ou seja, o único quesito em questão é não se importar em passar fome.

Veja a matéria abaixo, ou clique aqui.


Site dá chance de emprego para quem pede menor salário

BBC Brasil

Um site de empregos nos Estados Unidos está promovendo um "leilão" de vagas na internet em que candidatos podem dizer o quanto querem ganhar -quem pedir o menor salário tem mais chance de ser contratado.

O site Jobaphiles.com foi criado por estudantes recém-formados em Boston e está voltado, principalmente, para outros estudantes ou recém-formados que encontram dificuldades para entrar no mercado de trabalho.

O site atualmente oferece cerca de 180 vagas - na maioria temporárias ou com expediente reduzido - em várias áreas diferentes, como mídia, design e contabilidade, e ainda vagas em lojas e restaurantes e de babá, todas na área de Boston.

Os empregadores anunciam vagas no site, dizendo o tipo de trabalho, o tempo de duração e os requisitos. Os candidatos podem fazer "ofertas", informando suas qualificações e o salário desejado. O site afirma que não necessariamente a oferta de salário mais baixa vai ser a escolhida, mas que o pagamento será um dos fatores mais importantes na hora da decisão.

Uma vez escolhido o candidato, o site passa ao empregador os contatos dele, para que os dois estabeleçam o contrato. Depois de terminado o trabalho, o empregado pode dar uma "nota" ao empregador, que serve de referência em futuros anúncios. O chefe executivo do site, Thai Nguyen, disse ao site do The Boston Channel que a ideia é que ele seja usado como uma espécie de "páginas amarelas de trabalho para estudantes".

O site também tem um espaço para que os estudantes anunciem seu currículo, onde potenciais empregadores poderiam recrutá-los, dependendo de suas necessidades.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Mercearia do Francês NÃO, OK?

Mercearia do Francês NÃO! FUJAAAAAAA DAQUIIII!"Cuidado, em tempos de crise, o que diferencia um lugar é o atendimento", falou o cliente, irritado, depois de esperar por 70 minutos seu prato chegar.

"Eu não estou sentindo crise nenhuma. Aqui não tem crise", respondeu o francês com charme envelhecido e com um corte de cabelo que devia fazer algum sucesso em 1988.

Pois é... Essa é a descrição da conversa com o proprietário da Mercearia do Francês - restaurante sem muita atração, que fica em Higienópolis, em São Paulo. O dono do lugar, o tal francês de rugas fundas e olhos azuis já não tão jovens, bobo, adora fazer de conta que é chef bacana e esquece de cuidar da freguesia.

Foi assim, como já cantou Wanderleia, que aconteceu lá perto do cemitério da Consolação - onde, um dia, todos acabamos (claro que no Cemitério e não na Consolação):

21h - chegada animada e descontraída para o aniversário do amigo.

21h05 - pedido de uma porção de bolinho de bacalhau.

22h12 - garçom é questionado sobre a porção de bacalhau: "Cadê o danado?". Resposta do moço: "Mandei trocar o óleo porque ele - o óleo - já estava velho. Pedi para colocar um novo para deixar o bolinho mais gostoso". Ninguém, claro, acreditou no dito-cujo. E... pior ainda se for verdade. Óleo velho!?

22h14 - garçom volta à mesa e pede desculpas, "Mas o bacalhau acabou".

22h14 - cinco pessoas do primeiro grupo, vamos chamar aqui de grupo A, pede seus pratos.

22h34 - segundo grupo, o B, pede seus pratos.

22h44 - o segundo grupo, o B, recebe seus saborosos jantares.

22h45 - Beto, o que aqui escreve, e que fazia parte do grupo A, começa a perguntar: "Cadê minha comida?". Resposta do primeiro garçom: "Eu só tiro o pedido. Se quiser resolver alguma dúvida, fale com o matrie".

22h46 - Beto, ainda mais irritado, levanta e vai falar com o maitre. resposta: "Estamos vendo".

22h47 - Beto, que viu o dono-francês chegar às 21h07, pede para falar com o responsável-mor, o pode-pode, o tudo-tudo, o tal do homem de nariz aquilino cheio de marcas de acne. Resposta do maitre: "O dono está com amigos, e não posso incomodá-lo".

22h48 - Beto tem um piti daqueles, roda a baiana, e, mais que de repente, chega o dono acostumado a ser rei no país verde-amarelo. Discutimos, disse que seu atendimento era de terceiro mundo. A resposta do altão foi a melhor: "Mandei servir um espumante como pedido de desculpas" - claro que ele não ia falar Champagne, afinal, o já senhor é de lá da terra de Napoleão e sabe que Champagne é da região de Champagne. Coitado de nosso Chandon, criado aqui em terras sulistas... Chandon, este, não tocado. Como bom conquistador-europeu de terras distantes e mais pobres, acha que os índios aqui vão calar a boca com espelhinhos e afins. Ele que tome o espumante sozinho.

23h03 - Chegada dos pratos. Festa acabada, aniversariante triste, convidados sem graça. E o Beto aqui de vilão para uns, de herói para outros.

Tudo isso para quê? Pergunto, sinceramente, para que uma pessoa abre um restaurante... Se é para ter atendimento medíocre, não é melhor investir na poupança e viver da brisa dos trópicos? Para que abrir um lugar se é para deixar os outros irritados?

Perguntei para o dono o que ele ia fazer. A resposta... "Vou conversar com a equipe". Boa. Ótimo. Perfeito. É para rir? Se for, não achei graça.

A conta veio inteirinha. Até com os 10% - que, claro, eu me neguei a pagar. Sempre alguém se sente constrangido demais a ponto de pagar pelos e para os outros. Pena. Só por isso que os franceses, portugueses, e todos os "eses" do primeiro mundo se sentem à vontade de prestar serviço subdesenvolvido para gente de país em desenvolvimento. Queria ver neguinho sentado em mesa de amigo se a história se passasse na Argentina ou nos Estados Unidos. Bem-feito. Brasileiro tem mesmo o que merece.

Mas não tem nada não... No próximo livro, Mercearia do Francês chega com tudo, como locação para o pior do atendimento da cidade. Desbancando até o Santo Grão.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Padrão Globo de qualidade...

Câmara branca do Big Brother não é MARA!Assim... Sou fã declarado da Globo, gosto da emissora e acho mesmo a Vênus Platinada tudo-de-bom. Mas... às vezes vem uma saudade do Boni...

Ontem, quem acompanhou o Big Brother viu uma das sequências que entrará para o hall-vergonha do Projac - junto com a mulher-sushi do Faustão e todas as erradas roupas da Patricia Poeta e do Zeca Camargo, apresentadores do Fantástico. Na noite da segunda-feira fomos agraciados com a tal câmara branca. Ou seja, Big Brother virou No Limite, levando os participantes ao extremo por um punhado de vil metal.

O Boninho, que é filho do Boni, pelo jeito não puxou o pai - homem, este, que sabe mesmo tudo de televisão. Tenho certeza que na era de ouro da Globo, o Deus-poderoso, o pai, o Boni, não deixaria o filho, o Boninho, fazer tudo pelo Ibope, até passear pelo mundo cão. Tenho certeza que não.

A câmara branca é de uma riqueza de detalhes de tortura que lembrou bem um campo de concentração. Sadismo, minha gente, até sadismo, tem limites. O branco, para quem não sabe, ofusca os olhos de tal maneira que dá uma sensação de cegueira branca. A falta de controle do tempo, sem janelas para perceber se é dia ou se é noite, leva qualquer um à falência mental. A solitária do Big Brother, com aura de nave espacial, para mim, foi o limite da criação de mau gosto.

Antigamente, anunciantes não escolhiam onde iam colocar campanhas de seus produtos apenas pelo Ibope. Havia, também, dentro da equação veiculaçãoXretorno, um coeficiente importante: bom gosto. Tanto que Ratinho, no SBT, nunca teve muitas boas marcas fazendo inserção em seus breaks comerciais. Ficava sempre a escama de tubarão como maior anunciante. Quem gostava de mundo cão que ficasse com o tubarão. Eu mesmo, nos meus velhos tempos de marketeiro, barrei campanhas em programas duvidosos. Se fosse eu o responsável por qualquer marca que está dentro do Big Brother, hoje, estaria gritando.

O Big Brother tem como base o voyerismo. Tem também como base o confinamento. Pessoas que não se conhecem tendo que conviver por meses sem qualquer ligação com o mundo exterior. OK, são ratinhos de laboratório com um belo prêmio no final. Mas daí fazer desses coitados-competidores experiências de loucura humana já é demais. Não seria melhor pensar em tramas mais divertidas dentro do espírito "convivência"? Algo como o Pedro Bial não entrar em contato com esses "heróis", como o apresenatdor de camiseta grande e feia fala, por duas semanas? O que os "Brothers" fariam se mais nem esse contato fosse feito? E se nem a produção aparecesse por lá? Eles iriam tentar pular o muro? Sei lá, não estou aqui para criar nada de graça.

Só sei é que choquei. E pronto.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Para entender a crise mundial...

Entenda o porquê da crise na voz de um dos principais personagens. Tem um pouco de preconceito, é verdade. Mas o humor negro do banqueiro inglês é muito bom!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Negócios em família

"Os Irmãos Karamabloch", de Arnaldo Bloch, é uma epopéia familiar das melhores. Vale muito a pena conhecer a saga dos Bloch, que construiram um dos maiores impérios da comunicação do Brasil - junto com os Civita (Abril), Marinho (Globo) e Chateaubriand (Tupi e Diários Associados).

Como diz um amigo, o livro dava uma ótima minisérie. E daria mesmo. Quem sabe não vemos na tela da Globo a estréia e o fim da TV Manchete?


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Radio Peão, brigas e conflitos...

Pegue duas ou mais pessoas. Divida-as em grupos separados. Agora, dê, para cada grupo, uma meta impossível de ser atingida. Mexa bastante em sentido horário... Adicione mais três palavras "meta": na meta, avise que a meta de um grupo depende da meta do outro grupo. Resultado?

Se for um especialista do mundo corporativo, ele dirá: "O resultado será uma eficiente integração entre as áreas para que a empresa cresça e se desenvolva com Associados motivados e focados". No entando, a resposta verdadeira, sem dourados, é: "Vai dar merda.". Desculpe o palavreado, mas é verdade. Fora que a empresa vai gastar, e muito, com brigas, picuinhas e fofoquinhas de corredor.

O Canal Executivo divulgou uma interessante pesquisa, através de um artigo com o sugestivo título-auto-explicativo: "Conflitos no trabalho geram perda de 11 dias úteis por ano". A matéria conta que, segundo pesquisa desenvolvida pela Fellipelli, em parceria com a OPP, os brasileiros gastam em média 1,9 hora por semana na solução de conflitos, o equivalente a 91,2 horas por ano e 11,4 dias de trabalho. As empresas nacionais ficam atrás apenas das alemãs e irlandesas, ambas com perdas de 3,3 horas semanais, e das companhias norte-americanas (2,8 horas). O estudo foi realizado em nove países (Inglaterra, Bélgica, Brasil, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Holanda e Estados Unidos), com a participação de 5.000 executivos.

De acordo com a pesquisa, 85% dos funcionários têm de lidar com o conflito em algum grau, e 29% fazem isso com freqüência. A principal causa dos desentendimentos dentro de uma organização brasileira é o estresse, fator apontado por 43% dos entrevistados. O choque de valores vem em segundo lugar, com 24% das reclamações. Já na média global, quase a metade dos funcionários (49%) vê as diferenças de personalidades e luta de egos como os maiores geradores de conflitos, seguidos de estresse (34%) e pressão por conta da elevada carga de trabalho (33%).

Leia a matéria completa clicando aqui.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Titanic + The Secret + Forest Gump = a...?

Brad Pitt no filme que concorre a 13 Oscar, o Curioso Caso de Benjamin Button. Incrível, não?"O curioso caso de Benjamin Button". Esta é a resposta, entendeu? Não? Explico de novo.

O novo filme do Brad Pitt é uma mistura - boa - do Titanic, Forest Gump e The Secret. Talvez esta última referência seja a menos empolgante... O filme tem mensagens positivas demais, chatas, em alguns momentos. Lembra Titanic pelo tempo de filme e pela escolha do roteirista em contar uma linda história de amor que ninguém conhecia através de uma senhora em seus últimos momentos de vida. Além do herói doar sua vida pela felicidade de seu grande e único amor. Tocante... Forest Gump foi misturado para dar ao personagem principal aquela aura de espírito evoluído e alma boa, que tudo dá e nada pede. Além de encontrar num velho barco seu vínculo com o mundo.

Vale a pena comprar o ingresso e ver o filme que acaba de ser indicado a 13 Oscar. "Benjamin Button" tem 159 minutos. Uma longa espera, é verdade. Você sabe e sente as 3 horas de filme, não tem jeito. Mas é só levar comidinhas, uma boa garrafinha de 600ml de coca light e tá tudo certo. O filme não cansa.

A História é interessante e muito bem contada. Não dá pra falar muito sem entregar algumas surpresas... A única reflexão que deixo sem estragar nada é: o final não seria o sofrimento dos doentes de Ausaimer? Outra: Brad Pitt nunca esteve tão bonito e tão bom ator. Repare no olhar que ele tem ao longo do filme. É muito bem dirigido, e é quem situa quantos anos o personagem realmente tem. E última: a abertura/brincadeira com o logo dos estúdios realizadores do filme não é à toa. Button é "Botão" em inglês. E é exatemente nos botões que vemos e aprendemos um pouco sobre o mundo corporativo americano durante e pós segunda guerra. Quem disse que na guerra todo mundo perde dinheiro?


E, sim, a foto no post é do Brad Pitt em um de seus momentos do filme. Incrível, não?

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Exemplo vem de cima

Obamaaaaaaaa!Não adianta. Para melhorar uma empresa, tem que mudar quem está na cabeça. Para matar uma cobra tem que cortar a cabeça. É de cima que vem o exemplo. É quem está no topo que tende a ser copiado. Em tudo. E que bom que quem está no topo, agora, é o simpático Obama! E dá-lhe Obama! Pelo menos, até agora, gritamos OBAAAAAMMMMAAAAAA! Mas ai dele se brincar de menino chato de orelha de abano com sobrenome Bush.

- Que as mulheres não copiem demais os vestidinhos da primeira-dama. Só ela pode usar o que usa, hein, gente.

- Que o sorrisão de Obama seja cada vez maior, proporcional à melhora da crise. E que as pessoas copiem seu estilo-feliz-de-verdade.

- Que a serenidade dele seja verdadeira. E que o mercado se inspire nessa serenidade para, sereno, voltar à bonança de dois anos atrás.


God bless America! E que Deus ajude o resto do mundo também!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Fila A

Modelo desfila na Chata Fashion Week. Foto da Globo.comTem coisa mais chata que ir à SPFW (São Paulo Fashion Week)? Sim, tem um monte de coisas, mas, com certeza, passear pelo pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, em SP, em semana de mUdelos de cara amarrada, é top 10 entre as mais chatas.

Não sei por que o povo que trabalha (e ganha bem mal por sinal) no amado-odiado evento da moda brazuca ADORA se fazer de importante. Tem gente que chega a ficar com vinte credenciais penduradas no pescoço e oito celulares na mão (na cintura JA-MAIS!). Tudo pra mostrar tô-ocupada-volta-mais-tarde. E os cabelos desse povo então? Nojo. E os estilos? Os piores possíveis - mas tudo vale para aparecer, não é? Os bastidores desse evento dariam uma ótima série de TV. Hum... gostei da idéia!

E o que dizer da fileira A? No mundo todo, quem senta nessa tal fileira de frente pras magras pernas das lindas que desfilam são os jornalistas e as celebridades realmente bacanas. Aqui na nossa terra do samba não. Dá de tudo: gente amiga-melhor-amiga do costureiro; ex-Big Brother; gente bem desconhecida de óculos bem grande. Jornalista que é bom mesmo... um ou outro. Celebridade A, então... Esquece. Quando aparece, a sensação que se tem é que Madonna acaba de receber Jesus no coração. E, atenção... Bacana que é bacana só ganha e vai na fileira A. Se o seu convite for B... OK... No entanto, a ordem do alfabeto das cadeiras dá a ordem de importância da pessoa. Quanto mais pro final, menor é a pessoinha... Ô, dó... Se o seu ingresso for depois da C, jogue fora e não conte pra ninguém que você foi convidado. Melhor.

Algumas vezes estive lá pelo prédio onde tudo acontece. E prometi que não volto mais. E olha que fui muito bem atendido... Afinal, eu era o "+1" da celebridade realmente A. Muito assessor de imprensa querendo ficar amigo só para conseguir que a celebridade A dê um passeio pelo lounge do seu cliente e tire fotinhos fofas com o merchandising na mão ou no tapume atrás. Tudo superprofissional... Quanto mais fotinho, mais o cliente fica feliz, mais a revista publica, mais o assessor de imprensa garante seu emprego. E mais possível fica da marca-querida-cliente fechar outra edição da quero-quero-pode-pode SPFW.

O que realmente incomoda é esse clima de festa sem bebida. Sabe aquela gente que precisa tanto ser descolada que esquece de ser ela mesma? É assim o lugar. Sem esquecer os pedintes de convites. Só faltam falar "Tio, eu podia tá robanU, mas tô aqui pedinU um ingresso pro convite do desfile da tarde". E vale até ficar em pé! E quem não entra, já se sente feliz em ver ao vivo pelo telão do saguão. Triste, triste.

Mas... vamos combinar que a indústria da moda aqui dos trópicos está fazendo bonito. Não sei se na moda em si, mas pelo menos nos números de vendas, contratos, empregos. Acho essa parte tudo-de-bom. Vamos ver como será essa primeira edição em plena crise subprime-bancária-americana. Vamos cruzar os dedos e rezar. Todo crescimento é importante em dias cinzas. Só não precisa crescer em gente boba que, hoje, até pode ser alguma coisa para alguns, mas que segunda que vem volta a ser o ninguém de sempre.

Amargo o texto de hoje, né?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Chefe faz mal à saúde!

Nada de muita novidade... Chefe chato não faz nada bem, mas agora ficou comprovado. Chefe mau pode acabar, literalmente com a vida de um subordinado. Veja a matéria abaixo do site diariodasaude.com:


Efeitos colaterais de um chefe ruim

Um estudo feito na Suécia demonstrou que chefes arbitrários e insensíveis não apenas elevam o estresse no ambiente de trabalho, como também aumentam o risco de doenças cardiovasculares nos seus funcionários.

Os pesquisadores do Instituto Karolinska e da Universidade de Estocolmo acompanharam o histórico e as ocorrências relacionadas à saúde de de 3 mil funcionários, todos homens, com idades entre 19 e 70 anos, por um período de quase dez anos.

Chefe ruim faz mal ao coração

Os pesquisadores encontraram uma forte correlação entre um mau gerenciamento e o risco de distúrbios cardíacos graves e ataques do coração nos funcionários que trabalham sob a coordenação desses chefes.

Durante a pesquisa, Foram registrados 74 casos - entre fatais e não-fatais - de ataques cardíacos ou angina instável, marcada por dores ou desconfortos no peito ou em áreas adjacentes, causados pelo fluxo inadequado de sangue no coração.

Avaliação dos chefes pelos subordinados

Os voluntários que participaram do estudo avaliaram o estilo de liderança de seus gerentes em aspectos como a clareza no estabelecimento de objetivos e a habilidade do chefe em se comunicar e dar feedback aos funcionários sobre como ele avaliava o desempenho individual.

Cruzando os resultados dos questionários com as ocorrências médicas, os pesquisadores constataram que, quanto mais competentes os funcionários consideravam seus gerentes, mais baixo era o seu risco de sofrer problemas cardíacos graves.

Os funcionários que avaliaram seus chefes como menos competentes apresentaram um risco 25% maior de apresentar um problema cardíaco grave. Esse risco aumenta com o tempo que o funcionário trabalha sob a coordenação do mau gerente. Os funcionários que ficaram mais do que quatro anos sob o comando de um mau gerente apresentaram um risco 64% maior de sofrer doenças cardíacas.

Os pesquisadores sugerem que as empresas tomem medidas para melhorar o desempenho dos gerentes utilizando a avaliação que seus subordinados façam deles.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Quem atende mal...

Deu hoje, na Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo:

CAFÉ AMARGO
O Santo Grão respondeu a uma crítica feita à cafeteria no livro de crônicas "Poder S.A.", de Beto Ribeiro. Na obra, uma personagem pede um capuccino na loja da Oscar Freire e uma "garçonete mal-humorada", "mantendo a fama de péssimo atendimento do local", demora para trazer o pedido.

A casa diz que sua equipe passa por "treinamentos constantes" para evitar tais situações e espera "que a união, motivação e alegria" dos funcionários "sejam sempre visíveis" aos clientes. E convidou autor e personagem para um novo capuccino.

Adoooooooro!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Baixar Poder S.A.

Baixar Poder S.A. NÃO!!!Feio, feio, feio... Só nos últimos dez dias, mais de 300 pessoas chegaram até este blog através da busca "Baixar Poder S.A.". Outras duas centenas usaram "Baixar Livro Poder S.A.". O autor aqui fica comovido pela procura pelo livro, mas... gente... Poder S.A. é tão baratinho... Não passa dos 29 reais, e algumas livrarias chegaram ao preço de 18! Vamos lá, força para o escritor aqui. Compre o seu você também!

Ao lado, você encontra o link para todas as lojas pontocom e também para o BuscaPé - onde é possível achar o menor preço. E nas livrarias de tijolo e cimento o livro está fácil de achar.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Quem vale a pena conhecer?

Todo mundo. Mas nem todo mundo assim... Trocadilhos bobos à parte, não perca o ótimo "Todo Mundo Que Vale A Pena Conhecer", o segundo livro de Lauren Wesberger, autora do delicioso "O Diabo Veste Prada".

No seu segundo passeio pela literatura, Lauren apresenta os bastidores dos grandes eventos de Nova Iorque, trazendo personagens bem reais desse mundo fashion-bacana-socorro de grandes celebridades americanas. A autora também mostra que trabalhar na produção dessas festas badaladas pode ser pior que ter um chefe-diabo-que-veste-prada. É divertido ver as puxadas de tapetes, os egos inflados, a briga por quem aprece mais que quem. E é mais divertido perceber que, graças a Deus!, estamos fora desse dia-a-dia.


domingo, 4 de janeiro de 2009

2009!!!



E na rebordosa do ano novo, a gente canta tudo. Principalmente: HOJE É UM NOVO DIA, DE UM NOVO TEMPO QUE COMEÇOU...
E continue fazendo seus planos, porque, claro, 2009 só começa mesmo depois do Carnaval. Brasil, meu Brasil brasileiro...


terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Desejo...

Que 2009 seja tudo aquilo que 2008 não foi ou ainda melhor. Pra todos nós!

* Chefes menos chefes.

* Livro Poder S.A. II - a Revanche dos Chefes

* Filme, série de TV, peça de teatro à la Poder S.A.

* Bolsa a 40%, mas POSITIVA!

* Muito dinheiro e muito lugar bacana pra gastar.

* Muitos encontros com amigos e muitas garrafas de vinhos vazias.

* Muito tudo mesmo.

Muita emoção nessas horas, não é verdade? E mais uma vez a palavra do ano: MUITO!

Por isso, veja a trilha sonora da virada. Acompanhe o Frejat e cante com ele. A letra vai logo abaixo.




Amor pra recomeçar
Frejat
Composição: Frejat/Mauricio Barros/Mauro Sta. Cecília

Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo...

E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante...

Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...

Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...

Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até inimigos
Prá você não deixar
De duvidar...

Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...

Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...

Eu desejo!
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem...

Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar...

Eu desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar
Prá recomeçar...

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Retrospectiva 2008

E o ano está indo... E 2009 está chegando! Como recordar é viver, vale reler o que a imprensa disse sobre Poder S.A. neste ano em que a bolsa despencou, que Ronaldo virou corintiano, e que Madonna aportou aqui pelos trópicos:

"Parece mentira, mas é vida de executivo."
Veja SP

"Um prédio fictício abriga empresas. Em cada andar há uma história de egoísmo, traição, conspiração e recalque. Diferentemente dos casos de sucesso e das maravilhas do mundo corporativo, o autor decidiu mostrar, baseado em fatos reais, o lado perverso da carreira de cada um."
Folha de São Paulo

"Diretores de empresas, gerentes e funcionários têm a oportunidade de saborear histórias reais do mundo corporativo em Poder S.A., de Beto Ribeiro. (...) Não por acaso, o livro é recomendado para quem odeia o chefe e trabalha mais de 15 horas/dia".
Diário de São Paulo

"Para evitar processos, (Beto Ribeiro) misturou as histórias, inventou personagens e criou um ambiente surreal para escrever "Poder S.A.""
Folha de São Paulo - Caderno Dinheiro

"O livro Poder S.A. é bem descomplicado. Explica-se: ele foi escrito usando muitos diálogos, um recurso de estilo trazido dos romances, o que facilita o entendimento das situações que o escritor quer apresentar ao leitor. Não, não… Não se trata de um romance sobre a vida corporativa. (...) Mesmo assim se trata de fofocas da vida alheia? Pode até ser. Mas chega a ser engraçado fazer um “safári” por uma fauna composta de personagens bastante estranhos que transitam pelo universo corporativo."
Você S/A

"Poder S.A. traz histórias baseadas em fatos reais do dia-a-dia de grandes corporações. O livro, bem-humorado, acaba com qualquer glamour que o mundo administrativo ainda possa ter."
Meio&Mensagem

"O verdadeiro mundo corporativo. Beto Ribeiro é muito divertido e até abusado. As histórias podem não ser 100% reais, mas são bem prováveis"
Revista Cliente S/A

"Chega às livrarias um livro no mínimo interessante. "Poder S.A." trata de bastidores e de falsidades das relações de executivos no ambiente empresarial. A obra é da Editora Marco Zero. Escrito por Beto Ribeiro, profissional com passagens por várias companhias, o texto tem 160 páginas. É uma versão mais corporativa da publicação "O Diabo Veste Prada". "
A Noticia - Joinville

"Com um tom ácido e um tanto humorístico, Poder S.A. está conquistando as listas de livros mais vendidos."
UOL Empregos

"Livro de Beto Ribeiro, "Poder S.A.", apresenta, com muito humor, questões atuais do mundo corporativo"
Portal do Marketing, Propaganda e Comunicação

"Poder S.A. faz empregado e empregador refletirem sobre os caminhos traçados e escolhidos por cada um."
Gastronomia&Negócios

"Beto Ribeiro escreveu Poder S.A.. Nele, você vai conhecer "histórias possíveis do mundo corporativo" escritas de forma simples e agradável. Líderes: vejam o que pode acontecer na sua empresa e evite conflitos. Colaboradores: façam a parte de vocês. O ambiente organizacional pode ser melhor, basta vocês quererem"
Revista Liderança

"Pércio, Isadora, Fátima, Nelsinho, Heloisa. Depois de ler o livro Poder S.A., é impossível não querer saber quem são, na vida real, os personagens que vivem algumas das 13 histórias escritas pelo autor Beto Ribeiro."
Jornal de Jundiaí

"Poder S.A. abre o backstage das diferentes Companhias, Ltda.s e S.A.s, em que se é possível perceber a sordidez e a política de boa vizinhança mentirosa imposta na seara empresarial. "
Revista Fator

"Basicamente, o livro relata histórias, que ele (Beto Ribeiro) jura serem todas reais, sobre a selva que é o mundo corporativo. Tem de tudo: gerente escroto, puxada de tapete, trairagem, puxa-saquismo de diretor, enfim.... essas histórias que a gente sabe que acontece diariamente em milhares de escritórios pelo mundo todo. Já li o livro e recomendo: as histórias são curtinhas e gostosas de se ler. Deixe a seriedade um pouco de lado e divirta-se com sua própria rotina."
Blog do Falsário

"Com texto irônico e ácido e baseado em fatos reais, o livro traz à tona as conversas de corredores das mais diferentes e importantes empresas brasileiras."
Estado do Ceará

"Escrito por um ex-executivo de alto escalão, Poder S.A. não tem preocupação com o politicamente correto. Nenhum personagem é poupado, nem a vitima, nem o torturador."
Cool Magazine

"Dica da Redação: Poder S.A. - Por trás das máscaras"
B2B Magazine

"Para quem gosta de uma fofoca, o jornalista Beto Ribeiro se inspirou em diálogos dos executivos do SP Centrale Downtown Financial Center (prédio comercial de São Paulo) para escrever histórias fictícias, porém possíveis, de bastidores do mundo corporativo. O resultado pode ser conferido no livro Poder S.A. , que fala sobre os aspectos menos agradáveis das operações das empresas brasileiras."
Results ON

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Natal na Paulista

O Natal na Avenida Paulista, em São Paulo, está tudo-de-bom. As empresas fizeram o trabalho direitinho! Bradesco em destaque pela originalidade.

O Natal na Avenida Paulista, em São Paulo, está tudo-de-bom. As empresas fizeram o trabalho direitinho!

O Natal na Avenida Paulista, em São Paulo, está tudo-de-bom. As empresas fizeram o trabalho direitinho!

O Natal na Avenida Paulista, em São Paulo, está tudo-de-bom. As empresas fizeram o trabalho direitinho!


O Natal na Avenida Paulista, em São Paulo, está tudo-de-bom. As empresas fizeram o trabalho direitinho!



O Natal na Avenida Paulista, em São Paulo, está tudo-de-bom. As empresas fizeram o trabalho direitinho!




O Natal na Avenida Paulista, em São Paulo, está tudo-de-bom. As empresas fizeram o trabalho direitinho!





sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Continue Faminto, Continue Tolo

Steve Jobs, da Apple, sabe o que fala!Todo ano é a mesma coisa: chega dezembro e o povo fica emotivo. Eu já esperava qual seria a bola da vez do video/música do tipo te-levanta-que-a-vida-te-inspira. Já tivemos o Sunscreen, depois foi o The Secret. Nesta semana recebi de uma das queridas da minha vida um link para um video e pensei: "chegou o danado do ano.... mais um...". Num primeiro momento não quis me render e quase deletei o email da amiga. Ainda bem que não fiz isso.

Vencido pela curiosidade, acabei vendo/lendo/ouvindo um dos melhores textos sobre fechamento e abertura de ciclos da vida. Escrito, ou pelo menos falado, por ninguém menos que Steve Jobs, o fundador e CEO da Apple e Pixar. O cara entende do riscado do trabalho e é, até hoje, um dos principais empreendedores da História. Para quem não sabe, o bonitão é o inventor do Mac, do I-Pod, do I-Phone e da maior produtora de animação do mundo, a Pixar - que desenvolveu o desenho Toy Story, por exemplo.

No vídeo, o herói desta história é o paraninfo de vários e vários formandos de uma faculdade nos Estados Unidos. Ele divide a narrativa de seu discurso em três partes: passado e futuro; amor e perda; recomeço e morte. É realmente de deixar os olhos cheios de lágrimas. Não é piegas. É impactante mesmo. Impressiona como ele, Steve, teve coragem, desejo e paixão por tudo o que fez. E ainda percebeu a importância de equilibrar trabalho com vida pessoal. No texto dele está tudo o que precisamos para não desistir de um sonho, continuar com vontade de (re)começar. Muito bom.

Então, pegue seu lenço, clique aqui e assista ao video. E, como diz o moço, desejo, para 2009 e sempre, que você continue sempre faminto e tolo. Com fome a gente não perde vontade de viver. Sendo sempre tolo, a gente não acha que sabe tudo e não deixa a arrogância parar nossas vidas. Nossa, hoje acordei super novela das 18h!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Yahoo ensina a demitir...

Demitir, ou ser demitido... eis a questão...Pois é, veio ao conhecimento dos seres comuns o "Manual da demissão" do Yahoo. Nele, provavelmente o RH ensina como os executivos do buscador devem agir para mandar alguém embora.

Houve indignação por parte de muitos só porque o passo-a-passo diz basicamente que os que mandam embora devem ser cordiais com os demitidos e dizer o quanto estão chateados com a situação; que não concordam com a demissão, mas não tiveram outra saída etc. Nada contrário ao que todas as empresas façam.

Toda vez, caros românticos, que uma empresa tem que demitir muitos funcionários, os porta-vozes da tristeza são chamados e orientados pelo RH como devem agir. E isso é errado?

Mandar embora nunca é fácil. Ser mandado também não. Mas o demitido pode se colocar na fantasia da vítima, enquanto o chefe fica mesmo com a roupa de carrasco. Um saco. Qualquer um dos dois papéis. Só no chato do Aprendiz que dizer "Você está demitido!" é engraçadinho.

Nos últimos tempos, inclusive, tive algumas discussões acaloradas com amigos/executivos por conta disso. A crise chegou aos trópicos e as demissões já começaram. Daí vem sempre o mesmo discurso: "que absurdo mandar as pessoas embora na época do Natal...". Se a empresa resolve fazer isso em janeiro, a fala é outra: "Que absurdo mandar as pessoas embora logo em seguida ao ano novo... Deviam ter mandado embora em dezembro, assim o coitado não gastava tudo em presente e já começa o ano pra cima...". Vai entender.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Fique rico! Ou rica!

Ganhe dinheiro no site seu consultor financeiro!Se liga quem não entrou ainda na Bolsa. A bonita tá voltando a dar sinal de vida e, com certeza, a partir do segundo semestre de 2009 vai que vai correr pro azul feito mulher louca atrás de homem bonito. Vai por mim.

E para aprender ou fazer pós-graduação em investimento em ações, dá uma olhada no site Seu Consultor Financeiro. Criado por um superanalista do mercado financeiro, o moço dá cursos e acaba de lançar um livro - excelente por sinal - para quem quer entender mais do mundo das empresas com ações à venda.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Irritações Corporativas Natalinas

Não tem jeito. Todo fim de ano é a mesma coisa. Dezembro chega e com ele todas as festividades-chatices de trabalho acontecem. Querendo ou não... Então, é melhor preparar o sorriso-mentira-tô-adorando-estar-aqui e seguir em frente aos compromissos fora de hora:

1) Confraternizações de firma. Coisa chata e sem sentido são as festas bregas criadas e recriadas pelo RH. Querem sempre inovar esses encontros natalinos com alguma coisa que ainda não foi pensada. Sei... Ô gente criativa! E tudo sempre acaba com apenas um balcão de caipirinha - e bem mal feita, por sinal - e suas filas imensas; chopp quente e cheio de espuma caindo do copo; lugar com ar condicionado quebrado e todo mundo suando; ou então num sítio feio e bem longe com churrasco duro e ruim; gente que bebeu demais querendo pegar gente que bebeu mais ainda. Isso sem falar na cafonisse daqueles que levam essas festas a sério, e resolvem investir no guarda-roupa como se fossem ao Oscar. Um horror de mau gosto. Mas a pior parte mesmo é o discurso de fim de ano escrito pelo RH e repetido à lá papagaio pelo presidente da empresa. Nessa hora, fique de olho no público expectador. Sempre terá o puxa-saco com lágrimas nos olhos. Esse é o momento de dizer: ADEUS!

2) Dicas, coisinhas. Nas revistas especializadas em negócios, há sempre matérias prontas para dezembro falando sobre "Como se dar bem nas festas de fim de ano". Há desde: "Não beba" até "Chegue no horário marcado e saia junto com seu diretor". Ridículo. Minha sugestão é NÃO VÁ À FESTA. Mate - de mentira, claro - a sua mãe, invente que estava no hospital com seu irmão drogado. Vale até dizer que aquela era a noite em que você, pessolamente, distribuiria sopa para mais de quinhentos necessitados. A gente tá aceitando tudo nessa hora. E se a festa for à fantasia, diga, no dia seguinte, que você estava de homem/mulher invisível. E que nunca se divertiu tanto. E, gente, se tiver que ir à festa, peloamordedeusinho, NÃO BEIJE NINGUÉM NA BOCA! Pelo menos não na frente dos outros.

3) Amigo secreto/oculto. Devia ter lei do trabalho proibindo esse tipo de brincadeira besta entre os funcionários. Você, com certeza, sorteará alguém que não conhece, vai investir cem reais num presente, enquanto quem tirou o seu nome, não gastará nem dez moedas de um real naquela caneta horrorosa que acende no escuro. E ainda terá que abraçar esse povo estranho e agradecer pela merda, ops, lembrancinha, que ganhou. Aliás, coloque sal grosso no presente e jogue na primeira água corrente que passar. Serve até a sarjeta nessas horas. Vai saber o mau agouro que essas coisas têm.

Outros depoimentos de leitores

Adooooooroooooo! Adoro quem lê Poder S.A. e manda email dizendo o que achou do livro. Mais alguns abaixo:

"Li seu livro e AMEI!!!!!!!! Achei sensacional e dei muita risada com as suas descrições, não podia ser outra aquela vaca da primeira história HELOÍSA!!!!!!!!! É muito bom, não da vontade de parar de ler...... escreve outro logo. Aliás, estive na fnac aqui em Curitiba e vi seu livro "seleções da fnac" (chiquérrimo)!"
Adriana - Curitiba - Paraná

"Parabéns pelo livro Poder S.A.. Eu li. Meu sócio leu. Um programador aqui do escritorio leu. Realmente muito bom."
JP - SP

"Li teu livro e achei muito bom."
Sergio - SP

"Adorei seu livro, li em uma semana... talvez só não tenha gostado de notar o quanto faço parte desse mundo que nunca admirei nem um pouco... se você for o tal "Guto" do livro, PARABÉNS!Certeza que é tudo que todos sonham.... Trabalho faz 10 anos com publicidade... resumindo, vc já imagina quantos livros poderia ter escrito, certo? Inclusive nesse tal prédio... ;o)). ótimo o livro, parabéns."
Raquel


"Achei a leitura dele (PODER S.A.) tão gostosa que consegui terminá-lo em um único domingo de sol!
A identidade das personagens com a vida real é impressionante! Sempre me divirto ao lembrar... Hahaha
Acredito que isso fará com que o livro se torne um sucesso."

Juliana - SP

sábado, 13 de dezembro de 2008

Destaque de Natal

Não resisti e comprei um exemplar do livro com o selo "Destaque de Natal" da Fnac. Esse vai pra coleção.

Poder S.A. é o livro pra Natal!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Entre os melhores de 2008!

Poder S.A. foi escolhido pelo Submarino como um dos melhores livros de 2008. Muita emoção!

Poder S.A. está entre os melhores livros de 2008!

Poder no encarte da FNAC!

E olha que lindo Poder S.A. no encarte de Natal da Fnac. Detalhe apenas que meu nome está errado... Está Roberto Ribeiro e não Beto Ribeiro. Apesar do meu nome ser Roberto, ninguém, nem eu, me conhece assim.


Mas tá tudo ótimoooooo!


livro Poder S.A. de Natal!
livro Poder S.A. de Natal!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Revista B2B

Amo quando Poder S.A. fica poderoso nas revistas. A B2B Magazine deu um superdestaque para o livro e ainda colocou o selo "Dica da Redação". Isso é muito, muito bom para um livro. Meus muitos e muitos obrigados ao repórter que leu e gostou do livro!


O livro Poder S.A. é destaque na B2B!
O livro Poder S.A. é destaque na B2B!





COOL Magazine

E Poder S.A. está ficando até fashion. Acaba de sair na lista de indicação de livros da bacana Cool Magazine de dezembro. TÔ QUE NÃO ME AGUENTO!



Livro Poder S.A. é dica da Cool Magazine!
Livro Poder S.A. é dica da Cool Magazine!

Presente da NATAL!

E Poder S.A. foi um dos escolhidos como dica de Natal de ninguém menos que Fnac, Saraiva e Siciliano! Na Fnac entrou até no catálogo impresso. Tá, meu bem?


E você? Já comprou os presentes da família? Dê Poder S.A.. Para os amigos também, dê Poder S.A.. O livro também é ótimo como presente de amigo secreto/oculto. Vamos lá, peguem os cartões de crédito e comprem já!






terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Chefes e mais chefes

A campanha "Eu Odeio Meu Chefe!" tá com tudo e não está prosa. Tá todo mundo querendo a camiseta. Pena que daqui a pouco acaba... Mas tudo bem. Ano que vem enloqueço e faço mais.

E nas últimas entrevistas que dei sempre perguntam por que os chefes são tão odiados... Por que será, não é mesmo? Abaixo, três tipos de chefes odiados e odiáveis:

- Chefe SIM: é o que diz "sim" pra tudo e pra todos. É aquele que ferra a própria área para ficar de bonzinho-legal-que-sou com os outros na empresa. Esse não sabe e não quer usar a palavra "não". Aceita tudo a qualquer hora, mesmo que a solicitação que chegou não tenha nada a ver com ele. Já ví esse tipo em tudo que é quanto lugar. Não tem jeito... se esse for seu chefe é melhor mudar de trabalho. Já pensou em ser bilheteiro de circo?

- Chefe GRITO: insuportável, esse é do tipo que grita sempre e com todos. O "Bom dia" já é aos berros - isso quando o persongem faz o fino de educado. Grita porque não encontra a carteira; grita porque não acha a pasta da reunião; grita porque o Palmeiras perdeu - e o tonto, claro, é Corintiano. Grita. E grita mais uma vez. Com esse tipo, a única opção é dar um grito maior. Se ele baixar a guarda - geralmente esses bobos têm auto-estima muito baixa - você ganhou e vai conseguir sim suas férias e até o aumento. Se o danado não for lá muito de ter medo, pronto, você perdeu o emprego. Mas, pelo menos, gritou também. Não esqueça de, depois, fazer um gargarejo. Sua garganta vai doer.

- Chefe SEI-QUE-SOU-BOM-DEMAIS: é quem realmente se leva a sério e se acha tão bom, mas tão bom, que pelo amor de Deus... como vc consegue viver sem mim?, é a pergunta que ele/ela vai fazer pra você. Aproveite. Com esse tipo é só lustrar o ego e você conseguirá tudo o que merece. Até mesmo, um dia, ser chefe dele. Dica: diga três vezes ao dia para a pessoa-chefe em questão o quanto você acha o cara do CACETE! Elogie os sapatos, se for mulher, o terno se for homem. Esses narcisos são idiotas o suficiente pra acreditar em qualquer tipo de "Nossa-como-você-é-demais!".

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Por trás da notícia

Para quem tem curiosidade pelos bastidores da imprensa, dá uma olhada no blog da Trip. Bem legal, apresenta os jornalistas que fazem uma das melhores e mais modernas editoras do país.

Pra começar, clique aqui e leia a entrevista da amiga Eva Joory, sinônimo de jornalista de moda e música no Brasil. Esta tem muita coisa interessante pra contar.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Poder S.A. no i-Phone!

Agora, meu bem, você pode comprar Poder S.A. até pelo i-Phone. Quem me contou, fotografou e explicou foi o amigo Sergio Gomes. Para quem tem o telefone da moda, basta usar o aplicativo da Livraria da Cultura - se é fácil comprar, aí já não é comigo. Veja as fotos abaixo... Bonitinho! Orgulho do pai!

Olha que coisa fofa na tela do i-Phone!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Gosto sim do Paulo Coelho. E daí?

Biografia de Paulo Coelho, escrita por Fernando Morais.Antes que o pessoal bacana-chato atire pedras e espadas contra mim, leia o texto que vem a seguir.

Nunca havia lido Paulo Coelho e sempre fui da turma “Não li, não gostei”. Achava chocante como em várias viagens pelo mundo encontrava gente de todas as nacionalidades lendo livros e mais livros do moço de cavanhaque fora de moda. Também achava incrível como ele era amado-idolatrado quase como um santo. Exagerado demais para meu gosto.

OK. O tempo passou, e Fernando Morais resolveu escrever a biografia do franco-carioca-Coelho, intitulada de “O Mago”. Como não perco um livro do Fernando, fui, num primeiro momento, obrigado a ler a vida-obra-arte(?) do Paulo Coelho. E, por mais incrível que possa parecer, não foi nada difícil chegar ao final de suas cinco centenas de páginas. A vida do Coelhão é bem interessante, e sua vontade de ser escritor contagia. Com pai repressor e mãe dona-de-casa apagada, Paulo Coelho foi sempre podado na idéia de um dia viver de escrever livros. A mãe era taxativa: “Jorge Amado só existe um”. E o pai não acreditava na capacidade e no talento do filho. Melhor: não acreditava que o filho servisse para muita coisa. Tanto que o internou várias vezes num hospício no Rio de Janeiro. A biografia só não conta se o pai, a mãe e o espírito santo, amém, conheceram o sucesso do filho...

“O Mago” passa por todos os pontos da vida de Paulo Coelho sem qualquer censura. É interessante conhecer suas mentiras; passear pelos momentos quase vergonhosos na sua busca pelo “lado negro”; vivenciar a parceria com Raul Seixas; e descobrir o alto-executivo que ele foi na indústria da música. Melhor ainda é reconhecer a coragem e coerência que o moço teve ao largar a vida confortável – e o dinheiro muito confortável e certo – do mundo fonográfico e entrar de cara e coragem na realização de seu maior sonho: ser um escritor mundialmente conhecido. Um pouco arrogante, pode ser. Mas era o sonho dele. E quem pode dizer que Paulo Coelho não chegou lá?

Mas o que mais chama atenção na biografia foi o fato de Paulo Coelho ser reconhecido em quase todos os países como um dos principais nomes da escrita mundial. Em todos os países menos em um: o verde-amarelo Brasil. E o Brasil gosta do Brasil? Desde quando? A gente não gosta de quem daqui dá certo lá fora. A inveja faz com que todos encaremos o famoso internacional com olhos desconfiados. E isso acontece – e muito – com o Coelhão. Como pode o The New York Times colocar “O Alquimista” como um dos cem melhores livros da história, e nossa querida imprensa brazuca desdenhar de tudo e qualquer coisa que Paulo escreva? No mínimo, estranho.
Livro O Vencedor está só, de Paulo Coelho.
Bem,... terminada a leitura da biografia, resolvi encarar o último lançamento de Paulo Coelho: “O Vencedor está só”. Em 3 dias, li um dos melhores romances de suspense que já chegaram às minhas mãos – e olha que já li muitos. O livro conta os bastidores do festival de Cannes, entra na ferida aberta que é o mundo das Celebridades e SuperCelebridades. E Paulo Coelho conhece muito bem esse universo. E é nesse cenário de euro/dólar, vaidade e fama que um charmoso e bilionário serial killer resolve atacar suas vítimas. E até a última página é impossível prever o que vai acontecer. Eu recomendo e muito o livro. Que, aliás, deveria virar filme (quem leu o livro entendeu a piada).

Agora, acabo de comprar “O Alquimista”. Vamos ver se continuo empolgado com o Coelhão. Espero que sim.


E aí? Baixou a espada e vai dar uma chance pro moço também?

Compre os livros:

* Clique aqui para "O MAGO"
* Clique aqui para "O Vencedor Está Só"

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Pai é pai

Não estou conseguindo postar muita coisa aqui, porque, olha, vou dizer uma coisa. Ô energia, viu. Desde que lancei o livro, não paro de ficar doente. É virose, é sinusite, é alergia a camarão e agora terminei numa faringite. Mas não tem nada não. Meu plano de saúde é tipo incrível, os remédios existem pra salvar a gente e Deus é mais! Pé de pato, mangalo três vezes! Vou tomar um passe e pedir proteção aos céus!

E no meio de tanta ida ao hospital, neste domingão, entre um soro aqui e um atiflamatório ali, fiquei de butuca na conversa que se desenrolava ao meu lado via celular. Um pai que correu com o filho para o 9 de Julho (Êta pronto socorro que funciona!) tentava explicar para um cliente que ele não poderia estar às 7 da matina numa reunião porque o filho encontrava-se em observação depois de ter caído da bicicleta e ficado com amnésia. Coisa séria, gente. Drama. E o dito-cujo do outro lado do aparato não dava trégua. A conversa terminou mais ou menos assim:

Pai: Meu filho caiu da bicicleta e está com amnésia. Vim de Vinhedo para cá, porque aqui tem mais recursos.

Dito-cujo (imagino eu): Sei, que pena. E nossa reunião de amanhã às 7h está em pé, certo?

Pai: Acho que você não entendeu. Meu filho sofreu um acidente e não sei que horas vou sair daqui.

Dito-Cujo: Mas o que isso tem a ver com nossa reunião?

Pai: Escuta aqui ô, dito-cujo. Eu trabalho por conta própria para não ter que ter horários. Você é que tem que se enquadrar na minha agenda.

Dito-cujo: Mas eu quero a reunião às 7h.

Pai: Então vai ficar querendo. Pelo que percebemos aqui, não temos como fazer esse trabalho juntos. E com licença que vou ver meu filho.

Clique.

Desligou.

O Pai levantou e foi ficar próximo dos seus.

Parabéns para esse Pai. Parabéns mesmo.